<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-31594117</id><updated>2011-09-19T16:48:42.605+02:00</updated><title type='text'>Na Terra das Loiras Selvagens</title><subtitle type='html'>Aventuras Vikings, Temperaturas Reduzidas, Dinamarquesas e Suecas Selvagens, e Vários Pterodáctilos Desenfreados.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://danilopegadorpravaler.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31594117/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danilopegadorpravaler.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Danilo e o Fiel Hubert</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10883288226025422135</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>37</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31594117.post-1607234739177721034</id><published>2007-07-26T21:57:00.001+02:00</published><updated>2007-07-26T21:57:47.932+02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div&gt;Para terminar bonito, vamos dar luz ao magnífico evento especial de memórias e recordacões especiais deste maravilhoso ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Senhoras e senhores. Meninos e meninas. Eu lhes dou:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Danilo's Blog Awards 2007!!&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim, esta postagem comemorativa do blog não se trata tanto de minhas aventuras em um ou outro lugar. Já está na hora de meu blog deixar de ser tão egocêntrico e comecar a mostrar que, espalhadas por aí, existem mentes com criatividade, engenho e perspicacia inomináveis. Dou-lhes, então, o DBA'07, que irá celebrar os comentários mais geniais que tive a honra de receber neste modesto diário virtual de minhas modestas aventuras. Comecemos então!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O prêmio de &lt;span style="color: rgb(255, 204, 0);"&gt;Melhor Composicão Poética Em Um Comentário&lt;/span&gt; vai, naturalmente, para o Marquês mais querido do Inferno, o grande Diogo "Belphegor" de Lima Saraiva, com sua belissima producão artística já na primeira postagem realmente da Dinamarca. Dêem uma olhada:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"Irrefreável tradição familiar:&lt;br /&gt;Blogs dos moleques Furtado, hilários&lt;br /&gt;Viajar ao estrangeiro e de lá nos relatar&lt;br /&gt;Contos mágicos, vis, gaiatos, nefários&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeiro o Símio Safado, que se foi lá pro Japão&lt;br /&gt;Co'um blog desenfadiço, narrou com mui diversão&lt;br /&gt;Seus contos funambulescos na Terra da Perdição&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dois anos já se passaram, e é a vez do mirim&lt;br /&gt;A contar sagas formosas da terra do Grande Odin&lt;br /&gt;De forma bem ordenada: em capítulos, enfim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já estava desesperançoso, o blog sem postança&lt;br /&gt;Quando a Marta me avisa: ele atualizou&lt;br /&gt;Fui depressa, contente, olhar a mudança&lt;br /&gt;No blog tão viking que o Danilo criou&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fiquei tão feliz: Raphorin lá chegou!&lt;br /&gt;Das terras do norte é que ele escrevia!&lt;br /&gt;Com a AFS, por Paris passou&lt;br /&gt;Mas lá desperdiçou no aeroporto um dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Banho e capoiera, na escola a estadia&lt;br /&gt;København bem maroto, da recreação.&lt;br /&gt;Pro templo de Odin de trem se conduzia&lt;br /&gt;É aí que termina a tal narração&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quero ler mais posts, tô feroz como um lobo&lt;br /&gt;É com'oAdolfo disse, tem que ser como a Globo"&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que maravilha! Palmas!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A &lt;span style="color: rgb(255, 204, 0);"&gt;Melhor Observacão Acerca do Comportamento Social Em Blogs&lt;/span&gt; foi uma escolha difícil, mas vou ter que entregar para meu pai, já que sendo membro da guarda "não-tão-jovem" que comenta aqui no blog, as sacaneacões dele a respeito do tema têm um "quê" a mais. Aqui está uma pérola:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"Ah, já ia me esquecendo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;aeaahaeha&lt;br /&gt;(MUAHAHAHAHA!)&lt;br /&gt;e, last but not least&lt;br /&gt;Huehuehue&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Tenho a impressão de que um comentário de blog sem essas interjeições esdrúxulas - qualquer que seja o seu significado - não é propriamente considerado como sendo digno de respeito...)"&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A &lt;span style="color: rgb(255, 204, 0);"&gt;Maior Citacão de Piadas Internas Por Parágrafo&lt;/span&gt; vai ter que ir pro meu grande e sábio irmão. Um abracão especial para todos os bróders que entenderam este parágrafo, já que esta é a galera que está ligada em todas as histórias cômicas!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"Quanto às primas, você se lembra do que o grande Messias Coimbra declarou, em nome de Deus sobre elas. Acredito que isso valha até mesmo quando você não tem uma irmã na prática. Da próxima vez que você for pular em camas elásticas com gatinhas, se lembre de levar frutas sortidas: elas não resistirão a tal sedução."&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Queria tentar não dar mais de um prêmio para uma só pessoa, para evitar uma eventual inveja ou sei lá, mas tenho a necessidade de dar novamente ao meu pai o prêmio de &lt;span style="color: rgb(255, 204, 0);"&gt;Melhor Piada Infame&lt;/span&gt;... Quem discordará de mim, vendo esta belezura?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"Essa amiga de infância do Simon é também uma gatinha? Eu cresci sabendo que, desde que Mie, deve ser gata... (Putz, esse trocadilho me lembrou você sabe quem...)" &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O &lt;span style="color: rgb(255, 204, 0);"&gt;Comentário Mais Repleto De Inveja&lt;/span&gt; vai para o Dom, o fantástico criador do boneco Godzilla, o meu amigo Chicote!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;"ok, bem, o que mais eu posso dizer do barco?&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;so digo que essa noticia me deixou desafiado!!!&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;e eu achando que abafaria o mundo fazendo um tubarao de 1 metro e meio inteiramente de papelao e jornal1!!!&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;mas nao posso competir com um barco REALMENTE NAVEGAVEL de caixaxs de leite!!!"&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Seguindo em frente, e já que estou dando prêmios duplos, há de haver um prêmio para a &lt;span style="color: rgb(255, 204, 0);"&gt;Melhor Citacão de Marx&lt;/span&gt;, já que meu irmão deduziu todo um diálogo profundamente filosófico que, se não realmente se deu, definitivamente havia de ter se dado em algum momento, pois é algo de um gênio fabuloso!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"Uma escola que fornece cerveja para os alunos? Minha nossa, esse é o tipo e coisa que, se tivesse sido planejada por um pensador do século 19, hoje em dia as pessoas - pessoas de verdade, não esses selvagens escandinavos - considerariam uma utopia inatingível:&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;MARX - "Na comunismo os pessoas terão todos o mesma qualidade de vida"&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;CÉTICO - "Claro, é viável."&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;MARX - "E as fracos não serão oprimidos pelas fortes, pois todos os pessoas considerarão a próximo como uma irmão."&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;CÉTICO - "Difícil implementar uma coisa dessas, mas até que é possível..."&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;MARX - "E os escolas darão festas para as alunos, colocando o cerveja para jogo"&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;CÉTICO - "Até parece, esse cara é um sonhador!""&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, fiquei pensando por um bom tempo, e notei que é absolutamente necessário dar um prêmio especial para o &lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;Melhor Comentário Acerca do Absurdo Capítulo XII&lt;/span&gt;. Entre tantas maneiras criativas e exageradas de mostrar surpresa, e tantas sacaneacões familiares de alto nível, se torna necessário para mim escolher o post que melhor demonstra o sentimento generalizado que a galera teve enquanto lendo o famoso capítulo. Este exclusivissimo prêmio, portanto, terá necessariamente que ser entregue ao Marcos "Guitarra" de Oliveira Júnior. Parem um momento e apreciem a maneira que se pode sentir, mesmo de quilomêtros de distância, que ele estava realmente tendo uns espasmos musculares de pura felicidade:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"KRLLLLLLL MLKKKKKK EU TO CHORANDO ASHAUSHAUHSUAHSUAHSUA &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;NUM ACREDITO NISSO XD&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;MEU DANILOOOOOOOONHAAAAA MEU DANILINHO MARAVILHOSO &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;ASHAUHSUAS VIROU HOMEM NHAAAAA NOSSA EU NEM ACREDITO EU TO TÃO SEM REAÇÃOOOO MAOSHIAUDHASIDNASDHNAÓSIDBAÕSDJBNAPSDOUIAGH0SDIAGBUSDPADS(...)&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;NÃO EXISTE NADA Q EU POSSA DIZER PRA CONSEGUIR EXPRESSAR ISSO DIREITO ASHUAHSUAHSUasLNSAKUPHSA`sOAUISHASA &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;MEU DEUS VOU MORREWR AHSUAHSUAHSA &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;CALMA... INFARTOS ROLANDO AHSUAHSUAHSUHAUS~\AJS&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(...)&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;SHAUSHUAS TU NUM TEM IDEIA DE COMO EU TO FELIZ ASHUAHSUAHSVIVA A ITALIA ASHUAHSUAHSA XDANSAHSUAHSUAHSA &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;KRLLLLLLL MLKKKKK BOTA UMA FOTO DELA AQUI AHSUAHSUAHS XD&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;GARANHÃOOOO DANILO PEGADOR PRA VALER AHSUAHSUAHSUAHSUAHUSA MLKKKKK AGORA O BLOG TA CERTO ASHAUSHAUSHUAHSUAHSAPUTZZZZ AHSUAHSUAHSUHASU &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;MUITOOOO ESCROTO AHSUAHSAS MLK... VALEU O ANO SAHUSHAUSHAUSHA XDAHSUAHSUAHSUHAUSHAS&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;KRLLL(...)LLLTE ADORO PRA KRL MLK ASHAUHSAUHSUAHSA\O/"&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que bonito! É tanto amor que até tive que cortar alguns dos longos trechos de sequências de letras aleatórias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O &lt;span style="color: rgb(255, 204, 0);"&gt;Melhor Mini-Comentário Bíblico&lt;/span&gt; tinha naturalmente que vir do mestre absoluto de assuntos religiosos e cristãos, mais conhecido como Grande Ferreira! As melhores coisas são as mais simples, e aqui está um comentário que demonstra isto belamente:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"famílias são que nem mulas você simplesmente nasce com ela(s) &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(Moisés 33-7) "&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Note-se que este comentário também ganhou o prêmio de comentário mais genial já feito em um blog na história do universo pelos padrões do diogo, mas eu tento manter as coisas mais simples.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sendo uma parte integrante deste blog, é necessário também dar um prêmio ao &lt;span style="color: rgb(255, 204, 0);"&gt;Melhor Termo Gigante Com Hífens Entre Aspas&lt;/span&gt;. É uma honra dar este prêmio ao grande Marcos "Kashoréu" Lôndero, gracas à esta belezura:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"Poxa, em primeiro lugar, te dou o direito de me apedrejar até você fatigar ou explodir ou arrumar-um-celular-moderno-de-mina-gatinha-só-para-você-tirar-foto-de-você-no-banheiro-incluindo-seus-biceps-triceps-hexaceps-e-hipopotamo-livre, bom, é(...)"&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sinto um enorme prazer em dar o prêmio de &lt;span style="color: rgb(255, 204, 0);"&gt;Melhor Mini-Comentário de Aparicão Aleatória&lt;/span&gt; para o Frank, que não só apareceu em um momento estratégicamente aleatório, como fez um comentário lindo que merece palmas por conta própria. Vejam isto:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"danilo seu boçal !"&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Genial! Vou aproveitar e também vou dar um prêmio de &lt;span style="color: rgb(255, 204, 0);"&gt;Melhor Comentário Comprometedor&lt;/span&gt; para a Isa, uma ótima, esquisita e divertida companheira de Sampa, pois vejam só o que ela colocou:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"Daniloooo&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;aqui é a isa de sampa... que brinca que é apaixonada pelo seu irmao... mas que na verdade morre de amores por vc e que morreu de ciumes da italiana ruiva... "&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pulamos, daí, para o &lt;span style="color: rgb(255, 204, 0);"&gt;Melhor Comentário Duplo Enigmático&lt;/span&gt;, que foi produzido pelo adorável, o magnífico, o insuperável Carlossauros Supremos, que é ao mesmo tempo meu português e meu russo favorito, mesmo se levando em conta que conheci russos e portugueses de alto nível aqui na Dina! Aqui está a confusão que me faz amá-lo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"turquesa... soft porn... nao sou mais virgem... nao sei o q fazer com a minha barba... quero pistaccio barato. &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(...)&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;ta nao tao nao vigem assim... "&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A &lt;span style="color: rgb(255, 204, 0);"&gt;Melhor Demanda Por Mais Fotos&lt;/span&gt; vai, estranhamente, para o Excelentissimo Primo Daniel, que conseguiu receber este disputado prêmio (afinal, quem não pediu por mais fotos neste blog?) apesar de definitivamente não ser o mais ativo dos postadores. Mas vejam que criatividade na hora de me convencer em relacão à fotos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"druvis, lembre-se do grande diferencial das historias em quadrinhos: figuras! Vê se posta aí umas fotos das loiras bebadas na piscina.."&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Agora, gostaria de pedir um momento de silêncio, por favor. O próximo prêmio é de uma gravidade enorme, e há de se mostrar respeito para ele. Pois trata-se do &lt;span style="color: rgb(255, 204, 0);"&gt;Melhor Roteiro Dramático Baseado Em Fatos Reais&lt;/span&gt;, e ninguém mais que o mestre Crasso "Sacolas com Baguete" Ciulla merece este prêmio! Preparem seus lencos de papel:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"Pow legal!!!!&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;=D neve&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;aqui em brasilia caiu um granizo no meu carro ehaaeuheaea"&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De volta com o bom humor, e que melhor para isto do que olhar a &lt;span style="color: rgb(255, 204, 0);"&gt;Melhor Demonstracão De Surpresa Em Um Comentário&lt;/span&gt;? Este nobre prêmio vai para minha queridissima, adorabilissima, fantastiquissima Prissy! Surpresa!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"DESDE QDO TEM FOTOS DAS CAIXAS DE LEITE?????????????????????????"&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obviamente, não vai faltar um prêmio para o meu maior companheiro, meu bróder dos tempos de ouro, o mirabolante, o insuperável Bruno "Lean" Coimbra(ssauros)! E ele receberá um dos prêmios mais importantes que existem, o fantástico prêmio das &lt;span style="color: rgb(255, 204, 0);"&gt;Melhores Palavras Para Uma Reflexão Reveladora Na Dinamarca&lt;/span&gt;. Não percam esta!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"dessa vez eu te perdoo. já que pegar minas doente é anti-ético. e porque as pessoas ai fazem jantares para homens ?&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;aonde tem mulheres em um jantar para homens ????"&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que eu faria sem este menino?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem! A fantástica &lt;span style="color: rgb(255, 204, 0);"&gt;Melhor Traducão De Comentário Bloguístico (Em Um Comentário Bloguístico)&lt;/span&gt; vai ser entregue, é claro, para o mais incrível tradutor que este blog já recebeu. Gostaria de dizer que se trata de mim mesmo, por todos meus trabalhos como 'Fessor Danilo, mas tenho que tirar o chapéu para o grande Primo Régisnaldo Bozo, o Idiota Mascarado!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"E.... heuheuehue, traduzindo o coment da nossa prezada Prissy (na verdade é do Carlos, mas o Régisnaldo é um safado sem calcas) aqui, temos: &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;o pneumonia do gajo faz a u uma merda! ou uma pessoa doente, a coisa é: COMEÇAR LIVRADO DELA! (e desgastar um kilt para mostrar como u poderoso é uma merda) (aprovada nenhuma merda)&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;melhor ainda se vc passar isso pra tipo, inglês de novo, depois francês depois alemão depois ingles e depois portugues.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;em&gt;o pneumonia do tipo, que foi feito no u, um elimination! ou uma pessoa doente é a coisa: EM TORNO DO COMEÇO ISENTO DELE! (e um Kilt a se usar, sobre como u poderoso a mostrar é um elimination) (aprovado nenhum elimination)"&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A &lt;span style="color: rgb(255, 204, 0);"&gt;Melhor Babacão de Ovo Acerca De Minha Redacão&lt;/span&gt; vai, mais uma vez, para o meu caro pops. A criatividade dele fazendo isso é épica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"Como estou há duas horas sem conseguir redigir uma simples ementa de um daqueles projetos de lei relativamente inúteis para um deputado que não foi reeleito, resolvi ler sua postagem para ver se encontro algum tipo de inspiração. É, parece que a inspiração foi toda mesmo para você, porque esse post está simplesmente genial. Te cuida, Luís Fernando Veríssimo! Um novo cronista do cotidiano está despontando!!! &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Desde já aviso aos incautos que os direitos autorais desse blog já foram devidamente registrados nos órgãos competentes. Qualquer cópia ou reprodução não permitida será considerada plágio e, portanto, sujeita às devidas cominações legais. Esclareço outrossim que os devidos contatos deverão ser realizados somente com o procurador do autor (no caso, seu genitor e representante legal), no caso de interessados em transformá-lo em roteiro de: &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;1 - filme trash tipo B (já pensaram os efeitos especiais para recriar uma "massa nojenta de catarro e germes embrulhada em carne e pele", aterrorizando loirinhas selvagens?);&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;2 - minissérie da Globo (obviamente com algum garanhão tipo Gianechini andando para cima e para baixo "usando uma espécie de camisa longa de botão de pano e uma cuequinha de bolinhas", cercado por louraças enfermeiras tipo Deborah Secco super-duper-prestativas , em todos os sentidos); ou&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;3- episódio especial de Lost (Flashback para um hospital dinamarquês - close em rachaduras imaginárias no teto do hospital. Corte para o "cara-na-cama-em-frente-à-minha-que-só-falava-inglês", codinome Cold Fire. Ele balbucia algo sobre o Pato Donald e diz "sudoku,sudoku!" - não, não é isso que vocês estão pensando, mentes sórdidas e lúbricas -, antes de dar seu último suspiro... Seguem-se alucinações provocadas por aquele tubinho de oxigênio e pela suposta penicilina endovenosa, que na realidade não é o que parece... O que é realidade? O que é imaginação?)."&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, aqui vem a &lt;span style="color: rgb(255, 204, 0);"&gt;Melhor Dupla Interpretacão De Uma Besteira Que Eu Falei&lt;/span&gt;. Para um prêmio como este, só há um verdadeiro ganhador, e este é o Mestre do Universo Gustavo! Uou!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"Também é bom notar que o final do 11o parágrafo da parte 3 do capítulo 21 ficou meio estranho... e dá margem a uma certa dupla-interpretação digna de um certo tipo de filme. "[..] recebendo vários elogios e agradecimentos por todo o meu "longo e árduo" trabalho na cozinha de várias loirinhas."Dá a entender que o trabalho árduo foi feito na cozinha de várias loirinhas..."&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;(...)&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"Tô começando a achar que você faz esses jogos de duplo-sentido propositalmente. Explico melhor. De acordo com o Houaiss, "despido" significa "que se despiu; desprovido de vestimenta; nu, desnudo". Seria bastante interessante se rolasse algo entre você e a "conselheira" (com aspas) com a palavra "despido" no meio... Enfim, não foi isso o que você quis dizer, mas foi um tanto quanto cômico imaginar o que a confusão entre "me despido" e "me despeço" pode causar..."&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A &lt;span style="color: rgb(255, 204, 0);"&gt;Melhor Estória Em Quadrinhos No Blog&lt;/span&gt; vai sem dúvida para o Mestre Kashanorelado. Apreciem isso aqui:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://img241.imageshack.us/img241/5343/comiquenteskb0.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; width: 320px; text-align: center;" alt="" src="http://img241.imageshack.us/img241/5343/comiquenteskb0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A seguir vem a estória que, de tão genial, arrancou gargalhadas cabulembesticas de mim. Sim, estamos falando da notória &lt;span style="color: rgb(255, 204, 0);"&gt;Melhor Estória Cômica Contada Em Um Comentário&lt;/span&gt;. Essa é da autoria do insuperável Carlostes Maravilha! Olha a boniteza dessa composicão, meu filho!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"entao, frank enclausurado em casa estudando pra medicina continua deprimido. saiu pra rua, viu crianças colocou musica de negro pensando que seria feliz quando uma menininha para na frente dele, tira uma foto e sai correndo. e eles se deprimiu para sempre."&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Eu até já dei esse prêmio antes, mas vamos nos relembrar daquele momento lindo em que um comentário do grande mestre Recife ganhou um prêmio que não tem nada a ver com nerdagem. Aqui vem o comentário do Recifoso que ganhou o &lt;span style="color: rgb(255, 204, 0);"&gt;Prêmio Nobel Da Paz Ou Algo Assim&lt;/span&gt;!&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;"soh venho me desculpar à ina pelo aparente mau-entendido =P eh soh uma coisa de praxe reclamar das pessoas q escrevem com x's, por falta de ter mais o q fazer XD e jah q o blog eh do excelentissimo danilovsky, nossa (minha e do bruno) opinião deveria ser irrelevante para tal visitantes.além de tudo, foi soh um comentario pra ser chato com tom de diversão mesmo (quem n conhece n entende).. e saum essas diferenças q fazem do nosso mundo um lugar taum mágico e divertido."&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contemplem a mágica do &lt;span style="color: rgb(255, 204, 0);"&gt;Melhor Comentário Do Lorde Voldemorte&lt;/span&gt;!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"&lt;a name="c4781265407701103217"&gt;&lt;/a&gt;Você sabe quem... said...&lt;br /&gt;Como avisado pelo e-mail, um presentinho para você: &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=-w6AXi5lzJU"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=-w6AXi5lzJU&lt;/a&gt;. Enjoy!"&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem diria! De todas as pessoas, vai ser logo o Diogão "Ackmaníaco" que vai ganhar o prêmio de &lt;span style="color: rgb(255, 204, 0);"&gt;Melhor Sacaneacão de Nerdes Mangazoneiricos&lt;/span&gt;! A ironia disso é gargantual!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"Realmente ninguém entendeu a encarnação aleatória de um nerd clássico de anime na internet no senhor Carlos por um breve momento. Sabe, aquele tipo que aleatoriamente fala de animes a todos os momentos.&lt;br /&gt;"^_^ hj tava la loja vi miojo, igualzinho kinnikuman!!!!!!!!!!!!"&lt;br /&gt;"no dscrovey chanel tava tendo doc com pinguim, que nem em EVA!!! KAWAII demais ^_^"&lt;br /&gt;"hj vi uma menina na rua, de verdade!!! me lembrou muito love hina!!!"&lt;br /&gt;"SUGOI!!! hj vi um dinosauro matano aleatoriamente um cara com uma ropa bizarra de couro, foi moh GANTZ!!""&lt;/em&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31594117-1607234739177721034?l=danilopegadorpravaler.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danilopegadorpravaler.blogspot.com/feeds/1607234739177721034/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31594117&amp;postID=1607234739177721034&amp;isPopup=true' title='28 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31594117/posts/default/1607234739177721034'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31594117/posts/default/1607234739177721034'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danilopegadorpravaler.blogspot.com/2007/07/para-terminar-bonito-vamos-dar-luz-ao.html' title=''/><author><name>Danilo e o Fiel Hubert</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10883288226025422135</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>28</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31594117.post-1300577972060747075</id><published>2007-06-30T17:26:00.000+02:00</published><updated>2007-07-01T14:59:27.417+02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Vamos lá, vou escrever agora o que provavelmente será meu último post escrito na própria e famosa Terra das Loiras Selvagens, que já foi palco para uma quantidade exorbitral de aventuras bacanas. Fora toda a jambelagem (depois vou transformar esta palavra linda em um verbo, pra eu poder jambelar de geral) emocional que eu poderia ficar escrevendo aqui, descrevendo toda a nostalgia que eu sentirei no futuro ao pensar nas lindas tardes que eu passava só atualizando meu colossal diário blogosofórico do lado do Frederik, que solta o tempo todo os melhores comentários aleatórios acerca de qualquer que seja o jogo que ele estiver jogando, tenho que dizer que apesar de ser o último post escrito na Dinamarca, este não será o último post do blog como um todo. Tenho uma surpresinha guardada na manga, que eu vou soltar assim que tiver tempo de fazê-lo quando voltar pro Brasil. Só assim, "for sjov".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tá! Vamos fazer um capítulo porque eu gosto dos meus capítulos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Capítulo XLIV: O Último Capítulo!&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Ahem-hem. Sendo o último capítulo, vou resumir o que está rolando nesses últimos dias aqui de Dinamarca. Até aí nada de novo. MAS! Eu também vou fazer uma previsão mágica do que vai acontecer nos próximos últimos dias, que serão os últimos dias de verdade verdadeira! Feroz, não? Lad os kom i gang, så!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem! Então, até agora essa semana teve um certo jeito de funcionar que é mais ou menos assim. O dia se divide em duas partes, a primeira sendo o dia propriamente dito, e a segunda sendo à noite, não propriamente dita porque hoje em dia o sol só se põe as 22 horas, e quando bate meia noite, o céu ainda está claro. Na primeira parte do dia, eu vou de um lado pro outro na casa ou na cidade tentando resolver esses últimos detalhes estressantes que se precisa resolver antes de fazer uma viagem internacional. Nada de especialmente interessante, apesar de que de vez em quando isso significa ir comprar um monte de besteiras e souvenirs, além de dvds de filmes de dinamarqueses pirados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A segunda parte da noite é totalmente diferente, pois não tem nada de resolver nada. Tudo se resume a festar muito muito muito muito! Com pessoas de todas as nacionalidades possíveis, e sempre com uma quantidade alarmante de cerveja e outras bebidas alcoolicas só pra gente não perder aquele gostinho de estarmos no país com o maior consumo de bebidas alcoolicas por habitante. Mas antes de ir pra festancas alcoolicas, sempre uma festinha de família ou de pirralhinhos, onde entre outras formas fantásticas de "diversão", eu tive a chance de apanhar de garotinhas minúsculas que, por motivos que escapam minha compreensão mortal, aparentemente me amavam, e portanto tinham que me torturar o tanto quanto possível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem! Os próximos dias vão ser tipo assim:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amanhã - Na versão de família da festa do Lukas, vamos comer quantidades absurdas de comida e eu vou me despedir da maior parte dos membros da família, o que significa que as frases "Tak for i år" e "Det var en fornøjelse" e "Lad mig dog være i fred, din nar" vão ser repetidas várias várias vezes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de amanhã - Depois de uma despedida bonita e triste da minha família imediata, vou pegar meu trem extra-cedo para Copenhaguem sozinho, para chegar na bela cidade a tempo de passar na embaixada brasileira, pegar meus papéis, e com um pouco de sorte, também poder comprar umas tranqueiras dinamarquesas, antes de ir novamente para a estacão onde eu vou em encontrar com o resto dos intercâmbistas que vêm de trem. Muitos abracos e beijos e etc depois, a gente para o acampamento, onde a gente vai passar muito tempo curtindo a companhia um dos outros, escrevendo mensagens em bandeiras e livretos, fazendo promessas e mais promessas que apenas os muito fortunados vão cumprir, etc, etc, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de depois de amanhã - Mais acampamento, mais tristezas, mais alegrias, aniversário de uma brasileira muito amiga minha, muita confusão e tal e coisa. Pegar umas cocotinhas internacionais, talvez? Nunca se sabe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O temido dia da volta - Chorar bastante como uma garotinha?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O esperadissimo dia da volta - Ver toda a galera de novo WHOOOOOOO!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Valeu!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31594117-1300577972060747075?l=danilopegadorpravaler.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danilopegadorpravaler.blogspot.com/feeds/1300577972060747075/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31594117&amp;postID=1300577972060747075&amp;isPopup=true' title='4 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31594117/posts/default/1300577972060747075'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31594117/posts/default/1300577972060747075'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danilopegadorpravaler.blogspot.com/2007/06/vamos-l-vou-escrever-agora-o-que.html' title=''/><author><name>Danilo e o Fiel Hubert</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10883288226025422135</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31594117.post-9198818631336764859</id><published>2007-06-26T12:11:00.000+02:00</published><updated>2007-06-26T12:14:58.636+02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Ontem eu bebi uma cerveja alemã boa pra caralho com uma galera que eu não conhecia, mas que era gente boa mesmo. E tive a chance de ver uma brasileira dancando frevo nas ruas de Odense, que é algo que eu suponho que não acontece todo o dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estou pensando se eu dou um  pulinho em sjælland pra ir numa festa na praia com mais um tanto de gente que eu não conheco. De boua.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estou escrevendo aqui apesar de ter um bilhão e meio de coisas pra resolver. Duhr!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Quero ver todo mundo com a mãozinha pra cima, adorando o Cramunhão!"&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31594117-9198818631336764859?l=danilopegadorpravaler.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danilopegadorpravaler.blogspot.com/feeds/9198818631336764859/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31594117&amp;postID=9198818631336764859&amp;isPopup=true' title='1 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31594117/posts/default/9198818631336764859'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31594117/posts/default/9198818631336764859'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danilopegadorpravaler.blogspot.com/2007/06/ontem-eu-bebi-uma-cerveja-alem-boa-pra.html' title=''/><author><name>Danilo e o Fiel Hubert</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10883288226025422135</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31594117.post-6399554478196721382</id><published>2007-06-23T23:57:00.000+02:00</published><updated>2007-06-24T01:44:21.775+02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Então galera! Vou ver se faco um post aqui na alta. Bora lá então:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Capítulo XLIII: Estórias Aleatórias De Uma Semana&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então! Vamos comecar ao contrário que eu vou escrevendo enquanto vou lembrando dos causos. Acabei agora de voltar da floresta, onde tinham acabado de queimar uma bruxa de mentira numa fogueira gigante (afinal, que graca tem fazer uma fogueira sem queimar nenhuma bruxa nela?) para comemorar o dia mais longo do ano, enquanto bebendo uma cervejinha ou duas ou três ou até perder a conta. Claro que, tendo voltado de uma festa mais cedo no dia, e não tendo ninguém mais que a família com que ficar lá, não me embebedei loucamente, mas pude ver altos bebos engracados. E foi tipo isso. Só eu lá de boa, cansado, vendo bebos e uma fogueira enorme, sem fazer nada, sentindo saudade de uma festa junina e tal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A festa que eu fui ontem foi uma de uma brasileira, uma portuguesa e uma italiana que estavam organizando tudo juntas. Esquema clássico de festa de intercambistas aqui: beber pra caramba, comer pra caramba, dancar pra caramba, azarar pra caramba, pegar pra caramba, correr no mato pra caramba, subir em árvores pra caramba, brincar num balanco tosco pra caramba e finalmente fazer um ritual de invocacão para a Caramba pra caramba. Só diversão!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o que mais? Fui pra "cabaninha de jardim" da vovó e do vovô comer umas batatas espetaculares que haviam acabado de ser colhidas, assim como uma saladinha super bacana e fresquinha, e morangos fresquinhos também, ou seja, basicamente uma refeicão toda fresca e portanto meio boiola, mas que tava boa que só.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E eu fui pra Copenhaguem para resolver uns problemas com o meu "diploma" da escola e a porcaria do alistamento militar. Além de fazer as ditas coisas, tive a oportunidade de me perder por aí com uma brasileira de lá, que estava me acompanhando na hora de resolver essas porcarias, andar quantidades desnecessariamente grandes de metros e quilometros e eventualmente ir prum pic-nic dos intercambistas rotarianos da região, onde eu ganhei dois pedacos de bolo extremamente bons de uma americana que eu não conhecia, o que foi lucro total.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o trabalho, é claro, que como já explicado, foi só uma chance de ficar brincando no photoshop por horas fio por motivo algum.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este foi meu capítulo. O Gustavo agora tem um blog, que ainda está sem nada, mas ok, já é uma recomendacão minha que se passe lá para ver que doiduras o Japão tá oferecendo. E aí eu digo que acabei de tomar chá, só pra ter mais uma frase totalmente aleatória nesse parágrafo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então galera... Faltando só 12 dias pra voltar e tal... Tá tenso o esquema, como já diria um dos meus companheiros de aventuras daqui.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31594117-6399554478196721382?l=danilopegadorpravaler.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danilopegadorpravaler.blogspot.com/feeds/6399554478196721382/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31594117&amp;postID=6399554478196721382&amp;isPopup=true' title='4 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31594117/posts/default/6399554478196721382'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31594117/posts/default/6399554478196721382'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danilopegadorpravaler.blogspot.com/2007/06/ento-galera-vou-ver-se-faco-um-post.html' title=''/><author><name>Danilo e o Fiel Hubert</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10883288226025422135</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31594117.post-2960020747991525356</id><published>2007-06-18T17:59:00.000+02:00</published><updated>2007-06-18T19:29:36.667+02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Então galera, agora eu também sou um proletariado! Estou "trabalhando" numa empresa de tirar fotos de classes de escolas. "Trabalhando" entre aspas porque ninguém na verdade está trabalhando por lá nesse período, já que com todas as escolas de férias, nenhuma delas tem o menor interesse de pedir fotos de classes. O que significa que eu passo o dia inteiro aprendendo e brincando truques aleatórios de photoshop pra deixar uma imagem mais bonita, além de poder ver todas as confusões que eles fazem para imprimir as fotos em qualidades geniais que a maioria dos clientes nunca vai conseguir admirar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vou portanto hoje só escrever notas aleatórias de nada sobre nada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Okei, então o outro dia estou eu sentado aqui no quarto do Frederick, vendo tv e basicamente desperdicando meu tempo sem fazer lá muita coisa. Mas o destino tinha uma surpresa guardada para mim. O relógio de ponteiros pendurado na parede de repente solta um bastante sonoro "teco", que chama minha atencão. O relógio está parado.&lt;br /&gt;No exato momento em que decido voltar meu olhar para a tv, naquele minúsculo momento que existe logo antes de meu cérebo mandar um sinal para meus músculos se mexerem, o relógio ressoa mais um teco. E dessa vez, muito pelo contrário de ficar parado, ele volta a andar. Ou talvez devesse dizer, volta a correr, pois ele está indo em uma velocidade totalmente psica! O ponteiro dos segundos girava como... sei lá. Algo que gira muito rápido. O ponteiro dos minutos parecia um ponteiro de segundos em velocidade normal, talvez até um pouquinho mais rápido.&lt;br /&gt;Vocês podem imaginar a velocidade do ponteiro das horas!&lt;br /&gt;Depois do que eu imagino ser uns cinco ou seis minutos normais, que na velocidade brulesca do relógio foi algo como cinco horas, durante os quais eu estava completamente hipnotizado por este evento sobrenatural (quem quiser, imagine que tem uma pausa aqui onde toca o tema do Arquivo X), o relógio pára subitamente. O ponteiro dos segundos tenta ir para frente sem sucesso, apenas fazendo mais tecos esquisitos. Depois de mais umas 20 tentativas frustradas, o relógio pára de vez.&lt;br /&gt;Depois de 30 segundos de consideracão do majestoso poder metafórico do inexplicável evento, eu volto a ver tv. Tinha um programa com um cachorro lambendo suas partes intímas no ar que eu não queria perder.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obrigado e boa noite.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31594117-2960020747991525356?l=danilopegadorpravaler.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danilopegadorpravaler.blogspot.com/feeds/2960020747991525356/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31594117&amp;postID=2960020747991525356&amp;isPopup=true' title='8 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31594117/posts/default/2960020747991525356'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31594117/posts/default/2960020747991525356'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danilopegadorpravaler.blogspot.com/2007/06/ento-galera-agora-eu-tambm-sou-um.html' title=''/><author><name>Danilo e o Fiel Hubert</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10883288226025422135</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31594117.post-7490906853295698586</id><published>2007-06-09T19:56:00.000+02:00</published><updated>2007-06-13T07:39:42.513+02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;p&gt;A dor... A doooooor... Oh, que vidinha!&lt;br /&gt;No mais, vou ser muito muito rápido... Eu espero.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Capítulo XL: Bombanando Latinamente (Que É Um Capítulo Muito Pequeno Para Ser XL, Com Agradecimentos Especiais Ao "Lorde Voldemort" Pela Piada)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu já expliquei que festas intercâmbiais sempre se dão nos confins mais escuros e escondidos da Dinamarca, sim? Pois bem, é fácil de entender então até mesmo a menor confusão de trem enche qualquer pessoa de medo de perder uma boa festa e, como se não bastasse, gastar uma caralhada de dinheiro apenas para dar uma inútil volta de trem pela bela panquequinha que é este país. Pois é, isso aconteceu comigo de novo nesse dia. Mas tranquilo, de algum jeito, chegamos lá!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse fim do mundo era um dos fins de mundo mais bacanas que rolavam. O fato de uma pessoa ter que pegar dois trens e um ônibus para chegar até lá tornava todo o percurso uma alegria de preocupacão de se perder, também significava que tratava-se de um lugar totalmente isolado com uma natureza belissima nos cercando. E mesmo sendo de noite, o fato de que hoje em dia o sol só se põe às 22 horas fez com que o clima estivesse perfeito para uma churrascada! Pois, assim como eu, vários dos convidados decidiram trazer uma penca de carne, salsichas e pão pra jotalizar pra galera, o que garantiu que estávamos logo mais curtindo um jantarzão de primeiro nível com comida o suficiente para alimentar um exército de bestas maléficas infernais que cospem fogo por um ou mais de seus oríficios. Ou no caso, um batalhão de intercâmbistas latinos sul-americanos, uma meia dúzia de dinamarqueses, dois italianos e um cara da espanha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Okei, bacana, depois de jantar, como já tinhamos bastante "regatton" e outras músicas quentes latinas tocando, prontas para arrancar os impulsos mais instintivos de "latin lover" de todos os presentes, só faltava comecar a bombacão geral! E ora, isso é fácil, é apenas uma questão de beber pra caralho, certo? Bem, sim, normalmente. Mas por algum motivo, apesar de excessos de álcool abusivos, ninguém estava absurdamente "emborrachado" mesmo depois que nós limpamos toda a absurdez de álcool que tinhamos conosco. Mas e daí? Afinal, com todo mundo já meio caminho andado para a embriaguez, e sem mais nada para beber, não tinhamos mais nada para fazer além de bombacionar total whoo-whoo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fizemos isso então. Muita dancacão, muita azaracão, muita pegacão, muita conversacão com pessoas que não viamos a tempos, muita risada excessiva, muita diversão pra valer, até incluindo partes no maior estilo "luau", com a galera curtindo numa "náice" do lado de uma "fogueirinha" "esperta". Neste ponto, também, se fez juz ao nome do blog, se é que vocês me entendem. Detalhes ficam guardados para depois, já que é bom manter um certo nível de discricão no blog, e eu preciso ser rápido, e ficar explicando esses esquemas demora um tempo. Especialmente quando se trata de mim. Mas digamos que o placar está Itália 1 - 1 Dinamarca, beleza?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No dia seguinte, galera cansadona de festanejar tanto, voltando para casa estrupiados de cansaco e sono, pegando ônibus e trem e deus sabe mais o que. Eu em específico, voltando junto com o bom e velho bróder Dani(el), o espanhol, conversando muito em espanhol, que atraiu a atencão de um desses adoráveis bêbados aleatórios, que comecou a tentar falar espanhol com a gente, apesar de mal conseguir falar direito o próprio dinamarquês, ou se manter de pé num trem em movimento. Claro que se tratava de um comédia total, com uma grande estória de vida para contar a todos que tivessem o interesse de ouvi-la. Afinal, estamos falando de um alemão que abriu dois bares na espanha e lá morou por alguns anos, até que um dia ele conhece o amor de sua vida que, sem dúvida, vêm da Dinamarca, e é neste ponto que ele se manda para estas terras daqui. Contudo, o amor da vida dele se manda (não sei exatamente o que significa isso, mas ok), o que inevitavelmente leva ele a andar bêbado por aí com seus companheiros de bebida, e entrar em trens aleatórios para tentar conversar com pessoas em espanhol.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alegria!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Capítulo XLI: Danmarkstur, Uma Viagem Bacana Pela Dinamarca Com A Galera Intercâmba.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dois dias depois de nosso episódio latino bombante, estou eu e a tal "brasileira-que-mora-perto-de-mim" nos mandando para Svendborg para ir numa incredibulosa viagem pela Dinamarca para ter muita muita curticão. E beleza, já chegando em Svendborg, comprimentamos o pessoal intercambista com muito carinho para matar a saudade, pois agora estamos já todos muito muito dramáticos com a proximidade de nossa volta. Depois disso, foi apenas a simples questão de esperar uma horinha pelo ônibus que se atrasou por causa de uma moca qualquer, e comprimentar ainda mais calorosamente todos os outros intercâmbistas que vieram junto com o ônibus quando este chegou, pois a maioria destes fazia muito mais tempo que não viamos. Depois de muito abraco e beijo, nos mandamos para o fantabuloso Egeskov Slot, onde comemos nossa comidinha preparada, curtimos nossas novas companhias e depois nos perdemos nos lindos jardins e salas do castelo, curtindo o super clima de verão que estava comecando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de uma alegriazinha andando pelo castelo, nos colocamos de novo no ônibus, para mais conversa, zuagem, cantagem e curticão generalizada, quando finalmente chegamos na escola onde iriamos pernoitar, pois sim, tinha que ser uma escola para garantir que tivessemos um monte de lugares bacanas onde a galera poderia se "hyggear" às favas, ou jogar altos esportes, ou sei lá. E sim, esta, assim como todas as escolas, eram o lugar perfeito para isto. Esta, com várias salas abertas, um campo de basquete do lado de fora, e o parquinho de bincar mais futurista que existe, que mais parecia uma escultura de arte assustadora, ou uma máquina maléfica de machucar criancinhas, mas que no final das contas era simplesmente um dos melhores lugares que existiam para sentar e relaxar e curtir numa boa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Okei, então jantamos, e é na hora do jantar que o nosso tal cara-guia nos explica que esse era o esquema que iria rolar todo o dia: acordar às 6 da manhã, tomar café-da-manhã e preparar o lanchinho do almoco, empacotar tudo e se mandar às 8 com o ônibus para ir ver o que quer que seja que estivesse no programa para o dia, até mais ou menos as 16 horas, quando nos botavamos no ônibus de novo e iríamos em direcão à escola onde pernoitariamos, chegando lá às 17-18 horas, o que sempre nos dava muito tempo para relaxar, conversar e hyggear antes de ir dormir, tendo o jantar às 19 horas, e chá e bolo às 22:30, sempre com o limite de ir dormir às 23 horas, menos na sexta, o último dia, quando teríamos a permissão de ir dormir quando nos bem entendessemos, o que significa que teria bombacão extra nesse dia, que será rapidamente descrita depois.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então só vou falar sobre os lugares turísticos bacanas que visitamos, apesar de que não faltaram acontecimentos muito muito legais nas estadias nas escolas, como a aparicão de menininhas dinamarqueses aleatórias, doidas e preconceituosas, que achavam que, por estarem conversando com estrangeiros burros, elas poderiam nos enganar e nos convencer de que elas eram extraterrestres, o que foi ao mesmo tempo extremo cômico e extremo irritante em certas partes. E também teve a outra bela parte em que, novamente, se fez juz ao nome deste blog! O placar oficial é agora Itália 2 - 1 Dinamarca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas bem, voltando ao ponto. Atracões turísticas!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Primeiro, uma navegada feliz e contente até o incredidabilissivel Himmelbjerg, o segundo ponto mais alto da Dinamarca nos seus incríveis 160 m de altura! Uauauau! Na verdade, apesar de toda a ironia de quão baixinho é o ponto mais alto da Dinamarca, até é bem legal o lugar mesmo. A escaladinha até o topo me lembrou um pouco as trilhas que tem em pirenópolis, com a pequena diferenca de que aqui, não se chegava numa caichoeira linda depois das escaladas, mas sim num lugar alto de onde você pode ver uma paisagem linda linda, e onde tem uma torre de onde se pode ver ainda mais paisagem linda linda, e ainda comprar um monte de tranqueiras. Eu até pude penchinchar lá, whoo!&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Segundo, ir para Århus ver Den Gamle By, que se não era absurdamente emocionante por conta própria (pelo menos não para um grupo de jovens com sede de aventura), era um lugar bonito e simpático onde podíamos nos hyggear e curtir a vida, e o tempo bom que comecou a fazer. Além de ter um parque de diversões antigo que apesar de rídiculo, era a maior alegria. Assim terminamos o primeiro dia.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Ir para Skagens gren, que é basicamente o ponto mais norte da jutlândia, cuja a grande diversão é estar numa praia que tem uma ponta, onde dois mares quebram de cada lado. No tempo ótimo que estava fazendo, praia foi uma alegria completa, mesmo com a água numa temperatura absurdamente baixa, baixa o suficiente para até ter focas! Muito curtiloso, bonito e feroz. &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Depois, para uma tal Mårup kirke, que se tratava basicamente de uma igrejinha totalmente fudida e lascada que fica próxima de um grande desfiladeiro que dá para o mar, que está se erodindo gradualmente, o que significa que ele eventualmente vai engolir a igreja. Fora essa história bacana, onde uma igreja eventualmente vai ser engolida pelo mar, era uma paisagem muito incrível. &lt;/li&gt;&lt;li&gt;E de lá, para o Rubjerg knude, uma grande e divertida duna de areia, onde rolava de fazer uns esquibundas extremamente "estáiles" se você fosse radical o suficiente, ou simplesmente suicida. Também com uma super paisagem, especialmente legal gracas ao tempo bom. E assim terminou o segundo dia. &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Comecando o dia, Mønsted kalkgruber, uma grande caverna de mineracão que está sempre a 8 graus celsius e tem sempre um indíce de água no ar de mais de 95%, o que significa que tem uma penca de queijo lá guardada, além de uma penca de morcegos hibernando no inverno, além de uma penca de intercâmbistas explorando as cavernas e curtindo o senso de aventura, fazendo altas piadas à respeito da criatura das profundezas que iria matar a gente, no melhor estilo de "filme de terror com um monte de jovens". E tomando sorvete!&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Depois, o Fiskeri- og Søfartsmuseum, ou seja, o museu da pescaria e navegacão, que era bacana porque tinha uma vaca pendurada, que é algo já aceito por todo o mundo como algo necessariamente engracado, além de aquários com focas, peixes e minks e todo o outro tipo de animal bacana e bonito e cuti-cuti do mar. Mas, como ficamos lá por muito mais tempo do que é interessante ficar olhando para animais pendurados e afins, fomos para uma praia que tinha lá perto e curtimos ainda mais o tempo bom, numa náice!&lt;/li&gt;&lt;li&gt;E na escola, tivemos a possibilidade de nadar numa piscina coberta. Whooo! Terminamos o dia aqui.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Já no outro dia, ir para Ribe, que é uma cidade muito simpática, com uma igreja com uma dessas torres que tem uma paisagem linda, mas que demanda que você suba uma cacetada de escadas para curti-la, mas que tanto faz, por que cacetadas de escadas não fazem mal. Depois de curtir lá um pouquinho, era hora da...&lt;/li&gt;&lt;li&gt;LEGOLÂNDIA! Whooooo! Na verdade a legolândia nem é tão extrema assim, já que a maioria das atracões é feita para criancas. Mas mesmo assim foi muito feroz, pois a legolândia tem dois grandes trunfos: o primeiro é a colecão de coisas muito feras construídas de lego, desde as miniaturas enormes e perfeitas de partes de cidades famosas, onde os carros e barcos andam por aí perfeitamente de uma maneira muito bacana. E a segunda é a incrível atracão do "Power builder", onde você monta o modo como um enorme braco mecânico vai te jogar de um lado para o outro e te girar por aí, o que é MUITO divertido! Além do que, é a legolândia porra, tem que ser curtida! E foi! Muita alegria! &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Também é nesse dia que temos bombagem extra a noite por não termos hora certa de dormir. Bem, gostaria de poder contar que foi uma noite de selvageria louca, mas temo que devo dizer que acabou virando, em algum ponto da noite, jogagem de verdade ou consequência, o que sempre dá aquela sensacão meio zela na vida. Mas tudo bem, porque deu pra fazer umas consequencias engracadas e, gracas a mim, transformamos o jogo de verdade ou consequência numa simples roda de contar episódios bastante vergonhosos de nossa vida, o que permitiu que pudemos ouvir muitas estórias muito engracadas! E em algum ponto, terminamos o dia. &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Último dia se resumiu a ir para a casa de H.C. Andersen, sem curtir demais pois já estavamos deprimidos com a idéia de que todos iamos embora voltar para nossas vidas normais, e muitos de nossos ons companheiros de viagem a gente só vai ver de novo no último acampamento (haha, que merda, até de só escrever isso eu comeco a chorar). Muita muita tristeza e carinhos e abracos e beijos, despedidas emocionantes, promessas e mais promessas, dor e mais dor. Eu, sendo de Odense, me dei o direito de me despedir de todas as pessoas até o último momento, esperando junto com eles por seus trens, naquele silêncio triste, mas bonito, que existe entre pessoas que se adoram e precisam se separar, e que estão sentindo exatamente a mesma dor, e que não podem fazer mais nada além de dar gracas aquele pequeno momento que eles ainda tem para aproveitar a companhia um dos outros. Tristeza, tristeza, tristeza...&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E aí eu voltei para casa, onde a família estava terminando de comemorar o aniversário de Frederick, e comemorei o que ainda restava da festa com o que ainda restava dos convidados, apesar de meu estado emocional e físico um tanto abalado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Capítulo XLII: Odense Zoo&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tinha muitos animais lá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;É galera... Estou na parte da dureza, em que tenho que ter aquela consciência de que o assim chamado melhor ano da minha vida está acabando, e ao mesmo tempo mal posso esperar para voltar logo pra casa e para todos os meus amores daí, e matar todas as saudades, como aquele carangueijinho delicioso que estava faltando nas praias que visitamos, hehehe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um abracão e/ou um beijo enorme para todos que eu tive que deixar para trás aí, saudades enomes de todos... &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31594117-7490906853295698586?l=danilopegadorpravaler.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danilopegadorpravaler.blogspot.com/feeds/7490906853295698586/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31594117&amp;postID=7490906853295698586&amp;isPopup=true' title='12 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31594117/posts/default/7490906853295698586'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31594117/posts/default/7490906853295698586'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danilopegadorpravaler.blogspot.com/2007/06/dor.html' title=''/><author><name>Danilo e o Fiel Hubert</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10883288226025422135</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>12</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31594117.post-7718318915350251749</id><published>2007-05-29T12:59:00.000+02:00</published><updated>2007-05-30T11:40:08.653+02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>To: Galerinha de du mal&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;From: Hubert, o amigo corcovado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Capítulo XXXIX: Um Relato De Ilhas Distantes Contado Sem Oracões Subordinadas Ou Sujeitos.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acordar. Comer café-da-manhã. Andar. Comprar alguma comida para uma viagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fazer malas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esperar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Andar de bicicleta até a estacão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esperar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pegar um trem. Jogar cartas com desconhecidos. Ver uma "menina-joaninha" (que até era gatinha [fazer piadas infames agora!]). Ver caubóis e gente com perucas. Rir!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ouvir "jutlândes". Rir!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pegar uma balsa. Ouvir metal. Ouvir Madonna. Comer gummy bears: Prazer!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pegar um trem. Fazer piadas. Rir!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Encontrar seu "irmãozinho". Encontrar seus "pais". Ver uma cidade rústica destruída.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jantar. Jogar Uno. Jogar Xadrez. Jogar Super Trunfo. Ler. Conversar. Rir. Dormir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acordar. Comer café-da-manhã. Enrolar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pedalar. Pedalar. Pedalar. Pedalar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ver uma praia lascada na chuva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pedalar. Pedalar. Pedalar. Pedalar. Pedalar. Pedalar. Pedalar. Pedalar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ver um cinema minúsculo desatualizado. Ficar sedento. Ouvir seu irmão dizer que esqueceu o dinheiro. Decepcão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pedalar. Pedalar. Pedalar. Pedalar. Pedalar. Pedalar. Pedalar. Pedalar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ter dores horrorosas na bunda. Reclamar. Cochilar. Jogar xadrez. Jogar uno. Jantar. Ler. Dormir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acordar. Tomar café-da-manhã.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pedalar. Pedalar. Pedalar. Pedalar. Pedalar. Pedalar. Pedalar. Pedalar. Pedalar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ver aguá suja evaporando. Ver montes de sal. Ver campos inundados de uma torre de madeira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pedalar. Pedalar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tomar um refrizinho com os bróders. Comer uns chipzinhos com os bróders. Ver o "bróderzinho júnior" dancar biboladamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pedalar. Pedalar. Pedalar. Pedalar. Pedalar. Pedalar. Pedalar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arrumar a casa. Lavar pratos. Empacotar pertences. Entrar no carro. Se mandar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ver um "Forrest Gump". Assistir Shrek 1. Assistir Shrek 2. Chegar em casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Okei! Aí então está minha saga em Læsø contada de uma maneira artística/preguicosa/besta, já que realmente é difícil pensar em detalhes e outras coisas engracadas de se escrever aqui acerca dessa visita à ilhazinha. Adianto, já desde agora, que as mentes pérfidas de alguns leitores vão criar uma versão distorcida de minha história a partir de certos detalhes, como a parte na dor na bunda. Garanto que se trata de algo infinitamente inocente, mas sei que agora já tá tarde e que a merda que se tinha para pensar, já foi pensada, então é melhor simplesmente deixar para lá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Coisas mais emocionantes vem mais tarde, eu espero.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31594117-7718318915350251749?l=danilopegadorpravaler.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danilopegadorpravaler.blogspot.com/feeds/7718318915350251749/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31594117&amp;postID=7718318915350251749&amp;isPopup=true' title='24 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31594117/posts/default/7718318915350251749'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31594117/posts/default/7718318915350251749'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danilopegadorpravaler.blogspot.com/2007/05/to-galerinha-de-du-mal-from-hubert-o.html' title=''/><author><name>Danilo e o Fiel Hubert</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10883288226025422135</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>24</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31594117.post-4921561750152611338</id><published>2007-05-21T13:44:00.001+02:00</published><updated>2007-05-22T12:17:04.074+02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>And now, for something completely different...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O meu tio Badolé me deu um banjo. O banjo se chamava Julio e passava os dias correndo atrás de seu próprio rabo, pois ele achava que era um cachorro. Seu melhor amigo era o tridente Faisão, que achava que se ele falasse o nome dele três vezes, faria cocô nas calcas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se bem que... talvez isto não esteja certo... Depois de tantos dias perdido e trancafiado neste masoléu maldito, posso já ter perdido minha sanidade. Não seria tão ruim se as paredes parassem de olhar para mim com esse sorriso sádico... Mas elas não param... Elas estão sempre atentas, alertas, atentas, alertas, atentas, alertas...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;**::Julio::** says:&lt;br /&gt;like, dude, wtf is wrong with him today?&lt;br /&gt;Faisão -rocken'roll allnight!- says:&lt;br /&gt;dunno... i've alwys found that the walls are very nice people, lookin' after us n all&lt;br /&gt;Faisão -rocken'roll allnight!- says:&lt;br /&gt;but then again, sometimes they do look pretty fixed at my crotch&lt;br /&gt;**::Julio::** says:&lt;br /&gt;lol, i do that too!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Capítulo XXXVII: Que Teve Uma Introducão Um Tanto Esquisita&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Nada de aulas na quinta e na sexta significa, necessariamente, que um cara como eu tem que ir para uma festanca para curtir e tal all night long! Entendam que um cara como eu é um cara que está absurdamente desesperado para aproveitar o pouco tempo que ainda lhe resta nas fantabulosas terras da Dinamarca. O que significa que esta festa, então, era uma festa dos intercambas!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Festa de intercamba, contudo, conta com um pequeno problema: ela necessariamente se acha nos confins do mundo, pois é apenas no meio do nada que nós, pobres criaturas, conseguimos arranjar espaco para bombacionar tudo até não poder mais! Isto na verdade é meio mentira, mas não era desta vez, então continuamos com a pequena questão de chegar no lugar em jogo. Exceto que na verdade não, pois a dona da festa, a já conhecida, gracas ao famoso capítulo XII, Jessica, tomou o cuidado de planejar como poderia se chegar naquele fim de mundo que é a casa dela. Desde que soubessemos sozinhos chegar à estacão de Odê, tinhamos todas as instrucões a partir de lá, e a primeira dessas é "pegar o ônibus no. não-sei-quanto às tantas horas".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isto significa que, na batida das tantas horas, lá está uma pequenina horda de intercâmbistas, prontos para festar e já curtindo numa nice, felizes e alegres em se ver novamente depois de meses sem a companhia um dos outros. E é óbvio, toda essa alegria e felicidade é tão forte que nos forca a conversar freneticamente sobre tudo o possível, sem nem mesmo conseguirmos desviar a nossa atencão de nossos colegas por tempo o suficiente para entrar no ônibus. O que é realmente algo estúpido, já que logo mais, este comeca a ir embora sem a gente! Claro que, vendo isto, todos acordamos repentinamente e percebemos que iriamos perder o ônibus, e pedimos para entrar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de alguma confusão com uma motorista xarope, uma andadinha de ônibus, e uma andadinha de carona, estamos no local da festa! Ainda com muita curticão intercambial, agora com a adicão de alguns e algumas dinamarqueses, que a galera comecou a conhecer e tal. Bem, então damos uma sentadinha, comemos uns chips, depois jantamos, depois conversamos um pouquinho mais e tal e coisa. Mas aí, depois dessa enrolacão toda, tá na hora de por gás na festa! Abre-se o bar, espalha-se a cerveja e os drinks, e tasca-lhe tecno ruim!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, quando eu disse que rolava uns dinamarqueses que a galera comecou a conhecer, isso também quer dizer que rolavam duas loirinhas de alto nivel com quem comecei a conversar e, com a prensenca dos outros homens para ficar dando pilha e fazendo pressão social, dar em cima. "Aha!" certamente pensarão alguns "Me lembro bem do Danilo ter mencionado que rolou azaracão e pegacão quando ele comentou esta festa na última postagem! Tem coisa vindo aí!". Bem, de fato, como dito, azaracão teve bastante, o que realmente não devia ser mais surpresa para ninguém, pois já não foram poucas as vezes que azarei por aí aqui na Dinamarca. Mas também não deve ser surpresa que eu não peguei ninguém, por que também, não terá sido a primeira vez que minhas azaracões não deram certo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não rolar a pegacão para mim não foi falta de boa vontade e esforco. A triste verdade se revela de que dinamarquesas não são tão fáceis assim, já que não só eu, mas também os outros brazucas e latinos da festa, falharam em seduzir as loirinhas antes de elas irem embora um tanto quanto antes da festa terminar, ou sequer comecar a terminar. O que significa que já não se sabe mais do que se trata toda a pegacão previamente mencionada. Ah, bem, na verdade se sabe sim, acho que todos sabemos que não se junta um monte de intercambistas bêbados em uma sala sem que comece a rolar um clima de "love".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É aí também que rola a parte meio zela da festa. Pois bem, depois de tentativas falhas de azaracão, me descubro relativamente sóbrio no meio de uma festa onde todos estão ou irremediavelmente bêbados e se pegando loucamente, ou irremediavelmente bêbados e desmaiados ou vomitando. Então sou forcado a passar o resto da noite falando com as poucas pessoas conscientes que não estavam com a boca ocupada, ajudando a limpar vômito de todos os lugares palhas possíveis (como por exemplo de dentro dos sapatos da galera), e correndo no mato com uma galera aí que queria correr no mato sem nenhuma razão específica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah, okei, acho que estou reclamando demais. Foi na verdade um tanto divertido, já que, quando as pessoas paravam de enfiar suas línguas uma na garganta das outras, deu pra ter umas conversas legais e ouvir umas histórias engracadas, dancar com meninas bonita e falar um monte de besteira. E o negócio de correr no mato foi mais divertido do que parece. Mas enfim, assim foi indo, até meis ou menos umas 6 da manhã, quando quase todos estavam desmaiados em todos os lugares possíveis. Eu, por outro lado, não estava desmaiado em nenhum lugar, o que significa que eu não tenho, em absoluto, nenhum lugar onde dormir propriamente. Então, depois de me preparar uma pseudo-cama um tanto quanto desconfortável, fico tentando descansar ou dormir o quanto possível, conversando eventualmente com as pessoas aleatórias que não estavam desmaiadas, até às 9 da manhã, quando todo mundo meio que acorda de repente para curtir um pouco mais e, quem sabe, voltar para casa, porque não?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois então, depois de um powers-breaksfasts, a parte latina da galera* se manda de novo para pegar o ônibus até Odense. E ora bolas, se já estavamos em Odense, por que não dar uma caminhada por aí e curtir a cidade, antes de nos separarmos novamente? Sim, adicionando-se mais uma galerinha à nosso grupo, saímos para vagar em Odense, comer um "kebab" extremamente ruim, naturalmente recomendado pela brasileira meio "durh" que mora aqui também, e visitar a casa do H.C. Andersen, só curtindo o tempo bom e a boa companhia, também numa nice. Depois de muita enrolacão com a galera, esperadas na estacão de trem, despedidas e diversão, finalmente chego em casa, as 4 horas da tarde, momento a partir do qual meu grande desafio para o resto do dia é me manter acordado até ir dormir cedo o suficiente para me mandar para Copenhagem de manhã cedo no dia seguinte. O que aliás é o tema do próximo capítulo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_0J_NhTaZ9mM/RlK-MaQh1oI/AAAAAAAAAD8/6EKcSdK-Oys/s1600-h/DSCN1501.JPG"&gt;&lt;p&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5067321651161585282" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_0J_NhTaZ9mM/RlK-MaQh1oI/AAAAAAAAAD8/6EKcSdK-Oys/s320/DSCN1501.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Capítulo XXXVIII: Nas Palavras do Grande Sábio Forrest Gump, Em Versão Traduzida Por Mim A Pedidos do Freds - Merda Acontece!&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda meio detonado da maratona descrita no capítulo passado, me levo até a estacão de trem novamente, com minha querida bicicletinha, impulsionado tão somente pelo desejo de dar uma curtida bacana em Copenhagem, onde encontro uma pequena penca de italianos e outros amantes latinos que também se dirigiam para lá, também detonadinhos mas também inspirados com um dia de diversão que nos esperava pela frente. Com a galera reunida**, nos mandamos no trem onde já comecamos as boas vibracões do dia com conversas animadas, comentários e piadas a respeito da festa do dia anterior, complementados por várias fotos da mesma, para dar aquela refrescadinha na memória e aquele gostinho bacana de "quero-mais-farra". Assim, chegando em Copenhagem, estamos em alto ânimo, mesmo quando pegamos o ônibus errado, que com sorte, dessa vez, tinha um motorista gente boa que compartilhou nosso bom humor achando muito engracado nosso erro. Depois de uma rápida troca de ônibus, chegamos finalmente no que era nosso objetivo, e o motivo porque tantos intercambistas aleatórios haviam se mandado para a capital da Dina: o Jubileu de 50 anos do AFS! Tchanams!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;**&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_0J_NhTaZ9mM/RlK8RqQh1nI/AAAAAAAAAD0/ZuSHCWuBXQU/s1600-h/DSCN1507_edited-1.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5067319542332642930" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_0J_NhTaZ9mM/RlK8RqQh1nI/AAAAAAAAAD0/ZuSHCWuBXQU/s320/DSCN1507_edited-1.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Sim, tal qual meu irmão, também tive a sorte de parar num país que comemorava aniversário de AFS, que significa necessariamente algum tipo de evento para juntar a galera e curtir. Havia quem esperasse uma grande festa, ou pelo menos uma grande reunião, com comida e bebida às favas, e com um pouco de sorte, talvez uma ou outra surpresa aleatória de natureza desconhecida. Bom, foi "quase" isso, só que ao invés de comida e bebida às favas, só rolava um pãozinho com manteiga e chá que não era nem o suficiente para uma de nossas reuniões regionais, e de surpresas aleatórias de natureza desconhecida, só rolou uma apresentacão Thai, que por não ser no estilo Ong-Bak, não foi extremamente ferociosa. Ah sim, que tolinho, quase me esqueci, também rolou um MEGA SHOW BOMBACIONANTE WHOOO WHOOO***!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;***&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_0J_NhTaZ9mM/RlK5G6Qh1jI/AAAAAAAAADU/enTstp0mg9s/s1600-h/DSCN1528.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5067316059114165810" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_0J_NhTaZ9mM/RlK5G6Qh1jI/AAAAAAAAADU/enTstp0mg9s/s320/DSCN1528.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Errh... Okei, isso é um certo exagero. Não foi mega, não foi bombacionante o suficiente para receber dois whooo's, e definitivamente não foi animal o suficiente para se escrever em caps lock. Mas nem por isso não foi fera! Sim, havia, de fato, uma bandinha bacana aí, que por mais absurdo que seja, tocava uns tecno-dances, mas tudo bem, porque eles só mandavam as tecno-dances ferozes (talvez eu tenha perdido a sanidade, depois de tanto tempo numa terra onde Basshunter é algo mainstream, e ache que tecnos-dances ruins sejam ferozes, quem sabe?) e a vocalista cantava extremamente muito bem, além de ser gatinha! Bem, se juntando as boas vibracões da banda com as boas vibracões da galera intercamba, logo mais nos achamos numa super bacana dancaria internacional****, mesmo sendo no meio do dia, do lado de fora, no meio da chuva e do tempo ruim! Alegria generalizada total, com ainda mais alegria por ter a chance de rever galera que não se via desde o primeiro acampamento! Curticão total*****!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;****&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_0J_NhTaZ9mM/RlK51aQh1kI/AAAAAAAAADc/kehjq6cyDbQ/s1600-h/DSCN1514.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5067316857978082882" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_0J_NhTaZ9mM/RlK51aQh1kI/AAAAAAAAADc/kehjq6cyDbQ/s320/DSCN1514.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*****&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_0J_NhTaZ9mM/RlK6aaQh1lI/AAAAAAAAADk/v8208o2nsHY/s1600-h/DSCN1530.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5067317493633242706" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_0J_NhTaZ9mM/RlK6aaQh1lI/AAAAAAAAADk/v8208o2nsHY/s320/DSCN1530.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, como tudo que é bom acaba, a banda acaba em breve seu show e o AFS comeca a desmontar o palco e as tendinhas que eles tinham instalado, e depois de uma breve cantoria mal cantada mas extremamente bonita de qualquer jeito dos italianos, o evento está terminado. A partir daí, bem, éramos um grupo extenso de jovens numa cidade grande e desconhecida, com uma sede de aventura incomparável. Estava portanto, na hora de vagarmos aquela cidade até ela não aguentar mais! Vagando e aprontando, pegando metrôs e ônibus, conversando e zoando, andando e cantando, fomos todos nós por aí. Naturalmente, como era um grupo grande, nos dividimos de acordo com nossos interesses diferentes, e nos espalhamos pela cidade, eu andando com os brazucas. E, porque não, falando em brazucas, mais brazucas!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim, esbarramos em um casal de brasileiros, que também moravam na dinamarca, e eram conhecidos de um dos caras de nosso grupo. Um tanto simpáticos e, como qualquer pessoa legal que se preze, sempre disposta a parar um dia de turistagem animal para conversar um pouco com uma turma de brasileiros aleatória, eles nos contam que, de todas as coisas possíveis que poderiam estar acontecendo em uma das pracas mais importantes de Copenhagem, naquele exato momento o que estava rolando era um ensaio de uma escola de samba! Uou! Claro que fomos atrás de ver isso, pois não poderiamos perder a oportunidade não apenas de ouvir música brasileira e ativar aquele tantinho de patriotismo que temos, mas também de ver como é que dinamarqueses se viram tentando dancar samba******!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;******&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_0J_NhTaZ9mM/RlK7CKQh1mI/AAAAAAAAADs/qyWyAR-DsF0/s1600-h/DSCN1540.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5067318176533042786" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_0J_NhTaZ9mM/RlK7CKQh1mI/AAAAAAAAADs/qyWyAR-DsF0/s320/DSCN1540.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Também fiz um vídeo rápido de qualidade duvidosa que está aqui:  &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=fdMey-0-E5Y"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=fdMey-0-E5Y&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E sim, fazendo uma barulhada extrema enquanto atravessando às ruas, atraindo toda a atencão para si, para o desespero dos outros artistas de rua que não estavam lá muito animados com essa competicão injusta, acompanhamos de perto o ensaio desta escola de samba, ao mesmo tempo que passavamos em várias lojas de souveniers para ver se arranajavamos coisas bacanas para comprar e tal. Como consumidores atentos, passamos em todas as lojas de souvenirs antes de nos decidirmos ir comprar em uma específica, mas esse infelizmente foi nosso grande erro, pois quando finalmente vimos todas, elas comecaram a fechar e não conseguimos comprar nada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, é a vida! Com as lojas mais interessantes fechadas, e com as pernas cansadas de tanto andar, somos forcados a dar uma sentada no meio de uma outra praca grande, e ficar relaxando, o que dá muito certo, pois repentinamente os nossos "hermanos", os outros intercambas latinos, assim como o grupinho Austrália/Nova-Zelândia, dão as caras lá, e podemos sentar todos juntos e combinar a programacão da noite juntos, enquanto curtiamos o tempo bom e proseavamos. Depois de bem duas horas de preguica de se levantar daquela praca, finalmente resolvemos ir adiante, e dessa vez eu vou-me acompanhando o grupo latinos/australiana/novo-zeolandeses, junto com uma única outra brasileira que também estava mais afim de andar no grupo novo. Depois de mais caminhadas e um jantar, já está bem na hora de comecarmos a bombacionacão da noite. Então, para a alegria da australiana, vamos para o famoso Australian Bar, popularmente conhecido como A-bar!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois então, é agora que eu quero chamar novamente a atencão de vocês para o título deste capítulo. Não sei quem notou, mas o título deste capítulo, resumido, é "Merda Acontece", que é a traducão do termo "Shit Happens", que normalmente se usa quando coisas ruins que não podem ser evitadas acontecem. Assim, a partir deste momento, a merda vai acontecer, apesar de que ninguém perdeu o bom humor enquanto ela acontecia. Dito isto, vamos em frente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois bem, vamos no bar então, e curtimos um pouco jogando bilhar, dancando, bebendo de leve e proseando. O problema vêm quando o pessoal comeca a decidir ir para casa, o pessoal sendo mais especificamente quase todos os brasileiros. Para eles, voltar para casa era a simples tarefa de pegar um ônibus, já que todos estavam ficando na casa de um deles que morava por perto. Para mim, que não consegui arranjar onde ficar, já que todas as casas de todas as pessoas já estavam cheias, a tarefa era pegar um trem, que é algo um pouco mais complexo à noite. Ou aliás, na verdade nem o é, mas se tornou. Compreendam que já a meia-noite eu estava com uma boa vontade de voltar para casa, ainda um tanto estrupiado da festa de quinta. Mas, perguntando no bar, descobri que o último trem que ia para Odense aparentemente já havia partido, o que era uma grande merda pois assim só os deuses sabiam quando é que o próximo ia passar. Mesmo assim, eu e o outro brasileiro, que também tinha que pegar um trem para voltar, vamos junto com os outros brazucas para a estacão, para checar os horários dos trens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E que surpresa! Tinha um trem partindo em dois minutos, estavamos salvos! Ou... será mesmo? O grande e poderoso Deus da Merda que Acontece, soberano de todos os defeitos, falhas, incompreensões e atrasos, decide que este não seria o trem para nós. Assim, o cartão de crédito de meu colega falha horrivelmente na tarefa de comprar um bilhete, e achando palha deixar o cara sozinho perdido na estacão, perdemos ambos o trem. Mas, sem desespero, ainda havia um trem saindo às 2 da manhã, o que não é exatamente o mais legal, mas estava longe de ser a pior hipótese. Bem, sem vontade de passar 2 horas esperando na estacão, damos uma ligada para os latinos, para descobrir onde estavam e nos encontrarmos com eles. Acreditando que seria em um lugar bem pertinho, vamos atrás deles com as instrucões pouco especificas mas suficientes para se achar o lugar em que estavam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O lugar bem pertinho era um mais ou menos longe, mas tudo bem, descobrindo que eles também estavam de caminho para casa, daria seguramente tempo de chegarmos na estacão e pegarmos o trem todos juntos. Porém, novamente, a intervencão divina faz com que um dos latinos comece a passar muito muito mal, fazendo com que ele mal conseguisse andar. Somando isso às despedidas bêbadas de um chileno que estava um tanto emocional, terminamos perdendo muuuiiito tempo no caminho de volta para estacão, o que significa que nosso trem das duas se foi sem nós.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então lá estávamos, irmãos da américa do sul, no meio de Copenhaguem com a necessidade de pegar o próximo trem, que só passava às 5 da manhã. Ora, tudo bem, enrolamos mais, vamos de um lado pro outro, comemos um cachorrinho quente, passamos o tempo e finalmente pegamos o trem às 5, certo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ERRADO! O trem das 5, foi decidido por forcas superiores, só passava de segunda à sábado, e se tratava de uma bela manhã de domingo que "aproveitavamos" neste ponto. Cansados, estrupiados, moralmente abatidos e azarados, ficamos assim à espera do trem das 6 horas... Neste ponto, o Deus da Merda que Acontece decidiu que já bastava, e que poderíamos comecar nossa jornada para casa, o que significa que os mais sortudos, como eu, pegariam o trem, pedalariam um tantinho e chegariam em casa às 8 da manhã, enquanto os mais azarados pegariam o trem, alguns ônibus e andariam 10 kms e chegariam em casa às 11 da manhã. Chegar em casa foi quase a mesma coisa que receber a bencão divina da morte, com a pequena diferenca que eu acordaria 6 horas depois para tentar gastar energia o suficiente o resto do dia para ir dormir em horário decente para ir para a escola no dia seguinte. Estado de zumbi!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, como dito antes, não perdemos o bom humor, apesar de toda a merda que acontece! Durante todas estas viradas do destino, andavamos por Copenhaguem no melhor dos humores que a situacão permitia, fazendo várias piadas toscas, falando muita muita muita merda, vendo e conversando com todo o tipo de gente esquisita que uma cidade grande pode oferecer, além de todo o tipo de gente bonita e transada voltado da festa, algumas bêbadas alegres, algumas bêbadas deprimidas, e algumas simplesmente bêbadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Auuuffsss... Taí, foi isso aí. Amor aí pra todo mundo!&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31594117-4921561750152611338?l=danilopegadorpravaler.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danilopegadorpravaler.blogspot.com/feeds/4921561750152611338/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31594117&amp;postID=4921561750152611338&amp;isPopup=true' title='14 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31594117/posts/default/4921561750152611338'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31594117/posts/default/4921561750152611338'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danilopegadorpravaler.blogspot.com/2007/05/and-now-for-something-completely.html' title=''/><author><name>Danilo e o Fiel Hubert</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10883288226025422135</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_0J_NhTaZ9mM/RlK-MaQh1oI/AAAAAAAAAD8/6EKcSdK-Oys/s72-c/DSCN1501.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>14</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31594117.post-4718821398107922883</id><published>2007-05-18T20:28:00.000+02:00</published><updated>2007-05-18T20:52:37.923+02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Mais uma postagem de mentira, no sentido de que se fosse uma postagem de verdade, teria um capítulo e tal e coisa. Esta, como as outras postagens de mentira, se resume em dar um overview do que veio, está vindo e virá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cronologicamente, o que rolou ontem das seis da noite até hoje as quatro horas da tarde foi uma pequena maratona de festa e diversões variadas com intercâmbistas, algumas consideráveis tantas dessas um tantissimo "zelas", com vômitos, pegacões, azaracões, não-bebedagem e bebedagem ao mesmo tempo, viagens de trem, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois disso temos o amanhã, quando vou dar uma voltinha em "Copê", novamente com os intercâmbas, tornando este fim-de-semana um mega-intercambs-marathon-shop-time-all-night.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois disso, última semana de aulas, onde a galerinha da sala deve combinar umas saidinhas eventuais de comemoracão, mas nada muito abusivo, pois ainda nos vêm os exames. Além do que, uma eventual terceira e final visita a boa e velha efterskole, com o objetivo exclusivo de documentar a vida fantástica que se acha lá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E uma coisa mais pessoal do blog, estou pensando em fazer uma surpresa um tanto interativa, mas não tenho certeza se vou ter paciência/tempo de fazê-la. Talvez eu a adie até depois de eu voltar da Dinas, mas quem sabe o que vai rolar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Respondendo a pergunta da Ina de maneira mais pública que mais um comment meu na última postagem:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"The Return of the Danilo" estréia no dia 6 ou 7 de Julho, na Brasília mais perto de você.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31594117-4718821398107922883?l=danilopegadorpravaler.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danilopegadorpravaler.blogspot.com/feeds/4718821398107922883/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31594117&amp;postID=4718821398107922883&amp;isPopup=true' title='9 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31594117/posts/default/4718821398107922883'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31594117/posts/default/4718821398107922883'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danilopegadorpravaler.blogspot.com/2007/05/mais-uma-postagem-de-mentira-no-sentido.html' title=''/><author><name>Danilo e o Fiel Hubert</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10883288226025422135</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31594117.post-4188460694393776619</id><published>2007-05-08T11:57:00.000+02:00</published><updated>2007-05-22T12:00:39.070+02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Det skal gå hurtigt!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Capítulo XXXVI: O Dia Em Que Jesus Botou Fé Em Narnia (Literalmente?)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Assim como em qualquer cultura que se preze, a Dinamarca tem sua própria colecão de costumes atados ao ritual fantástico que permeia a passagem dos inocentes tempos de crianca para a tenebrosa, pérfida e perversa vida adulta. O nome desta dita colecão é aqui chamada de "Konfirmationsdag", que em bom e velho português é "Dia da Confirmacão". Confirmacão, é claro, da sua crenca em Jesus e o pai dele como os chefes, os "Godfathers", os manda-chuvas do Universo. Como tive o privilégio de presenciar esta bela ocasião, revelarei, um por um, os costumes secretos de uma tal comemoracão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Primeiro Costume: &lt;/em&gt;Não há nada mais importante que o dia em que um menino se torna um homem, e uma menina se torna uma mina que "tá pra jogo", portanto, deve-se mostrar todo seu respeito pela ocasião se usando as roupas mais finas possíveis. Note-se que roupas finas, para dinamarqueses, é a mesma coisa que roupas caras, o que significa dizer que aquele seu uniforme estilo "wannabe gangstah americano", que inclui, por exemplo, aquele boné de 200 paus, está valendo. Mesmo se você for um pivetinho de 9 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Segundo Costume&lt;/em&gt;: Todo o bom ritual que tem a ver com Jesus comeca na igreja, e este não é diferente. Obviamente se vai lá com o objetivo de cantar um monte de músicas alto-astral, se sentando e se levantando entre elas, talvez por não saber direito o quão confortável você deve se fazer na casa de Jesus quando ele está ausente (vai que ele fica bravo, aí que que 'cê faz? Vira pilar de sal na hora!).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas isso é o de praxe. Mais importante ainda, numa data tão especial, é ouvir as sábias palavras do padre, ou melhor dizendo, da... ahm... daquela coisa que é a versão feminina de um padre. Esta lhe dirá, se você for um confirmante, o quão importante é você saber que, quando você morre por amor real e puro para as pessoas, quando você se sacrifica por um ideal justo e benévolo para todas as pessoas, você reviverá. Justamente como o maior de todos os heróis, aquele no qual todos deveríamos nos espelhar. Sim, tal qual o santissimo leão de Narnia! E como é importante saber que você pode sempre voltar para o caminho do amor, mesmo depois de ter traído seus amigos e compatriotas, tal qual aquele pivete mais novo de Narnia! E como você pode sempre curar pessoas com líquidos vermelhos, tal qual aquela pivetinha minúscula de Narnia! Enfim, como tudo que você faz deve ser que nem Narnia!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Terceiro Costume&lt;/em&gt;: Em um determinado ponto, cada confirmante deve se ajoelhar para mostrar sua eterna confianca e servitude para Deus. Neste momento, aqueles na igreja convidados pelo confirmante em questão devem se levantar, uma tradicão que data deste os imemoriáveis tempos em que a galera do fundão da igreja tinha que se levantar de qualquer jeito para ver que que tava rolando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Quarto Costume&lt;/em&gt;: Terminada toda a cantoria, os confirmantes devem ser dirigidos para o local onde suas festas privadas ocorreram. Como agora tratam-se de homens e "loirinha para jogo", naturalmente eles vão para casa de maneira séria e madura... Ou de carona no carro, moto, limosine ou helicóptero mais caro e feroz que a família conseguiu arranjar. Como queira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_0J_NhTaZ9mM/RlK-7KQh1pI/AAAAAAAAAEE/YYDu1TJWEY0/s1600-h/DSCN1492.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5067322454320469650" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_0J_NhTaZ9mM/RlK-7KQh1pI/AAAAAAAAAEE/YYDu1TJWEY0/s320/DSCN1492.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Quinto Costume&lt;/em&gt;: Uma vez que convidados e confirmante tenham chegado no local da festa, é hora de comecar a encher a cara, seja de comida, bebida, ou os dois. Mas, como depois de uma hora e meia de cantoria alegre na igreja tá todo mundo também com aquela vontade de soltar uma melodia, se interrompe, de vez em quando, a comilanca para que se possa cantar algumas músicas personalizadas, nas quais a vida do(a) confirmante é devidamente sacaneada e satirizada, aproveitando-se a ocasião para rir um pouco da cara de qualquer irmão ou irmã também. Não há nada mais prazeroso que contar todas aquelas embaracosas histórias de infância em versão musical!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Sexto Costume: &lt;/em&gt;Como qualquer outra boa grande festa familiar, deve-se embebedar o(a) confirmante até não poder mais. Isto ocorre em duas etapas. A primeira faz parte de toda a refeicão musical mencionada acima, onde a qualquer momento, com ou sem bom motivo, se interrompe tudo para fazer um brinde. Ou dois. Quem sabe três. O que significa que ao final da refeicão, já se foram algumas garrafas de vinho fora. Claro que, de vez em quando, este plano falha e os outros convidados acabam se embebedando muito mais rápido que o(a) confirmante. É justamente por isso que se tem o plano B, chamado de "segunda-feira azul", no qual todos os confirmantes tem o dia livre da escola, e saem juntos para se divertirem um pouco na cidade, o que vai, em um ou outro ponto, levar ao evento desejado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Sétimo Costume: &lt;/em&gt;Nunca se deve resumir uma confirmacão em mais que seis costumes. Erh... Certo!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31594117-4188460694393776619?l=danilopegadorpravaler.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danilopegadorpravaler.blogspot.com/feeds/4188460694393776619/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31594117&amp;postID=4188460694393776619&amp;isPopup=true' title='11 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31594117/posts/default/4188460694393776619'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31594117/posts/default/4188460694393776619'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danilopegadorpravaler.blogspot.com/2007/05/det-skal-g-hurtigt-captulo-xxxvi-o-dia.html' title=''/><author><name>Danilo e o Fiel Hubert</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10883288226025422135</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_0J_NhTaZ9mM/RlK-7KQh1pI/AAAAAAAAAEE/YYDu1TJWEY0/s72-c/DSCN1492.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>11</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31594117.post-3173403907905977241</id><published>2007-04-30T13:03:00.000+02:00</published><updated>2007-04-30T15:00:22.061+02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Vá em frente, leia o capítulo, ele não morde...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Capítulo XXXV: Pimfidéu Arreludato Parte 3 (a.k.a.Título Genérico de Capítulo Danilístico)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Ah! Ironias do destino! Que diria que, exatamente uma semana depois de fazer um post em que eu sacaneava um pouco a idéia de diversão semanal dos dinamarqueses, escrevendo sobre tudo o que não tinha a ver com a atracão principal de uma saída em um fim-de-semana dinamarquês(ou seja, biritagens animais), e portanto fazendo um post de proporcões incomumente moderadas, eu me depararia com a chance de escrever sobre uma noitada de diversão no qual, de fato, o foco estava em quase tudo além do consumo de bebidas com teor alcóolico elevado!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eis que vosso fiel cronista de eventos das não mais gélidas terras da Dinamarca recebeu, enquanto relaxando durante um "fællestime", um convite para uma "herreaften". A primeira expressão estrangeira com que nos deparamos é explicada, nos diários do grande e misterioso tradutor e etimologista conhecido apenas como "'Fessor Danilo", como uma grande aula em conjunto no qual todos os alunos de uma determinada escola participam, que normalmente é dada por um convidado respeitado em sua área de conhecimento para apresentar a mesma, com o objetivo geral de criar o interesse de alunos indecisos num eventual futuro em um determinado ramo, como por exemplo direcão de filmes, como foi o caso na manhã em questão. A segunda expressão estrangeira que nos é apresentada, a que também nos é de maior interesse, pois é de fato este convite que irá nos aprofundar nos detalhes dos últimos acontecimentos dignos de nota, é verdadeiramente simples de traduzir. Como já anteriormente constado, "herre" significa cavalheiro, e "aften" nada mais é que noite, o que nos leva a apenas uma óbvia e natural compreensão do termo "herreaften".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, o que exatamente ocorre durante o citado evento? O convite, escrito com uma linguagem fluente e bem elaborada, nos informava que haveriamos de nos encontrar na casa do anfitrião, desta vez o renomado atleta cuja habilidade em todos os esportes, em especial no futebol, é mais que respeitável. O convite elaborava mais a fundo o programa para a noite, mas, no interesse de não repetirmos informacão desnecessariamente, ignoraremos este fato e iremos em diante, usando este momento inicial do encontro como ponto de partida para um pequeno pulo no tempo, para que cheguemos rapidamente ao ponto, sem nos delongarmos em outros eventos irrelevantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, é aqui que vosso narrador adentra a casa do referido atleta, que talvez seja melhor compreendida se chamada de palácio ao invés, pois pelo menos ao que se leva em conta nos padrões dinamarqueses, a moradia em questão era de proporcões e luxo enormes. Talvez no que se diga em relacão a luxo só possa ser considerado quanto ao ambiente físico. Num plano psicológico, a sentimento era de um relaxamento que não se encontra em locais excessivamente luxuosos. De fato, o churrasco sendo preparado ao ar livre, o uso notável de bermudas, considerando o já razoavelmente quente clima que se instala, e a presenca de um jogo de futebol pela tv, que arrancava em dados momentos alguns suspiros e gritos exaltados do pai de nosso anfitrião, o único que verdadeiramente acompanhava todo o desenrolar da partida, garantia que todos pudessem se livrar de qualquer inibicão e reservamento possivelmente criados por um local luxuoso em que se encontra várias responsabilidades sociais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É neste clima que se aproveita o jantar-churrasco, onde se serviram infindáveis salsichas e pães para cachorro-quente, além de quantidades bestiais de outras carnes de alta qualidade, o que garantiu que todos os convidados ingerissem quantidades de comida que iam muito muito muito além do simplesmente necessário para a manutencão dos sistemas orgânicos de seus corpos. Aqui, tomamos uma pausa para tomar nota dos presentes neste evento: além, naturalmente, do humilde redator deste texto, e do anfitrião, encontravamos os outros membros do sexo masculino da classe de vosso cronista, com excessão do previamente mencionado russo, que havia outros compromissos a atender, e dois colegas esportistas além da família do anfitrião, que contava com o já mencionado pai, que em uma nota adicional, foi o &lt;em&gt;chef d'cuisine &lt;/em&gt;responsável pelo churrasco, a mãe, e a irmã, que fazendo uso de uma breve nota intertextual, é como já diria o mestre Diogo de Lima Saraiva "[mais interessante que o resto das pessoas WINK WINK NUDGE NUDGE]" (numa nota extra, queria deixar claro que uma parte considerável do tempo que me levou para escrever este post foi gasta procurando esta citacão em especifico. Prometo, novamente, um prêmio imaginário sem valor monetário real a quem souber dizer onde a dita citacão se encontra).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de, certamente, uma presenca feminina explicada nestes termos ser algo que sem dúvida atrairá a maior parte da atencão de todos, pois não há como negar que uma bela história de amor, paixão e luxúria são o que há de mais interessante de se ler quando se explorando acontecimentos de um jovem aspirante escritor em desconhecidas terras, se torna necessário remover tais esperancas dos seletos leitores deste texto, já avisando que qualquer mencão futura desta será curta e não abundantemente interessante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dito isto, prosseguiremos para os eventos seguintes ao jantar, no qual, depois de uma modesta meia hora de prosa pós-alimentar (aquela que ocorre durante aquele período em que, mais que fartos, todos conversam com muita calma sentados à mesa enquanto esperam o retorno de suas forcas para se levantar)  focada um tanto exclusivamente no Brasil, e portanto um tanto comandada pelas observacões socias de vosso presente interlocutor, o grupo de cavalheiros prossegue para o "porão". Este, na verdade, mal merece esse nome, por não ser nem propriamente subterrâneo, nem mesmo de proporcões comuns a um porão, o que significa dizer que era um local um tanto grande, que abrigava até mesmo uma piscina coberta, que se localizava ao lado do bar, que dispunha de vários tipos de drinks e ingredientes, além de uma enorme tv plana e uma mesa de pebolim, que se tornou, junto com alguns drinks preparados de cortesia pela mãe do anfitrião-atleta, a atracão principal do momento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após este breve momento, saímos todos da moradia em que nos encontravamos e nos dirigimos, de carona espremidos em um carro para sete pessoas (éramos, ao todo, 9) para o assim chamado "City Bowl", um estabelecimento onde, por uma certa tarifa, pode-se desfrutar de uma hora de boliche, o que pode-se muito facilmente deduzir pelo nome. Considerando que éramos muitos, e que as pistas do lugar tinham limite para quantos jogadores poderiam participar de cada vez, nos dividimos em duas pistas. Os companheiros deste redator foram portanto, um dos colegas esportivos do anfitrião, o próprio anfitrião, e sua mencionada irmã, que acompanhava o grupo apesar do título dos eventos da noite ser "herreaften".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Okei, enchi o saco de escrever bonito, e quero acabar logo, então sem mais "skumfiduser" para embelezar a porqueira, okei? Okei! Tee-hee!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, o boliche foi só de boua, ninguém tava jogando sério, então era só aquela alegria de dar/receber palmas por qualquer strike, ou até mesmo spare, que se desse no jogo. O destaque vai para Tommy, mais conhecido como o indivíduo retratado na foto entitulada "O Nerdes de Vestido", que foi o único que conseguiu um turkey, ou seja, três strikes sucessivos, o que nos padrões de nossos jogadores é considerado "complete pwnage of n00bzors!!"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois do boliche, voltar para a Casa Del Casper, onde rolaram chips, mais alguns drinks mas bem de leve, um pouco mais de pebolim e uma acalorada discussão de problemas sociais, suas possíveis e insuficientes solucões, além de consideracões acerca de uma eventual mudanca de sistema, e basicamente todas estas coisas que acompanham uma noite de conversas pseudo-univesitárias-intelectuais, que se talvez falham em ser verdadeiramente profundas e importantes, são muito divertidas de qualquer jeito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah! E na manhã seguinte, fazer uma caralhada de trabalho bracal de jardim, ou seja, mover quantidades enormes de terra de um lado pro outro, remover plantas mortas, cortar raízes com machados (já virei um machadeiro mais proficiente wheee! mas ainda sou bastante ruim nisso), e etc, já que ficou confirmado que a noite prévia seria totalmente grátis se ajudassemos um pouco com todo o trabalho jardinal que havia para se fazer na casa, o que não foi o menor problema já que também foi total "hyggelig" fazer todo esse trabalho bracal, especialmente durante as pausas para refrigerante. E também teve um almoco colossal grátis! Whooo!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acabei! Ha!! See you later, SUCKERSSS!!! Ah, e eu nunca mais vou colocar gravuras aqui porque eu sou muito palha, okei? Maravilha, ainda bem que estamos todos de acordo!!!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31594117-3173403907905977241?l=danilopegadorpravaler.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danilopegadorpravaler.blogspot.com/feeds/3173403907905977241/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31594117&amp;postID=3173403907905977241&amp;isPopup=true' title='18 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31594117/posts/default/3173403907905977241'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31594117/posts/default/3173403907905977241'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danilopegadorpravaler.blogspot.com/2007/04/v-em-frente-leia-o-captulo-ele-no-morde.html' title=''/><author><name>Danilo e o Fiel Hubert</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10883288226025422135</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>18</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31594117.post-4827445067182374648</id><published>2007-04-25T08:19:00.000+02:00</published><updated>2007-04-25T09:14:27.404+02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Mais uma rápidinha para curtir e ficar de boa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Capítulo XXXIV: Uma Tentativa de Comentar Festas Dinamarquesas Sem Comentar Beberronices.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Okei galera, então esse último fim-de-semana rolaram duas saídas para a bombacão e curticão. Mas vamos ignorar as partes de bebedeira e contar sobre todas as outras coisas que rolam, assim, ao redor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem! Vejamos, na primeira noite de festa, rolou um forfest, novamente na casa do bróder do metal. Mas dessa vez, não rolou metal, o que parece ser totalmente paradoxico, afinal, quando se está na casa de um bróder do metal, há de se ouvir metal! Mas o que acontece é que o bróder do metal também é um cara eclético, que sabe curtir, entre várias outras coisas, disco, "pop-dos-anos-de-ouro", funk (não o brasileiro, obviamente), e assim em diante. Então dessa vez, uma pequena pausa no Dragonforce e no AC/DC para dar espaco ao MC Hammer, o Michael Jackson, KC and the Sunshine Band, e tal e coisa. Ueba!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra coisa curiosa é a incapacidade dos dinamarqueses de curtir uma festa calminha e de boua. A festa na escola, dessa vez, contou com dois ambientes diferentes para a bombacão. A cantina, como de costume, virou a mega pista de danca para tecnococô em volumes abusivos, já que isso não podia faltar. Mas um outro lugar, que por falta de um nome melhor eu vou chamar de "lugar-grandão-com-altas-mesas-redondas", estava aberta para a festa, mas ainda com suas mesas e disponibilizando uma música não exclusivamente tecnococô, mas relaxada e em volumes mais moderados. Ou quer dizer, pelo menos no comeco. Apesar de eu e vários outros colegas termos achado a idéia muito boa, já que é um tanto mais agradável poder conversar com pessoas sem ter que gritar bem no ouvido dela,  de alguma maneira no final da festa, várias mesas haviam sido movidas para abrir espaco para dancaria frenética, e o volume moderado também se tornou abusivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você poderia talvez defender que este desejo compulsivo de ouvir tecno abusivamente e dancar na maior loucura é um produto de beberronagem, o que tornaria toda essa nota imprópria para o tema deste capítulo. Mas, devo dizer que já, várias vezes, notei que eles abusam no volume dos tecnos também quando se toca música na pausa para o almoco. Está certo, você ainda consegue ouvir a pessoa ao seu lado sem ter que enfiar seu ouvido na boca dela, e ninguém sai dancando num caos absurdo, mas mesmo assim, é muito alto para um dia de semana, entre aulas. E pô! Pra que diabos eu quero ouvir tecno enquanto estou comendo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Erm, que mais? Ah sim! Na segunda noite de festa eu saí com minha "pessoa de contato" para curtir toda a vida "by night" de Odense. Semi-ilegalmente, ainda por cima, já que as criancinhas de 17 anos com quem fui lá são jovens demais para estas festas loucas. Pulando a parte de me encontrar com ela e altas de suas amigas na casa dela, onde além de conhecer pessoas, jogamos jogos bebedeiros, esta foi a primeira vez que eu realmente fui para a parte de Odense onde o agito radical rola, um tal lugar chamado "Arcadia", ou algo assim, que é basicamente um fechado complexo de bares-bombacionantes em todos os estilos, desde aqueles "gentleman's bar" que parecem ter saído de Londres no século XVIII, até bares de kareoke "onde é você que dá o gás a festa", para não dizer que é um lugar onde você precisa estar bastante alterado para curtir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Realmente uma coisa bastante impressionante, um lugar que seria totalmente ferozissimo se não fosse aquele pequeno detalhe que tudo custa mais ou menos a mesma coisa que um pequeno estado americano, ou talvez um país de proporcões moderadas. É, eu imaginaria que eu poderia comprar o Peru inteiro. Bom, pelo menos um peru inteiro. Daria um bom jantar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais alguma coisa? Acho que não, foi só isso mesmo. Noites de bebedeira não-imaculadas realmente são muito muito concentradas em se beber tresloucadamente por aqui. Mas pelo menos você pode dancar freneticamente com altas minas, todas as quais, infelizmente, tem namorado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom, então... é isso. Até mais, galoera!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31594117-4827445067182374648?l=danilopegadorpravaler.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danilopegadorpravaler.blogspot.com/feeds/4827445067182374648/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31594117&amp;postID=4827445067182374648&amp;isPopup=true' title='9 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31594117/posts/default/4827445067182374648'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31594117/posts/default/4827445067182374648'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danilopegadorpravaler.blogspot.com/2007/04/mais-uma-rpidinha-para-curtir-e-ficar.html' title=''/><author><name>Danilo e o Fiel Hubert</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10883288226025422135</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31594117.post-8067120356885664130</id><published>2007-04-20T10:48:00.000+02:00</published><updated>2007-04-20T12:09:30.554+02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Hoje a gente vai com calma de boa, só chillin'. Talvez role mais uma atualizacão curtinha no fim-de-semana, porque vai rolar uma festa na escola hoje, e se rolarem várias coisas comédias e legais, pimba! Ela entra no blog na hora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Capítulo XXXIII: Algumas Coisas Que Rolaram + O Que Der Tempo De Escrever&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Okei, se é pra curtir, vamo só rapidinho numas histórinhas rápidinhas, só pra cêis saberem que que rolou desde Roma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, férias de páscoa. O que rolou de feroz nas férias de páscoa? Além da oportunidade de ver vários filmes tarde da noite enquanto tomando cházinho, tive a oportunidade de ver um filme loucão com Simon, Frederik-que-não-é-meu-irmão (que daqui em diante será chamado de Freqnemi, para evitar confusões) e Mie. O filme que nós vimos foi o incredibuloso "The Rocky Horror Show Film" (tenho quase certeza que é isso, se não for, errei só por uma palavra ou algo assim), que é repleto de transvestis piradões que cantam e dancam pra quebrar, e que portanto é muito divertido de se ver. Eu suponho que as galeras ferozes que lêem aqui o blog já viram o filme antes, porque eu simplesmente não consigo achar algo "underground" que eles não conhecam, mas se rolar alguém aí que não viu, tá aí uma boa dica. Se você gosta de musicais do rock, efeitos especiais de terceira, aquela super fumaca de pista de danca, e travestis, este é O filme para você!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que mais? Eu fui pra Ærø, que, assim como qualquer outra ilha dinamarquesa que não é Fyn e Sjælland, pode também ser chamada de "ilha de merda". Mas eu nem achei que era uma ilha de merda. Primeiro porque eu não fiquei tempo o suficiente lá para realmente perceber que, de fato, tratava-se de uma merda de ilha (apesar de o saber perfeitamente bem pensando logicamente). Só estive lá por dois dias, e isso seria tempo demais numa ilha que não se tem nada para fazer, se não fosse um detalhe: rolava um Xbox 360 lá. E este é o segundo ponto, pois rolando um Xbox 360, ou qualquer videogame decente, em qualquer lugar, mesmo que seja de merda, tá de boua porque você pode passar um tempão jogando um monte de besteiras, como por exemplo Halo, que dá a você e seu irmãozinho miúdo a chance de combaterem juntos toda uma escória de alienigenas, o que é muito divertido de se fazer, especialmente quando você não faz idéia do que você está fazendo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah! Nada como jogar granadas contra paredes e ver elas aterrissarem bem na frente dos seus pés, ou tentar pular em cima de um tanque-robô gigante com uma moto-voadora e falhar completamente nesta tarefa, atropelando dois camaradas em seu caminho e matando mais um com a explosão de sua moto. Alegria!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como se não bastasse, em Ærø também rolou aaaaaaaaaltaaaass salsichas!! Na praia!! Okei, a parte da praia não é boa, na verdade, pois eu muito preferia comer um monte de salsichas do lado de dentro, mas de boua, porque tradicão é tradicão, e você tem que comer alguma coisa na praia quando é páscoa em Ærø. Claro que deveria ser um ovo (não de chocolate), mas who gives a rat's ass? Salsicha é bem melhor, especialmente quando se tem as mostardas mais psicamente fortes que rolam e reomulade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tá! Acabou a porqueira da páscoa! E aí? Err... Bem, na banalidade da escola, nada demais, só um bom e velho abuso de aulas chatas para exercitar minhas capacidades creativas e técnicas, desenhando excessivamente a manhã inteira. Eu até mesmo fiz uns desenhos por encomenda para alguns de meus colegas que, também não lá completamente capazes de prestar atencão no que diabos a ponte simbolizava num romance tal e coisa, gostavam de passar alguma parte do seu tempo acompanhando o processo de criacão artística que estava rolando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E claro! Não posso esquecer!! Eu fui para a minha queridissima efterskole novamente ontem! Sim, pouco me fudendo para o fato de que teria aulas hoje (que foi só educacão fisíca para mim, whooo!), ontem eu me lasquei para a escola das Faaborgagens, novamente com o presentinho de Deus que a gente chama de Gift (piada piada!!), só para curtir a galera de novo durante toda a tarde! E foi isso que a gente fez, já que é sempre mágico ir para aquela escola. É bastante esquisito receber tantos abracos o tempo todo de um bilhão de pessoas aqui na Dinamarca, e portanto ainda mais curtiloso do que o normal! Só faltaram duas coisas, infelizmente: uma jogagem de pool, pois tava tudo lascado demais para jogar, e arremessagens de machado, porque o tempo estava fudidérrimo, e a galera não gosta de jogar machados em tempo fudidérrimo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claro que nós perdemos o ônibus que nós deveriamos pegar para ir para casa, o que foi bom na verdade, porque aí o grande norueguês contador de histórias, conhecido como Erland, nos deu uma carona para Odense, o que é sempre melhor que pegar ônibus e garantiu mais uma horinha de diversão com a galera! Whooo! Meu irmão estava certo, na profetizacão que ele fez um tempão atrás, bem nos princípios deste blog: esquecer a mochila é de fato um bom negócio!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Okei! O que eu tinha que contar, está contado! Vamos então escrever sobre algo. Ou melhor que algo, alguém! Sim, vamos voltar aos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Lousy Fillers&lt;/em&gt;: Para quem não tem o que escrever, mas precisa digitar alguma coisa de qualquer jeito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, como estou retomando um tópico de milênios atrás, quero dizer que eu desvendei qual é a do Frederik. É simples! Ele não é um nerd!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de ele já jogou WoW (ele parou porque os irmãos, que tinham uma conta conjunta, não queriam mais pagar), e de ele jogar Warcraft 3 o tempo todo, e de ele ser um super pwner nos dota's (com ou sem ventrilo, e sempre sem basshunter), ele simplesmente não é um nerd. Estão prontos para uma mega revelacão? Aqui vai, em cores E cursiva para a galera se ligar: &lt;em&gt;&lt;span style="color:#9999ff;"&gt;Jogar WoW e Warcraft 3 não significa necessariamente que você é um nerd aqui na Dinamarca!&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;  Fantástico, não?? Mas não se desesperem, ainda rolam váááárias pessoas que jogam WoW e Warcraft que são de fato nerdes. O detalhe é apenas que você pode jogar estes jogos sem ser nerde, e você não precisa nem esconder o fato, pois se trata de algo que é socialmente aceitável!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claro que, se você quiser ser um radical de verdade, você deveria jogar apenas e exclusivamente CS, que é um jogo exclusivo para não-nerdes. Mas se você se misturar com a nerdalha nestes dois jogos, tá de boua! Isto, é claro, se você for um cara, que tem não apenas o direito, mas a necessidade de jogar videogame tanto quanto possível, se você for uma mina, aí você é totalmente nerdes se você até fizer idéia do que diabos é uma dota. E mina em CS, é claro, é heresia completa, já que lugar de mulher e na frente do fogão, né pô? A única desculpa para uma mina jogar videogame é ela fazê-lo apenas por achar algo bonitinho e simpático, e clamar o tempo todo que ela não faz idéia do que está fazendo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah, e claro, cantar a respeito de Warcraft, ventrilo e mirc ainda é TOTALMENTE nerdes, já que minas vão ouvir as ditas músicas, e admitir qualquer ligacão entre você e jogos de computador em frente das minas é o mesmo que se jogar no poco da nerdice infindável. Então fãs do Basshunter, não se acanhem, ele ainda é o nerdão idiotico e bem-sucedido que vocês querem como ídolo. Eu, pessoalmente, prefiro ser um nerde undergrounds (ou um nerdes com mais leveis, como eu prefiro dizer), e ficar jogando Star Wars Battlefront, que é divertido bagarai. Esses nerdes "acham-que-são-pop" ainda tem muuuuiiiito a aprender. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eba! Faz tempo que eu não escrevo sobre nerdice! Alegria alegria! Bom, acabei por hoje porque não quero mais. Falôrra na Malôrra!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31594117-8067120356885664130?l=danilopegadorpravaler.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danilopegadorpravaler.blogspot.com/feeds/8067120356885664130/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31594117&amp;postID=8067120356885664130&amp;isPopup=true' title='7 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31594117/posts/default/8067120356885664130'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31594117/posts/default/8067120356885664130'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danilopegadorpravaler.blogspot.com/2007/04/hoje-gente-vai-com-calma-de-boa-s.html' title=''/><author><name>Danilo e o Fiel Hubert</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10883288226025422135</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31594117.post-4661022588203544549</id><published>2007-03-30T20:17:00.000+02:00</published><updated>2007-04-03T15:27:56.989+02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Aqui estou novamente na minha boa e velha casinha de Odense, vendo acabar de escurecer só agora as 20 horas, o que é um sinal maravilhoso porque mostra que a primavera está chegando, e logo logo vou ter, com um pouco de sorte, a chance de ser como o Bambi e seus amigos e me apaixonar loucamente, ou pelo menos ter a chance de comer carne de mãe do Bambi, ou sei lá. Estou cansado como um cachorro semi-sarnento, mas que mesmo assim é fofo, que esteve fugindo da carrocinha por três dias em mil aventuras loucas, ao mesmo tempo que roubando bifes de um acougue local e sei lá o que mais. Mas pelo menos, como podem ver, estou inspirado e louco para partilhar minhas aventuras radicais dos últimos dias!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, avanti!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Capítulo XXX: Efterskole, Que Apesar De Não Realmente Ser o Capítulo "XXX", É Um Dos Meus Capítulos Favoritos!&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estava eu aqui em casa, curtindo o fato de ter recebido uma quinta e uma sexta-feira livres para fazer um trabalho de inglês que já estava bem encaminhado da minha parte, quando checando meu e-mail atrás de notícias das intermináveis preparacões de meus pais para nossa Scandinavian Tour, de repente fico sabendo que segunda eu iria para uma efterskole ('Fessor Danilo não falhará, e a explicacão vem em breve) curtir uma semana inteira de não ir para a escola enquanto indo para a escola ao mesmo tempo. "Nåh..." digo eu (pronuncia-se exatamente como a palavra nó) "... então beleza!"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mal sabia eu que naquele pequeno momento, Deus havia me iluminado com o divino poder de profetizar o futuro, pois de fato, beleza foi o que foi! A belezura comecou quando eu e a pequena e amigável, porém venenosa Gift (interna dinamarquesa, ha!), uma tailandesa que também mora em Odense, nos encontramos num ônibus as 8 e pouquinho da manhã, em alto animo e com enormes expectativas para essa escola que seria o nosso lar pela próxima semana. Depois de uma horinha de ônibus e 7 kms de alegre e cansativa caminhada com várias malas, ao lado de uma longa e deserta estrada, o que proveu uma maravilhosa chance de cantar um monte de coisas sem nexo e fazer mil piadas a respeito de peregrinos, nos encontramos em frente as portas da fabulosa Faaborgegens Efterskole. Pouco se importando com qualquer possível regra de boas maneiras de como adentrar o local, já que estavamos cansados e quase atrasados, entramos simplesmente e explicamos para o primeiro cara que nos aparece que somos os estudantes de intercâmbio que ficariam por lá pela semana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi uma apresentacão muito própria, já que foi tanto feita para a pessoa certa no tom certo. Sim, estavamos falando com o cara que eu acredito ser o diretor da escola, e o tom casual e relaxado é justamente o tom que se deve usar a todos os momentos numa efterskole! Portanto, o diretor estava mais que feliz em se apresentar e nos orientar pessoalmente, sendo muito simpático tanto no seu modo de falar quanto no seu modo eficiente de agir, que garantiu que pudemos largar nossas malas o mais rapidamente possível, e portanto estavamos logo mais prontos para sermos apresentados à escola. E não brinco quando digo logo mais, pois realmente segundos após se livrar do peso extra, entramos numa sala onde todos os 100 e lá vai uma leve pedradinha alunos* da escola estavam reunidos, cantando juntos, como eles costumam fazer toda a segunda de manhã.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_0J_NhTaZ9mM/Rg_9g8pR3DI/AAAAAAAAAC8/oiqGJXipwMg/s1600-h/DSCN1281.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5048532449782520882" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_0J_NhTaZ9mM/Rg_9g8pR3DI/AAAAAAAAAC8/oiqGJXipwMg/s320/DSCN1281.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo depois que a cantoria acaba, somos rapidamente apresentados à escola, no estilo simples de dizer "Hej, jeg hedder Danilo og jeg kommer fra brasilien!". Recebendo uma calorosa salva de palmas um tanto desnecessária dos alunos depois de nossas respectivas apresentacão, eu e a pequena Gift somos apresentados à nossos respectivos "roomies", ou seja, nosos companheiros de quarto, que também são muito simpáticos e estão mais que animados com a chance de perder uma aula para nos mostrar nossos quartos e dar um rápido tour pela escola.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir daí comeca minha fantásticosa semana na efterskole. Antes de irmos para os casos específicos de coisas especialmente interessantes que lá ocorreram, vamos definir efterskole para podermos ter uma visão geral de como são as coisas lá, e assim facilitar a compreensão dos assim chamados "causos". Apesar da traducão literal de efterskole dispensar a ajuda do 'Fessor Danilo, já que é um tanto óbvio que "efter" é o mesmo que "after", ou seja, "depois", e "skole" é o mesmo que "escola", a traducão metafórica é algo um pouco mais especial. Acontece que, quando um jovem dinamarques (como, por exemplo, meu caro irmão Frederick) está prestes a terminar a folkeskole, ou seja, o ensino fundamental, ele tem automaticamente várias opcões de como, se e quando ele vai seguir para o gymnasium, em outras palavras, o ensino médio. Uma dessas opcões é estudar por um ano numa efterskole antes de seguir com os estudos tradicionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estudar numa efterskole, portanto, é o que se pode fazer depois da escola primária, o que explica o nome da coisa. Claro que "estudar" também tem uma definicão especial. Sim, ir para uma efterskole envolve se sentar em salas com quadros negros e ouvir professores falarem sobre números, letras, sentencas e sabe-se lá mais o que. Mas também, em grande parte, envolve escalar, sair para andar de bicicleta, passar horas fucando no photoshop, costurar, cantar, ver Monty Python e, acreditem se quiser, até mesmo dormir, e TODAS essas coisas são consideradas estudar. Uma efterskole é uma chance maravilhosa de se aprofundar em seus hobby, seja ele artístico ou esportivo, além de conhecer outros colegas da área. Além do que, é um lugar extremo agradável de estar, que definitivamente merece ser conhecido pelo conceito genuinamente dinamarquês de ser "hyggelig". Pois além de toda a "educacão" que você tem que receber, você também tem tempo de simplesmente relaxar, e portanto é perfeitamente natural achar, entre as pausas ou simplesmente durante uma mantanca de aulas, vários jovens jogando pebolim (aka. totó, futebol de mesa), "pool", cartas, ou simplesmente jogando conversa fora, esparramados em sofás comunais, tipo assim:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_0J_NhTaZ9mM/Rg_2JcpR26I/AAAAAAAAAB0/BqsDvLz6qUo/s1600-h/DSCN1274.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5048524349474200482" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_0J_NhTaZ9mM/Rg_2JcpR26I/AAAAAAAAAB0/BqsDvLz6qUo/s320/DSCN1274.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E claro, como dito antes, efterskoles abrigam uma quantidade exorbitantes de radicais e alternativos, isto quer dizer, punks malucos de cabelo colorido e picotado de maneiras loucas, skatistas radicais que curtem um Offspringzinho aqui e ali, nerdes de mangá que infelizmente sabem até mesmo fazer "selos" malucos de "jutsus" malucos de Naruto, jovens designers com criatividade além de todos os limites quando considerando suas próximas criacões de roupas, e até mesmo metaleiros radicais que se amarram num Finntroll e em outras bandas ferozes. De uma maneira que eu simplesmente não consigo explicar, todos estes grupos vivem em perfeita harmonia juntos, e uma das coisas mais mágicas de se estar numa efterskole é curtir o sentimento de alta intimidade que se acha lá, coisa que é normalmente difícil de se achar na Dinamarca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Okei, agora que acabei a introducão, podemos prosseguir com "causos"!! (já dá pra ver que hoje a leitura vai ser loooooooooonga, não?)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comecaremos, já que pouco nos importamos com cronologia no momento, com o &lt;span style="color:#ff9900;"&gt;Causo da Patinagem Sócio-Bacanal&lt;/span&gt;. Um desses belos dias dessa bela semana, me aparece a possibilidade de sair com uma das turmas de gente radical da escola para uma excursão de radicaleza, que em termos mais simples, significa sair para andar de skate. Acho que todos levam em mente que a minha perícia com o skate é, no mínimo, absurdamente baixa, se resumindo a basicamente, saber ir para frente e virar para ambos os lados, o que realmente não é nada. Mas resolvi ir junto porque, bem, não me parecia haver nada muito mais feroz de se fazer no momento, e ver uns bróders do skate em acão podia ser bacana, se eles fossem bons. Bem, os bróders do skate* em questão não eram ruins de modo algum, mas definitivamente não espetaculares, apesar de conseguirem se divertir um pouco no mini-parque de skate que existia na fabulosa cidade de Fåborg. Mas não fiquei vendo nenhum bróder do skate por muito tempo, pois o professor dos radicais me ofereceu seus super-velhos e lascados patins (fato interessante: eles tem a exata mesma idade que eu! Uau!) de disco para me divertir um pouco com as minas semi-radicais do patins.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_0J_NhTaZ9mM/Rg_1cspR25I/AAAAAAAAABs/I3xX2taaxyw/s1600-h/DSCN1265.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5048523580675054482" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_0J_NhTaZ9mM/Rg_1cspR25I/AAAAAAAAABs/I3xX2taaxyw/s320/DSCN1265.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Como ser um besta ativo é sempre melhor que ser um besta passivo, fui nessa, tentando superar minha falta de proficiência no patins aplicando minha proficiência no ski na equacão, com um certo nível de sucesso, e com a ajuda extra de alguns bons conselhos de uma das mocoilas patinadoras, logo mais já estava conseguindo dominar um pouco a coisa, a despeito de certas pequenas complicacões, como o fato dos freios dos patins já estarem gastos ao ponto de serem inúteis, e as tentativas constantes da ventania macabra que estava fazendo no dia de me derrubar e/ou me jogar contra obstáculos aleatórios que se achassem no caminho. Assim, com já dominancia o suficiente para não cair o tempo todo, tive a chance de conversar por um bom tempo com a mina dos patins, que ao final de nossa pequena "aventura", estava muito animada com a próxima chance de sair para patinar com o Sr. Brasileiro Bacana (ou seja, eu), com um pouco de sorte com um par de patins decente, para poder ensinar uns truques mais animais, como por exemplo subir um quebra molas sem precisar ficar de lado para ele! Uauau!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes de passar para estórias mais bacanas, vamos passar pelos simples &lt;span style="color:#33ff33;"&gt;Eventos da Supremacia Nerdes/Musicais&lt;/span&gt;. Pode parecer esquisito para meus amigos, que estão muito acostumados com um nível de nerdice e de conhecimento musical elevados à extremos inacreditáveis, ouvir que em algum momento meu conhecimento nestas áreas pode ser considerado incrível, majestico ou, quem sabe, até mesmo divino. Mas vamos ter em mente que uma efterskole é um lugar de pequenas criancas de 15 ou 16 anos, que ainda não tiveram tempo de explorar os intermináveis horizontes das sub-culturas nerdísticas. Assim, fui capaz de surpreender a muitos com meus "vastos" conhecimentos em várias áreas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comecamos com o grupo dos nerdes de mangá, que logo que descobriram que, em tempos remotos em que eu não estava na dinamarca, eu era um apreciador dessa bela forma de arte quadrinistica, resolveram descobrir o quão bem informado eu era neste ramo, perguntando minha opinião a respeito de vários títulos que eles julgavam ser desconhecidos. Assim tive a oportunidade de ser um mestre esnobe do mangá, ridicularizando a pobreza de detalhes de Naruto, a repetitividade incoerente de One Piece, e assim em diante, passando para recomendar títulos que tirariam aqueles jovens da prisão de mangás infantis, como por exemplo 20th Century Boys e Monster.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois veio os conhecimentos musicais. Aqui, é claro, não pude ser um mestre supremo esnobe, mas um respeitoso colega bem ensinado nestas artes. Minha simples capacidade de saber reconhecer Finntroll, Wu-Tang Clan, Tenacious D, ainda lembrar partes de letras de músicas do Offspring e Papa Roach, e em especial já ter ouvido diversas músicas do Flogging Molly surpreenderam a vários, tanto separadamente por meu conhecimento em cada área, e ainda mais quando olhando para o todo, pelo quão eclética minha escolha de estilos conseguia ser.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também impressionei uma galera por ser um compatriota jogador de RPGs de mesa. E acabei de ter um de'ja vu maluco agora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vamos prosseguir com o&lt;span style="color:#33ffff;"&gt; Conto da Fantástica Escalada Lunar&lt;/span&gt;, que apesar do nome, não tem nada a ver com a lua, e a parte mais impressionante nem tem nada a ver com escaladas. Sim, fui escalar quando estive na efterskole: eles tem de fato uma pequena, mas perfeitamente usável, parede de escalada, que de vez em quando eles resolvem usar, uma dessas vezes, para minha sorte, quando eu estava lá. Nada de demais em se escalar, já tinha tentado antes e a parede em questão realmente não era nenhum desafio. O interessante foi que, durante os momentos que não estávamos escalando, os jovens esperavam a sua vez se engajando no simples hobby de... arremessar machados??&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Okei, está confirmado, dinamarqueses definitivamente ainda tem bastante sangue viking nas veias. Ainda não consigo acreditar que eles tinham um grande pedaco de madeira pendurado numa árvore cujo solene propósito era receber machadadas de longa distância, mas eles tinham. É óbvio que eu não ia deixar uma chance dessas passar, e fui imediatamente tentar um pouco do hobby também. Infelizmente, descobri que minha proficiência com machados é pobre e ridícula. Nem mesmo usando o machado de perto, eu conseguia dar um corte preciso e profundo. Mas também, notemos que me faltou tempo para realmente poder refinar minhas habilidades, se tivesse mais uns dias, teria virado o mestre supremo do machado, tipo o Gmili mas com menos barba. Aliás, talvez eu não seja tão bom com machados porque me falta barba. Faz sentido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É aqui que resolvo contar sobre a &lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Aventura Sonífera da Cabana do Norueguês Maluco&lt;/span&gt;, que se não é exatamente o ápice da acão fantástica e miraculosa que existe aqui no blog, é pelo menos um tanto esquisita. Quer dizer, quantas vezes um professor no Brasil decide que levar um penca de alunos com seus respectivos sacos de dormir para uma cabaninha no jardim da escola, mandar todos eles se deitarem de qualquer maneira que lhes apetecesse, garantindo que todos eventualmente estavam esparramos uns nos outros de maneiras esquisitas mas confortáveis, e contar para eles contos de fada, quase garantidamente fazendo-os dormir, é algo que pode ser considerado uma "aula"? Acho que até mesmo para os dinamarqueses isso seria um pouco demais, afinal esse é o tipo de embromacão que mal pretende ter algum fundo de potencial educacional. Mas, pelo que parece, não é nenhum problema para os noruegueses, ou pelo menos não foi para o professor norueguês da nossa cara efterskole. Pois sim, foi exatamente isso o que ele fez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas não parou por aí. Depois de terminar a estória, ele resolve acordar a todos nós e nos levar, de todas as coisas que poderíamos fazer, para uma maravilhosa e ao mesmo maléfica caminhada "matinal". Nos primeiros momentos, definitivamente não estava de boa com isso, pois estava realmente relaxado e confortável na cabaninha ao lado da Gift e outras mocoilas. Mas depois dos primeiros momentos de caminhada, pronto, estava em perfeita energia de novo, e usei todo o percurso da caminhada para conversar com os americanos que, ainda não compreendi porque, estavam não apenas na dinamarca, mas estudando numa efterskole, o que se provou ótimo pois os caras eram muito gente fina, e logo mais estes jovens também esperavam ansiosamente pela próxima oportunidade que teriam de sair por aí e se divertir com o English-Master-Brazilianow (sou eu de novo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Okei, vamos lá, falta pouco! Agora vem o &lt;span style="color:#339999;"&gt;Caso da Eloqüência Conquistadora&lt;/span&gt;! Pois bem, estava combinado que, em um dos dias de nossa estadia, eu e a Gift falariamos um pouco sobre nossos países de origem, além de nossa experiência aqui na Dinamarca. Pois bem, em geral, não sou nenhum grande orador público, já que evito um pouco as oportunidades que me são apresentadas de exercer este trabalho. Contudo, como nesta ocasião fazer isto era inevitável, e como estava exepcionalmente inspirado por todos os belos momentos que partilhei com a maior parte dos alunos daquela pequena escola, tomei esta tarefa ao peito e ponderei longamente, sem nem mesmo perceber, qual seria a melhor maneira de falar por alguns minutos sem entediar ninguém.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem querer me achar nem nada, mas realmente me sucedi com louvor nesta tarefa. Em bons e velhos termos de D&amp;D (3a edicão), é seguro dizer que se tratou de um perfeito e redondinho 20 na minha rolagem de Atuacão. Até minha primeira frase soltou alguns risos da minha "platéia", pois comecei a contar sobre minha vida com a simples, mas eficaz: "Era uma vez, nas muito distantes terras do Brasil...". A partir daí, só foi melhorando, e com estilo e graca, fui capaz de trazer a atencão de todos para mim, soltando piadas aqui e ali, mandando elogios aqui e acolá, e constantemente trazendo reacões da galera, que ria e batia palmas com alegria pela performance. Como se não bastasse, o público, se sentindo um tanto a vontade, fez várias e ótimas perguntas, tanto para mim quanto para a Gift, que serviram de base para ainda mais piadas, elogios e charmes, o que tornou aquela aula geral (ou seja, uma aula em que a escola inteira participa) num momento fantástico de muita diversão e alegria!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Finalmente, para terminar bonito, a beleza da &lt;span style="color:#cc66cc;"&gt;Estória da Bombacão Animal&lt;/span&gt;! Ufa! Pois sim, como pudemos ver nos contos passados, uma boa quantidade da galera da escola já tinha passado a não só me conhecer, mas também me considerar como um bom amigo, e portanto não tardou até o pessoal me convidar (juntamente com a pequerrucha Gift) para a festa que iria rolar para os alunos do colégio na sexta! Eu bem sabia que estaria muito muito ocupado no sábado, com várias coisas a preparar para minha viagem no domingo e ainda o musical do Simon para ver. Mas ora bolas, a chance era perfeita demais! Simplesmente não havia uma maneira melhor de se encerrar essa maravilhosa estadia na mágica escola de faaborgegens. Assim que pude confirmar uma volta para Odense em um horário não tão absurdo, de carona com o "super-bróder-roomie-skatista-radical" Daniel*, e assim que recebemos (eu e a pequena) a bencão das duas minas que estavam organizando a festa (o que não foi difícil, com tanta gente falando tão bem de nós, e depois daquela bela apresentacão), estavamos confirmados e prontissimos para festar**!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_0J_NhTaZ9mM/Rg_3RspR28I/AAAAAAAAACE/APoSXb2MYsY/s1600-h/DSCN1283.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5048525590719749058" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_0J_NhTaZ9mM/Rg_3RspR28I/AAAAAAAAACE/APoSXb2MYsY/s320/DSCN1283.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;**&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_0J_NhTaZ9mM/Rg_3rspR29I/AAAAAAAAACM/te_XNGp_xn4/s1600-h/DSCN1282.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5048526037396347858" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_0J_NhTaZ9mM/Rg_3rspR29I/AAAAAAAAACM/te_XNGp_xn4/s320/DSCN1282.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E de fato, festamos. Não há muito o que se dizer a respeito de festanca, só as mesmas aventuras semi-bêbadas de sempre, como dancar longamente, ter conversas meio ou totalmente sem nexo, e etc. Alguns podem reclamar que essa festa era uma ótima chance de fazer o capítulo XXX realmente ser XXX, ou no mínimo quase XXX, mas não rolava não, porque quase todas as minas na efterskole tinham namorados lá, o que complicava a vida de pegadores pra valer. Claro que, a despeito do nome do blog, eu não sou pegador pra valer, e pude me divertir muito muito sem pegar ninguém. Apenas duas coisas que merecem observacão: o fato de que rolou metal no meio dos tecnos, então tive a chance de bater muita cabeca com os marotos do metal, e o fato de que era dificilimo me movimentar pela festa, porque a cada cinco passos que eu dava um ou outro bêbado vinha me dar um abraco e dizer que ia sentir minha falta lá na escola. É neste momento que vocês suspiram: Aawww... Para inspirar vocês um pouco mais, olhar uma foto de mim e do meu outro roomie, que era o cara porque curtia Flogging Molly também:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_0J_NhTaZ9mM/Rg_4LMpR2-I/AAAAAAAAACU/92j5LgtRXlM/s1600-h/DSCN0002.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5048526578562227170" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_0J_NhTaZ9mM/Rg_4LMpR2-I/AAAAAAAAACU/92j5LgtRXlM/s320/DSCN0002.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Okei... Este foi só o primeiro capítulo de hoje!!! Tchan-tcha-naaaaam!! Santas Postagens Colossais, Batman!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Capítulo XXXI: Disco! Disco! (Para Relaxarmos Um Pouco Antes de Mais Um Monstro Bloguístico)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, sábado depois da minha mágica estadia em Faaborgegens, eu me encontrava totalmente estrupiado em casa checando os últimos detalhes para a viagem em Roma (dinheiro, passaporte, roupas limpas, etc). Mas, na batida das 19 horas, mandei todo o meu cansaco e a dor em meus músculos catarem coquinho pois precisava novamente estar em top-shape para ir curtir o fabuloso musical do Simon, entitulado Disco! Obviamente estavamos a caminho de uma aventura nostalgica de alta qualidade musical, e por isso mesmo deixei todas minhas últimas responsabilidades para trás e me mandei com o resto da família.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não preciso perder tempo contando sobre encontrar a família toda lá e esperar meia hora na frente das portas do teatro só para poder pegar bons lugares. Vamos direto a peca, em poucas e simples palavras:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ferozissima! Diversão de montão, com muita boa música, belas atuacões, muita comédia no palco, e uma estória simples, efetiva, e perfeita para o tema! Fora alguns pequenos e rápidos problemas técnicos, ela foi realizada novamente em um nível profissional impressionante, arrancando, ao final, longos dez minutos em que a platéia, de pé, não só batia palmas, mas também pisava com forca no chão, querendo curtir mais clássicos dos anos 70, desde Kung-fu Fighting até I Will Survive, impressionados com as super apresentacão!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uauauau! Fora alguns pequenos detalhes que poderiam ser melhorados, foi uma das coisas mais divertidas que já vi!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Capítulo XXXII: SPORCACCIONE!! (Quero Dizer, Roma!!!)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes de comecarmos, já quero congratular todo mundo que conseguiu ler até aqui em uma só sentada. A vontade de ferro de vocês é uma inspiracão para todos os escritores exagerados, eu garanto! Quem não conseguiu em uma só sentada não precisa se desesperar, só ter chegado até aqui é um feito incrível por si só.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom, vamos em frente, se não não terminamos nunca. Roma! Assim como no capítulo XXX, imagino ser uma boa idéia dar uma nocão de como foi a bela semana como um todo, revelando no geral qual era a rotina diária, para só então revelar eventos específicos. Mas antes disso, que tal fazer uma rápida lista de todos os pontos turísticos fantásticos que vimos, apenas para todos poderem ter uma nocão do quanto perambulamos por aquela fantástica cidade, e para todos compreederem porque nossos pés doíam horrivelmente quando retornavamos ao hotel ao fim do dia. Então, em Roma vimos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;A Stazione Termini, que não é nada mais que uma grandonérrima rodô-ferro-metroviária,&lt;/li&gt;&lt;li&gt;A Igreja de Santa Maria Maggiore,&lt;/li&gt;&lt;li&gt;A Igreja de S. Petro in Vincoli,&lt;/li&gt;&lt;li&gt;As ruínas de Domus Aurea,&lt;/li&gt;&lt;li&gt;O mundialmente famoso Colosseo (Coliseu),&lt;/li&gt;&lt;li&gt;O Arco di Constantino&lt;/li&gt;&lt;li&gt;O Forum Romanum&lt;/li&gt;&lt;li&gt;O Monumento a Vittorio Emanuele II&lt;/li&gt;&lt;li&gt;O Palazzo Venezia&lt;/li&gt;&lt;li&gt;A Piazza Navona&lt;/li&gt;&lt;li&gt;A Fontana di Trevi&lt;/li&gt;&lt;li&gt;O EUR&lt;/li&gt;&lt;li&gt;A cidade antiga de Ostia&lt;/li&gt;&lt;li&gt;A Igreja Santa Maria degli Angeli, e a Piazza della Republica&lt;/li&gt;&lt;li&gt;O Mausoleo Augusto&lt;/li&gt;&lt;li&gt;A Ara Pacis&lt;/li&gt;&lt;li&gt;A gigantonorme Basilica S. Pietro&lt;/li&gt;&lt;li&gt;O desnecessariamente colossal Musei Vaticani, onde entre um bilhão de outras artes antigas, vimos a também mundialmente famosa Capella Sistina.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;É possível que tenha me esquecido de alguma coisa, mas acho que já foi o bastante. Para ser fisicamente possível ver tantas coisas num lapso tão curto de dias, é necessário acordar ao redor das 7 da manhã, tomar um banho para ficar fresquinho, e ir comer o apenas comestível café da manhã servido no "meio" lascado hotel três estrelas onde você e seus colegas estão morando. Daí, é pegar suas coisas, e sair na rua, seguindo a lideranca algumas vezes confusas de dois professores que iam tanto a Roma que quase moravam lá, pegando, algumas vezes, lotadérrimos metros e ônibus. Em meio a ver uma quantidade bestilosa de monumentos e coisas antigas, recebiamos cerca de uma hora para irmos nos alimentar da maneira que mais nos conviesse, o que normalmente significava almocar um sanduíche ou uma pizza extremamente baratos, bebericando um refrizinho ou uma birra (isso é italiano para cerva). Aí, se encontrar com a galera de novo, sair pra ver mais coisas de novo, até mais ou menos as 16 ou 17 horas da noite, quando todos os alunos estavam livres para irem fazer o que bem entendessem...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Peraí! Deixar um monte de jovens irresponsáveis saírem por uma cidade grande e confusa, com um tráfego incompreensível e mil formas de violência e assaltos que ainda não foram registrados na Dinamarca, sem a menor forma de controle ou seguranca acima deles? Isto não pode estar certo, pode?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pode e está! Mais uma vez, a maneira liberal das escolas dinamarquesas se mostra, parecendo totalmente relapsa e desnaturada, em comparacão com a política brasileira de viagens em grupo com jovens, que só faltam amarrar todos os alunos juntos para garantir que ninguém se perca ou faca algo que não deve. O que significa que essa viagem foi os mais extremos da ferocidade bombatrônica radicaliosa que rola neste mundo!!! Podemos, portanto, comecar com causos e mais causos!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;Causo Primeiro, No Qual Me Preocupo Excessivamente Com O Bem Estar De Minhas Colegas*&lt;/span&gt;: Devo fazer nota de que Roma, em comparacão com a Dinamarca, se assemelha inacreditavelmente muito ao Brasil. Se assemelha tanto, aliás, que no primeiro momento que saímos para caminhar pela rua, senti a necessidade de ligar novamente, pela primeira vez em muito tempo, os meus instintos brasileiros de rua, que se já podem fugir do meu controle de vez em quando, tem essa tendência multiplicada quando no meio de uma cidade grande e desconhecida. Como se isso não fosse o suficiente, logo mais descubro que os dinamarqueses, por sua vez, tem uma falta enorme de assim chamada "street smart", o que é apenas natural quando eles não vivem em cidades cheias de perigos malucos e intermináveis. E se não bastasse, os nossos caros professores-guias, que apesar de bastante sapientes e acostumados aos perigos de Roma por conta própria, não pareciam notar que o resto dos alunos tinha uma perigosa falta destas coisas, e portanto não gastavam tempo nenhum se garantindo que todos estivessem acompanhando o grupo numa boa, o que não é nada demais quando você vai deixar todo mundo andar por aí por conta própria dentro de algumas horas mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_0J_NhTaZ9mM/Rg_5mMpR2_I/AAAAAAAAACc/vXiilY6q9Rs/s1600-h/DSCN1312.JPG"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/a&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5048528141930322930" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_0J_NhTaZ9mM/Rg_5mMpR2_I/AAAAAAAAACc/vXiilY6q9Rs/s320/DSCN1312.JPG" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;A combinacão de todos estes elementos logo fez com que eu fosse da minha maneira "relaxada-mas-com-cuidado" de andar pelas ruas para minha maneira "paranóica-como-a-de-um-americano-que-assiste-tv-o-dia-inteiro" de fazer a mesma coisa. Isso não deu muito certo, porque significou que eu logo mais estava me estressando bastante tentando não só acompanhar o grupo, mas garantir que nenhuma loirinha se perdesse por aí, que ninguém tivesse seus pertences roubados, ninguém fosse vítima de um seqüestro relâmpago, e assim em diante. Não demorou muito para meus e minhas colegas perceberem este meu padrão frenético de agir, e, apesar de no primeiro momento a maior parte das loirinhas achar um tanto gentil e cavalheiristico da minha parte toda essa minha preocupacão, logo logo elas comecaram a ficar de saco cheio, já que mocas dinamarquesas dão muito valor a saberem se cuidarem por conta própria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Felizmente, com o progresso da viagem, pude não só notar uma melhora considerável na maneira dos dinamarqueses em se movimentar pela cidade, como eu mesmo me acostumei melhor com a cidade, e logo mais pude comecar a melhor aproveitar a viagem, ainda mantendo alguma preocupacão e cuidado para com minhas colegas, mas em níveis mais controlados, onde isto não era compreendido como um tipo esquisito de machismo, mas apenas uma maneira de certo modo charmosa de agir. Ueba!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#999900;"&gt;Causo Segundo, No Qual O Fato De Eu Não Ter Um Papel Na Mão É Algo Impressionante&lt;/span&gt;: Pois bem, essa viagem à Roma era, no fundo no fundo, atrás de toda a beberronagem de birras e alegria comunal, uma viagem de estudo, o que significa que haveríamos de aprender alguma coisa enquanto vendo todas essas maravilhosas construcões de um tempãozão atrás. O sistema que se criou para garantir que recebessemos explicacões em cada um dos lugares que visitassemos era um tanto criativo e eficaz: recebemos como trabalho, semanas antes de viajarmos, a tarefa de pesquisar sobre cada lugar onde passaríamos, para quando efetivamente viajando, apresentarmos o que pesquisamos, servindo de guias para nossos colegas por um rápido período de tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Naturalmente, já sendo perfeitamente capaz, hoje em dia, de entender e falar dinamarquês com fluência quase total, não tive o menor medo de também pesquisar sobre um local para mais tarde apresenta-lo. O lugar em questão seria o teatro antigo de Ostia, o que me daria a possibilidade de comparar o teatro romano com o teatro grego, e dar uma boa nocão do que seria ver uma peca de teatro na Roma antiga. Apesar de não estar tão inspirado quanto da vez na efterskole, e apesar de meu tema não ser tão absurdamente interessante ao ponto de atrair atencão por conta própria, apresentei meu tema sem problemas, de maneira concisa, direta e simples. Houve, contudo, um pequeno detalhe que me rendeu muitos elogios depois: o fato de que eu não usei minhas notas em momento algum.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claro, meus colegas estavam novamente muito impressionados com meu dinamarquês e a minha capacidade de fazer apresentacões na língua, mas isso eles já tinham visto antes e não é mais tão impressionante quanto antes, apesar de eles ainda fazerem questão de mencionar isto de vez em quando. Mas o fato de não usar notas foi impressionante pois de um modo, parecia que eu os havia superado, afinal eles mesmos haviam feito suas apresentacões com suas notas em mão para se lembrarem do que iriam dizer, e eu não precisava delas mesmo quando falando em uma língua estrangeira. Claro, fui o mais humilde e honesto quanto possível, agradecendo profundamente as suas palavras e garantindo que não era nada tão difícil quanto poderia parecer, mas o que estava feito estava feito, e portanto tinha acabado de mostrar, novamente, grande perícia na arte da retórica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;Causo Terceiro, No Qual Achamos Outros Dinamarqueses E Homens De Kilt&lt;/span&gt;: Notem que eu não disse antes o que fazíamos durante a noite quando em Roma. Alguns inocentes leitores, que não se acostumaram com a maneira dinamarquesa de fazer as coisas, podem ter adivinhado que dormiamos longamente para ter energias para o dia seguinte, pois andaríamos por quantidades absurdas de tempo novamente no próximo dia. Naturalmente, tais leitores estão completamente enganados. Nenhum dinamarquês que se preze, quando em Roma, vai perder tanto tempo com uma atividade tão não-bombacionante quanto dormir, e portanto, ao invés disso, saímos toda a noite para festar*!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_0J_NhTaZ9mM/Rg_7n8pR3BI/AAAAAAAAACs/46C6pIe_x9I/s1600-h/DSCN1413.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5048530371018349586" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_0J_NhTaZ9mM/Rg_7n8pR3BI/AAAAAAAAACs/46C6pIe_x9I/s320/DSCN1413.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E é por isso que o esquisito Benneditto, mais conhecido entre nós como Bennito* (é mais fácil assim pros dinamarqueses pronunciarem) se fez presente logo no primeiro dia em que chegamos no hotel, convidando a todos nós para festar no Julius Caesar Bar, conhecido, durante períodos em que muitos dinamarqueses estão nas redondezas, como Dansk Bar, por ser especializar em tocar sucessos dinamarqueses pra galera bombar que nem em casa. Achei a história toda muito muito suspeita, em especial por causa do fato de que o tal Bennito tinha as manhas de aparecer o tempo todo nos lugares mais inesperados, sempre fazendo a mesma oferta para nós de muita diversão e bombacão em seu bar. Mas como o caro professor Thomas disse que vários outros grupos de alunos já tinham ido lá e nunca tiveram nenhum problema, achamos todos que era tranquilo o suficiente e, apesar de pessoalmente eu achar ridículo ir para uma festa dinamarquesa em Roma, fomos lá mais de uma vez beber bastante cerveja italiana, e tentar ganhar mais bebida ou uma camisa toda bacana do lugar num simples e perfeitamente justo jogo de dados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_0J_NhTaZ9mM/Rg_8EMpR3CI/AAAAAAAAAC0/mjduzkFuu-w/s1600-h/DSCN1415.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5048530856349654050" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_0J_NhTaZ9mM/Rg_8EMpR3CI/AAAAAAAAAC0/mjduzkFuu-w/s320/DSCN1415.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, muita bombacão neste lugar sempre cheio de dinamarqueses e, porque a escócia e a itália iriam jogar uma importante partida de futebol em breve, também cheio de escoceses comédias sempre de kilt, que davam em cima, um tanto envergonhadamente, das várias loirinhas no lugar, sendo várias vezes, senão sempre, rejeitados. Além do que, depois de mais algumas aparicões aleatórias, o tal Bennito também se provou uma figura amigável e engracada, apesar de ele ainda ser um tanto esquisito e meio assustador de qualquer forma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#993399;"&gt;Causo Quarto, No Qual Minhas Habilidades No Poker Florescem Novamente, Mas Não Prevalecem Ao Todo&lt;/span&gt;: Depois de duas noites de agitacão excessiva no Dansk Bar e em outros lugares similares, os rapazes* e eu decidimos que seria uma boa ter uma noite onde pegaríamos mais leve, e nos divertiriamos com uma noitada de poker, que apesar de ser só por diversão, involveria uma pequena quantia de aposta, só para garantir que levassemos o jogo um pouco mais a sério, e assim tivessemos um pouco mais de emocão no negócio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_0J_NhTaZ9mM/Rg_6YspR3AI/AAAAAAAAACk/LeViAESW-oE/s1600-h/DSCN1348.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5048529009513716738" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_0J_NhTaZ9mM/Rg_6YspR3AI/AAAAAAAAACk/LeViAESW-oE/s320/DSCN1348.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Assim, nos dirigimos ao extremamente simpático e relaxante Jette's Bar, assim conhecido por ser o lugar onde nossa velha e super simpática professora Jette* gostava de passar a maior parte de suas noites em Roma, sendo já conhecida dos três irmãos donos do estabelicimento (que, apenas para constar, se chamava de fato Bar dei Amici). Adicionando um par de mocoilas ao jogo, já que haviam algumas delas que também já haviam festado um pouco demais nos dias passados também, nos sentamos em uma mesa, e fomos ao jogo. Jogavamos pelo direito de ganhar o bolão que acumulamos juntando 1 euro de cada pessoa (7 euros no total), o que não era nada, mas podia pagar uma refeicão baratérrima, o que já estava bom o bastante. Apostavamos, é claro, pedacos de papel picado, o que era de boua.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_0J_NhTaZ9mM/RhAEl8pR3EI/AAAAAAAAADE/RCBWgFiTIBY/s1600-h/DSCN1489.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5048540232263261250" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_0J_NhTaZ9mM/RhAEl8pR3EI/AAAAAAAAADE/RCBWgFiTIBY/s320/DSCN1489.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais uma vez, fui capaz de demonstrar novamente uma certa capacidade no poker, jogando várias mãos um tanto respeitáveis ao decorrer do jogo, e ganhando muitos pedacos de papel ao longo das várias partidas. Infelizmente, dessa vez, eu tinha um adversário a altura, que responde ao nome de Casper Simonsen. Sim, este rapaz da minha sala era perigoso não tanto por seu blefe, mas sua habilidade impressionante de saber exatamente quando e como apostar. O que significa que, no final, só restavam nós dois. Jogamos longamente sem conseguir chegar a um final, apesar de algumas dramáticas jogados onde apostamos tudo e, contra todas as probabilidades, tinhamos exatamente a mesma mão, e portanto estávamos empatados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas eventualmente, por já não aguentarmos mais jogar, decidimos que quem terminasse com mais "dinheiro" nas próximas três mãos, levaria o prêmio, o que foi péssimo para mim, porque estava com menos dinheiro, e portanto tive que fazer várias apostas descuidadas na esperanca de ganhar. Claro que isso significou que, bem na terceira mão que decidiria o jogo, ele me limpou por completo e foi assim, o ganhador. Mas foda-se, pois foi divertido que só, e justamente como o grande Diogo Ogro disse em seu espetacular blog, vale toda a pena gastar um pouquinho de dinheiro para ter uma noite de diversão selvagem com estrangeiros bacanas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Causo Quinto, No Qual Demonstro Toda Minha Capacidade Com Línguas De Maneiras Não-Sexuais&lt;/span&gt;: Vamo lá, falta pouco! Este foi um evento um tanto simples, no qual eu, enquanto acompanhando um pequeno bando de mocinhas de maneira perfeitamente cavalheira, posso impressiona-las novamente, desta vez com meu incrível "italiano", ou "portuliano", ou até mesmo "portunholiano". O problema era simples: uma jovem e simpática atendente de uma loja de perfumes, apesar de toda a sua boa vontade, não conseguia compreender a pergunta que uma das loirinhas fazia a ela. Pedindo a licensa da loirinha, repito a pergunta à atendente, mas dessa vez em bom e compreensível "língua genérica descendente do latin". Ela, naturalmente, entende na hora, e me usando como interprete, as mocas logo são capazes de chegar a um acordo. As loirinhas estão satisfeitas, a atendente está aliviada, e meu charme latino está a toda! Sucesso total!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como se não bastasse, mais tarde no dia, no bom e velho bar da Jette, tenho a chance de ajudar duas mochileiras espânicas a achar a cerveja que procuravam em "perfeito" espanhol. Mais um par de mocinhas que devem um pequeno favor a minha língua mágica, ora pois, tudo certo aí!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim, acredito que este foi o grosso das minhas aventuras em Roma. Claro, existem milhares de pequenos detalhes que não dá pra cobrir, já que este post já está em tamanhos marasmatrônicos do jeito que está, mas estes a gente releva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PARABÉNS! Você chegou ao final! Sinta-se muito à vontade de comentar algo a respeito de toda essa lambaca aí que você leu, nem que seja rapidinho, já que depois de tanto ler seus olhos devem estar cansados. Obrigado e boa noite!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31594117-4661022588203544549?l=danilopegadorpravaler.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danilopegadorpravaler.blogspot.com/feeds/4661022588203544549/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31594117&amp;postID=4661022588203544549&amp;isPopup=true' title='11 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31594117/posts/default/4661022588203544549'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31594117/posts/default/4661022588203544549'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danilopegadorpravaler.blogspot.com/2007/03/aqui-estou-novamente-na-minha-boa-e.html' title=''/><author><name>Danilo e o Fiel Hubert</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10883288226025422135</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_0J_NhTaZ9mM/Rg_9g8pR3DI/AAAAAAAAAC8/oiqGJXipwMg/s72-c/DSCN1281.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>11</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31594117.post-5718332008123456352</id><published>2007-03-21T21:00:00.000+01:00</published><updated>2007-03-21T21:17:28.938+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Bem, acontece que eu estou bastante ocupado durante essa semana, ocupado demais para sequer pensar em fazer um post de verdade, e também o estarei durante o próximo fim-de-semana e a próxima semana, e se tudo der certo, a próxima semana de novo. Mas vou contar rápidamente o que está rolando para que vocês não achem que eu sou só um preguicoso nasalar que não quer fazer nada de útil com a sua vida, como por exemplo contar suas aventuras de preguicoso para seus amigos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para explicar porque estou ocupado essa semana, vou dizer que estou escrevendo de um computador que fica muito mais ao sul (em padrões dinamarqueses) de Fyn do que eu costumo estar, numa pequerruninha cidade chamada Bjerne, num modestamente grande ex-asilo, que a tempos virou uma escola com pessoas radicais e alternativas, onde todos passamos o dia inteiro juntos em comunidade, e não voltamos para casa durante a semana inteira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para explicar o porque estou ocupado nesse fim-de-semana, vou dizer apenas que estou convidado para uma festa com a galera da escola de pessoas radicais e alternativas, tenho o musical do caro bróder Simon para ver, e tenho um avião a pegar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Falando no avião, semana que vem estarei ocupado porque estarei em Roma, com a galera da minha sala de sempre (aquela que tem pessoas não tão radicais e alternativas, mas que também são jóia), falando muito italiano, comendo muita pizza e gritando "SPORCAZZIONE!!" para tudo e todos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E quando eu voltar, é férias de primavera, que eu espero que também cheio de alegria e diversão, de um ou outro tipo. Se não for, também foda-se, vou estar com preguica demais para escrever para vocês malandros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, vai demorar um pouco para eu poder realmente escrever uns capítulos por aqui, mas eu garanto que quando eu de fato tiver a oportunidade de escrever, vai valer a pena!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Falous galera! Curtindo e rolando 4 life! Rofl'zors! Kærlighed til folket!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31594117-5718332008123456352?l=danilopegadorpravaler.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danilopegadorpravaler.blogspot.com/feeds/5718332008123456352/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31594117&amp;postID=5718332008123456352&amp;isPopup=true' title='4 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31594117/posts/default/5718332008123456352'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31594117/posts/default/5718332008123456352'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danilopegadorpravaler.blogspot.com/2007/03/bem-acontece-que-eu-estou-bastante.html' title=''/><author><name>Danilo e o Fiel Hubert</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10883288226025422135</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31594117.post-8887950980103217636</id><published>2007-02-28T08:13:00.000+01:00</published><updated>2007-03-10T17:26:29.394+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;em&gt;Update: &lt;/em&gt;OLHA A FOTA! OLHA AS FOTAS! E também uns comentários bestas a mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Okei, depois de um longo e infrutífero inverno bloguístico, vamos tentar trazer uma primaverazinha simpática e cheia de florzinhas, bem cuti-cuti do jeitinho que o Bambi gosta. Se eu não conseguir, a gente espera até aparecer alguma primavera aqui na Dinamarca também. Pelo menos inverno na Suécia é capenguérrimo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pulando várias pequenas aventuras de baixo grau que aconteceram desde a última postagem, temos o&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Capítulo XXIX: 9 Consideracões Quanto A Terra das Esquiagens Radicais (Que Também Tem Loiras Selvagens)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Consideracão Primeira: &lt;/em&gt;A rotina de um dia de esquiacão é soberbissima! Ela é mais ou menos assim:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando você acorda na sua beliche, ao lado de seus "irmãos", você coloca um par de calcas e uma camisa e vai para o café da manhã, onde você tem a oportunidade de comer cereais ou pão francês com nutella. Satisfeito, você se joga no sofá junto com os outros jovens (no meu caso, incluindo a prima gatinha loirinha e a outra prima gatinha ex-loirinha) e fica simplesmente relaxando de boua por uns 20 minutinhos, só ouvindo música, ou lendo, ou jogando damas, ou vendo as bizarrices da tv sueca para criancas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_0J_NhTaZ9mM/RfKrY38Yh3I/AAAAAAAAAAU/kfVJDaKCq58/s1600-h/DSCN1235.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5040279376803432306" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_0J_NhTaZ9mM/RfKrY38Yh3I/AAAAAAAAAAU/kfVJDaKCq58/s320/DSCN1235.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_0J_NhTaZ9mM/RfKrxX8Yh4I/AAAAAAAAAAc/oJMd3-FNfUo/s1600-h/DSCN1230.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5040279797710227330" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_0J_NhTaZ9mM/RfKrxX8Yh4I/AAAAAAAAAAc/oJMd3-FNfUo/s320/DSCN1230.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Repentina e espontaneamente, todo mundo se levanta, e coloca suas roupas de esqui, e sai para pegar os esquis em si (ou snowboards, se tiverem irmãos radicais presentes). Você sai andando por aí carregando toda essa lambanca até você chegar em algum lugar onde você pode andar com seus esquis no pé. A partir daí, você pega algumas "lifts" (qual é o termo para isso em português? O Grande Gustavo nos revela que é "cadeirinha") e esquia algumas pistas fáceis para chegar num ponto bom para ir para a pista-alvo do dia. Chegando na pista-alvo, você desce ela algumas vezes, e talvez tenta algumas das pistas vizinhas, parando algumas vezes em "värmestugas" (termo em sueco) para se aquecer um pouco e relaxar com seus companheiros(as) do dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos voltam para a casinha onde almocamos juntos, conversando bastante sobre todas as pistas experimentadas no dia e afins. Terminado o almoco, mais um pouco de sofá, pra poder fazer a digestão. 40 minutinhos depois, é roupa de esqui e de novo, mais andar, mais decidas em algumas pistas legais. Na batida das três horas, ir para o pé da montanha para encontrar sua turma de esqui, assim como sua gatissima professora de esqui. Durante as aulas de esqui, fazer exatamente o que você estava fazendo antes, talvez com uma ou outra sugestão da professora, e descendo mais devagar as pistas para esperar outros alunos mais lentinhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Terminando as aulas de esqui, voltar para casa, jantar, e mais sofá, ou se você não estiver totalmente escandabulado (olha que palavra bonita para dizer cansado e machucado ao mesmo tempo), terminar de se escandabular descendo pistas não-oficiais sentado em pedacos de plástico, que normalmente estão quebrados, ou jogando bolas de neve em criancinhas e jovens, ou levando boladas de neve na cara. Quando totalmente escandabulado, ir para a cama, o que significa um pouco mais de conversacão com os bróders antes de efetivamente dormir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Consideracão Segunda: &lt;/em&gt;-22 graus é frio pra caralho. E é bizarro o quão doloroso um frio de -22 pode ser.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Consideracão Terceira: &lt;/em&gt;Estar efetivamente no topo de uma montanha faz você entender muito melhor o que significa ter o mundo debaixo dos seus pés. Também faz você ter uma repentina compreensão de como é que mapas são representacões do mundo. Mas, além de tudo isso, a paisagem no topo de uma montanha é linda de morrer, e reviver para poder morrer de novo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_0J_NhTaZ9mM/RfLUL38Yh5I/AAAAAAAAAAk/PEGZWlEd-qw/s1600-h/Billede+246.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5040324233441871762" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_0J_NhTaZ9mM/RfLUL38Yh5I/AAAAAAAAAAk/PEGZWlEd-qw/s320/Billede+246.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Nota: O clima não ajudou muito no dia que eu resolvi levar a máquina comigo para tirar fotos. Quando o tempo estava mais bonito, essa mesma vista era muito mais demais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Consideracão Quarta&lt;/em&gt;: O prazer de ir de um infeliz que não consegue nem ir para a frente para alguém que consegue até mesmo (vejam vocês que capacidade!) frear E ir para a direita E para a esquerda com os esquis é algo digno de nota. Em especial quando este prazer está todo concentrado nas primeiras três horas desde que você colocou um esqui pela primeira vez na vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Consideracão Quinta: &lt;/em&gt;A frustracão de sentir que você não melhorou nada durante um dia inteiro de esqui é horrível, mas fácil e inexplicavelmente curado por um dia de aulas de esqui decentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Consideracão Sexta: &lt;/em&gt;Andar com botas de esqui é uma tarefa árdua e terrível. Já descer escadas é algo que pode se provar mortífero.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Consideracão Sétima&lt;/em&gt;: Subir montanhas em "sofa lifts" ("cadeirinhas-sofá", ou talvez "sofázinhos"?) é um tanto confortável. Você pode até comer um chocolatezinho enquanto sobe. Ou dar em cima de uma loirinha selvagem. Ou uma professora de esqui. Coisa que eu não fiz, mas poderia ter feito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Consideracão Oitava&lt;/em&gt;: Descer as pistas mais difíceis de uma estacão de esqui sem cair ou bater em algo realmente faz você se sentir bastante confiante. Especialmente quando você faz isso sem achar especialmente difícil, depois de ouvir durante uma semana inteira que as pistas difíceis, enquanto possíveis de se esquiar, não eram muito divertidas por exigirem muita concentracão e esforco da parte do esquiador. E ainda ainda mais quando essa foi a primeira vez que você sai numa viagem de esqui na sua vida. E ainda ainda ainda mais quando tem várias coroas na sua turma de esqui que não conseguem descer essas pistas, mesmo depois de duas ou três viagens anteriores. (Esta consideracão pode ser resumida em: "Muahahahahaha! Eu sou foda mesmo!")&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Consideracão Nona: &lt;/em&gt;Você encontra várias criancas esquiadoras quando em férias de esqui, e é um tanto irritante, enquanto você ainda é um principiante totalmente incapaz, ver alguns pivetes radicalissimos. Mas é também hilário ver a maioria dos pivetes, pois eles mais parecem pequenos bolinhos gordinhos coloridos gracas a seus casacos que mal deixam eles levantarem seus bracos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_0J_NhTaZ9mM/RfKq-n8Yh2I/AAAAAAAAAAM/VAyBZL_ljnQ/s1600-h/DSCN1237.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5040278925831866210" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_0J_NhTaZ9mM/RfKq-n8Yh2I/AAAAAAAAAAM/VAyBZL_ljnQ/s320/DSCN1237.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Extras!&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_0J_NhTaZ9mM/RfLUun8Yh6I/AAAAAAAAAAs/UodsOMOLO8Y/s1600-h/Billede+255.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5040324830442325922" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_0J_NhTaZ9mM/RfLUun8Yh6I/AAAAAAAAAAs/UodsOMOLO8Y/s320/Billede+255.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Mihuihuihui! Essa é a placa mais safadinha que eu já vi na minha vida! Pelo menos com meus próprios olhos. Esta maravilha estava situada perto da estacão de trem de Stockholm. É um aviso de que os motoristas tem que tomar cuidado com pedestres que estão sendo sexualmente abusados.&lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_0J_NhTaZ9mM/RfLWHH8Yh7I/AAAAAAAAAA0/MjaPhjr1qiI/s1600-h/Billede+251.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5040326350860748722" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_0J_NhTaZ9mM/RfLWHH8Yh7I/AAAAAAAAAA0/MjaPhjr1qiI/s320/Billede+251.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Um boneco de neve gigante, que eu e os bróders fizemos no topo da montanha. Nem foi tão difícil quanto pode parecer. O grande problema foi arranjar essa cenoura gigante que nós usamos para fazer o nariz. (Det her, jeg har lige sagt, er desværre løgn. Men ellers, det ville have været sjov hvis det var sandt. Hvis du kommer at forstår min dansk, jeg beder dig ikke at sige noget om det. Det bliver til vores lille hemmelighed.)&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_0J_NhTaZ9mM/RfLW5X8Yh8I/AAAAAAAAAA8/a99ZCAjafYI/s1600-h/Billede+250.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5040327214149175234" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_0J_NhTaZ9mM/RfLW5X8Yh8I/AAAAAAAAAA8/a99ZCAjafYI/s320/Billede+250.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Em contrapartida aos DriveThrus que você normalmente acha em McDonalds, esta versão de esquiadores tem um SkiThru. Não tive o interesse de testa-lo (mesmo porque McDonalds aqui também é caro pra cacete), e também nunca vi ninguém usando-o. Fiquei imaginando se seria porque é impossível comer seu sanduíche ainda quente depois de leva-lo para sua cabana com esquis, mas já é normalmente impossível receber um sanduíche quente quando se come no McDonalds mesmo...&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_0J_NhTaZ9mM/RfLYQH8Yh9I/AAAAAAAAABE/Ss2sKBO3SFY/s1600-h/Billede+254.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5040328704502826962" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_0J_NhTaZ9mM/RfLYQH8Yh9I/AAAAAAAAABE/Ss2sKBO3SFY/s320/Billede+254.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Para terminar: Um dos vários vários prédios grandes e bonitos e com relógio que você acha no centro de Stockholm. Cidadezinha movimentada que só, também vou dizer. Fiquei até sem graca de andar por lá totalmente sem rumo ou propósito durante as duas horas de espera até poder pegar meu trem, me senti como um menino do campo que acabou se perdendo na cidade grande. &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31594117-8887950980103217636?l=danilopegadorpravaler.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danilopegadorpravaler.blogspot.com/feeds/8887950980103217636/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31594117&amp;postID=8887950980103217636&amp;isPopup=true' title='13 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31594117/posts/default/8887950980103217636'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31594117/posts/default/8887950980103217636'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danilopegadorpravaler.blogspot.com/2007/02/okei-depois-de-um-longo-e-infrutfero.html' title=''/><author><name>Danilo e o Fiel Hubert</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10883288226025422135</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_0J_NhTaZ9mM/RfKrY38Yh3I/AAAAAAAAAAU/kfVJDaKCq58/s72-c/DSCN1235.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>13</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31594117.post-1116096663369256034</id><published>2007-02-12T21:27:00.000+01:00</published><updated>2007-03-10T18:03:47.656+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Ando com muita preguica demais pra escrever sobre qualquer história que possivelmente tenha acontecido, portanto não tivemos e não teremos atualizacões de capítulos hoje. Nem amanhã, provavelmente. Aliás, duvido um pouco que eu me inspire a escrever até depois das férias de inverno, quando eu vou esquiar com a família e arranjar mil histórias onde eu me estrambolho contra uma árvore, pedra, ou outra coisa de natureza sólida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como eu não estou lá muito para escrever, simplesmente vou parar de fazê-lo agora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Extra extras:&lt;/em&gt; (um presentinho para todos aqueles que, de tão desocupados, resolveram rever este post tão infeliz aqui!)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_0J_NhTaZ9mM/RfLf-n8Yh-I/AAAAAAAAABM/gmONT1GL0cM/s1600-h/Billede+221.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5040337199948138466" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_0J_NhTaZ9mM/RfLf-n8Yh-I/AAAAAAAAABM/gmONT1GL0cM/s320/Billede+221.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Hora, porque não comecar com uma simpática turquesa (que NÃO é uma pedra) fazendo uma careta? Quem tiver sugestões do que ela poderia estar olhando para fazer esta belíssima expressão fácil pode se sentir bastante compelido a compartilha-las.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_0J_NhTaZ9mM/RfLhr38YiAI/AAAAAAAAABc/ig_kGDSYk9E/s1600-h/Billede+167.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5040339076848846850" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_0J_NhTaZ9mM/RfLhr38YiAI/AAAAAAAAABc/ig_kGDSYk9E/s320/Billede+167.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Vejam só que simpático país, uma panquequinha linda, retinha retinha, sem sinal de relevo por quilomêtros... &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_0J_NhTaZ9mM/RfLinX8YiBI/AAAAAAAAABk/hFmGKzTt8hs/s1600-h/Billede+249.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5040340099051063314" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_0J_NhTaZ9mM/RfLinX8YiBI/AAAAAAAAABk/hFmGKzTt8hs/s320/Billede+249.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Há muito tempo atrás, rolavam uns índios no topo da montanha. Eles aparentemente vendiam café e chá bem quentinho para galera, jotalizando um pouco de calor e mágica dos shamans... Pelo menos, é isso que eu suponho.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para terminar aqui essa festinha secreta, vou contar um segredo: gracas ao Freds (meu irmão Frederik para os leigos), eu possuo agora a música mais divertida e alegre que rola no universo no meu celular. Tiro meu chapéu para o rapaz por ter arranjado esse clássico entre clássicos. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;A galera que achou esses extras pode ficar ligada, nunca se sabe quando eu vou ter uma tarde de falta do que fazer aqui na Dinamarca e vou adicionar mais fotos aleatórias em lugares aleatórios! Ehh umz mix-teriush mssm!&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31594117-1116096663369256034?l=danilopegadorpravaler.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danilopegadorpravaler.blogspot.com/feeds/1116096663369256034/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31594117&amp;postID=1116096663369256034&amp;isPopup=true' title='6 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31594117/posts/default/1116096663369256034'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31594117/posts/default/1116096663369256034'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danilopegadorpravaler.blogspot.com/2007/02/ando-com-muita-preguica-demais-pra.html' title=''/><author><name>Danilo e o Fiel Hubert</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10883288226025422135</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_0J_NhTaZ9mM/RfLf-n8Yh-I/AAAAAAAAABM/gmONT1GL0cM/s72-c/Billede+221.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31594117.post-116957889065988615</id><published>2007-01-23T18:06:00.000+01:00</published><updated>2007-01-31T11:11:46.083+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;em&gt;"Update": &lt;/em&gt;Eu alterei os links desse blog, então agora tem várias coisas que os caros leitores podem explorar alegremente aqui ao lado dos posts. Tenho certeza que me esqueci de vários sítios importantes que eu poderia linkar, mas esses eu ponho depois. Por enquanto, tem muita arte aleatória e histórias engracadas a se ver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arre! De volta em "Odê" (que é mais ou menos como "Copê", mas é mais pequenina), estou pronto para escrever um pouco sobre muitas atividades intercâmbo-culturais! E também devo dizer que depois de uma viagemzinha pequena, estou com ânimos a mil novamente para um Scandinavian Tour 2007, então estou considerando fazer uma postagem contendo exclusivamente informacões e sugestões para viagens pela escandinávia. Mas primeiro vou investigar os sons esquisitos que estão vindo lá do primeiro andar, e depois vou comecar com os capítulos de hoje.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Capítulo XXVI: Este Aqui É o Título. (a.k.a. Baião-de-Festa-Entre-Dois)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ahem-hem. Bem, desde a última vez que eu escrevi, tudo que eu fiz, basicamente, teve uma ou outra coisa a ver com o AFS, e portanto, com todo o sentimento de internacionalidade e de diversidade cultural. Neste caso em específico, estes sentimentos deveriam ser expressos de maneira um tanto agradável, mas porém, trabalhosa: como comida. Tendo se passado quase uma semana desde que os mini-intercâmbistas da Jutlândia vieram para as tantas de Fyn (o que me pegou meio de surpresa, porque eu nem fiquei sabendo quando é que eles chegaram), estava quase na hora de eles voltarem para casa, e assim, decidiu-se fazer um super-almocão para tanto os intercâmbistas daqui, quanto os de lá que estavam aqui. Mas como nenhum voluntário do AFS se voluntariou para fazer comida para ao redor de 100 pessoas, entre intercambistas e suas famílias, esta tarefa foi picada, dividida e entregue para os lacaios de ordem mais baixa do AFS. Ou seja, eu (e os outros intercâmbistas, mas enfim).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Debaixo da fachada de explorar comida de todos os cantos do globo, fomos assim forcados a fazer comidas típicas de nossas terras natais, e tomando isso bem a fundo, resolvi fazer uma comida que de tão típica, alguns brasileiros nem sequer conheciam, o clássico nordestino, a maravilhosa combinacão de arroz, feijão e queijo: o simples, porém efetivo, Baião-de-Dois. Algo que se provou por demais simples, depois que já tinhamos os ingredientes mais exóticos (ou seja, o feijão verde) em mãos. O que foi ótimo, pois, a pedidos do Ole, eu deveria fazer a comida duas vezes: uma vez em casa, para testar, e mais outra para quando fossemos para o super-almocão do AFS. Pois bem, eu faco o prato numa boa para a família, e dá tudo certo. Meu único erro (pois toda vez que eu cozinho, eu tenho que falhar pelo menos um pouco), foi esquecer a pimenta de cheiro na hora de fazer o arroz, o que significou que ele não ficou tão saboroso quanto devia, mas ainda sim, um tanto quanto agradável de se comer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que não foi bem um erro, mas mudou tudo na equacão, foi a quantidade. O Ole, ponderando que 1 kg de arroz normalmente satisfaz a família quando servido à ela, sugeriu que seria aconselhável para o nosso prato a mesma quantia. O que nos rendeu 1 kg de arroz, ½ de feijão, e mais bem 2/5 de queijo, o que somado nos rende bem uma beca de comida. Mas deu tudo certo, já que isso apenas significou que eu não tive que fazer a belezura de novo: tinhamos mais que o suficiente para o dia seguinte, e já que, mesmo se fizemos o prato desde o comeco no dia, seria impossível levar ele ainda quente para onde o comeríamos, não fazia diferenca levar o de um dia antes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Devo confessar que menti. Não foi só festanca de intercâmbio que rolou por aqui desde a última postagem. Houve também a festa de uma mocoila de minha sala, para qual eu fui logo após nosso jantar à brasileira em casa. Não estava em meus planos comentar sobre esta festa, até eu me lembrar de um detalhe dela, afinal, ela foi em sua maioria, apenas uma festa com o pessoal da sala, que em geral não incluem tanta azaracão e pegacão (mas naturalmente incluem bebida em excesso), ou seja, divertida, mas não digna de nota neste já exageradamente cheio blog. Mas, como disse antes, há um detalhe digno de nota nessa festa. Um detalhe que eu gosto de chamar de "Dj-comedissimo-comedjassa". Eis que, quando levamos a festa para um bar bombacionante na cidade, encontramos, mixando as músicas ao vivo, este Dj. Vou comecar dando nota à selecão musical dele, que enquanto, naturalmente, absurdamente concentrada em tecno, era infinitamente superior à uma selecão de tecno-merda dos escandinávos. Era tecno nos sabores de Michael Jackson, Wild Cherry e outras músicas decentes sortidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas isso, por conta própria, não me faria escrever a respeito dele aqui. O que realmente nos chama atencão quanto à ele, é que ele era dos tipos mais extremos de festeiro ininterrupto bombacionante (e bebão). Estamos falando de um comédia que estava constantemente dancando e mixando exageradamente as músicas de maneira absurdamente cômica, e quando não o estava fazendo, estava se jogando no bar, tirando sua camisa no melhor pseudo-strip-tease que eu já presenciei e pseudo-azarando todas as minas no bar. Aliás, no meio dessa azaracão dele, ele colocou olhos em nossa mesa, onde eu me sentava com mais 6 loirinhas de primeira classe, o que significa que não demorou para ele aparecer lá e azarar um pouco com elas. Como estavamos todos de bom-humor e, já que pouco nos importavamos com azaracões que não levam à lugar nenhum, conversamos um pouco com o cara, com a maioria das minas rejeitando-o de maneira bem gentil e amigável. O que foi muito lucrativo: muito feliz com nossa gentileza, o nosso caro mixador resolve pagar, para todos em nossa mesa, incluindo eu, um drink, que eu imagino ser bastante caro, pois se tratava de algo à base de champanhe e "líquido-vermelho-não-indentificado" (sangue, talvez?). Como gentileza se paga com mais gentileza, nos juntamos ao tremzinho que ele puxou na pista de danca, o que muito o agradou, porque ele queria porque queria fazer um tremzinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, no dia seguinte, acordei cedo apesar de toda a bombanca da noite anterior, pois ainda me aguardava uma tarefa antes de irmos para o almocão AFS: preparar uma apresentacão para depois do almocão. No caso, por falta de uma idéia melhor de minha parte, fui fazer uma mágica junto com o Lukas, na qual eu enfiava uns espetos na cabeca dele. O truque era absurdamente simples, mas minimamente convincente e um bom entreterimento de qualquer modo, que é só o que importava. Então, após um pouco de ensaio, com o truque prontinho, lascamos fora e vamos para o almocão. Lá, só a boua e velha felicidade AFS de tentar falar várias línguas que você não sabe, de falar mal de outras nacionalidades com pessoas com quem você partilha a mesma língua, de receber notícias de companheiros(as) que você não vê a meses, etc. Além, é claro, de comer um monte de comida internacional*, da qual se ignora a qualidade duvidosa, e de apresentar um truque de mágica besta, mas engracado, que definitivamente é melhor que simplesmente subir no palco e fingir saber dancar samba.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/8099/3430/1600/473568/DSCN1142.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/8099/3430/320/149/DSCN1142.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Capítulo XXVII: Mini-Intercâmbio&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Parte 1: A Ida&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dois dias após o almocão AFS, estava eu na estacão de Odense, com uma pequena mala de mão e uma mochila com tranqueiras nas costas, pronto para ir explorar as áreas inóspitas e distantes da Jutlândia, um tanto satisfeito com a perspectiva de não ir para nenhum tipo de aula por uma semana, com as gracas do AFS. Comigo, uma pequena tropa de intercambistas que ou voltavam para suas famílias hospedeiras originais, ou, como eu, se preparavam psicologicamente para encontrar uma nova. Depois de breves despedidas, entramos todos no trem que rumava para Herning, uma cidade "semi-não-tão-pequena" que seria a casa de vários de nós. Minha expectativa, contudo, residia em Struer, que seria a cidade pequerrucha onde passaria minha semana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como regra, quando bandos extensos de jovens, em especial brasileiros (sul-americanos no geral, a bem da verdade), se juntam em meios de transporte confortáveis onde eles passarão um quantidade considerável de tempo, é apenas natural que eles se juntem no mínimo de cadeiras possíveis, se jogando uns em cima dos outros de maneira a fazer com que, por mais que todos estejam um tanto espremidos um nos outros, todos estejam absurdamente confortáveis. Naturalmente, seguimos a regra, em especial porque neste trem, a maior parte dos meus queridos colegas intercâmbistas são, na verdade, minhas queridas colegas intercâmbistas. E assim, todos esparramados, dividindo chocolates e chips, conversando longamente sobre isto e aquilo, e aquilo e isto, e sobre festivais de música bombantes que acontecem logo após finais de intercâmbio e sobre montes de viagens coletivas capengas, fomos indo até Herning, com a bencão do cara que checava os bilhetes, que sendo um tanto gente fina, não xaropou em nenhum momento de nossa leve alopragem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bueno, chegando em Herning, me vem uma surpresa que não me surpreendeu, por ser uma parte integrante do funcionamento do AFS: eu não iria mais para uma família em Struer, como havia sido planejado. Apenas uma hora atrás, quando eu já estava no trem a caminho de Herning, o plano foi mudado e uma nova família, arrumada às pressas, por algum motivo que, naturalmente eu desconheco. Pessoalmente, creio que nem mesmo os voluntários do AFS conhecam o motivo da mudanca, e possivelmente, ela o foi feita por, digamos, "diversão". Mas enfim, não teve o menor problema, pois a família nova, que morava na igualmente pequerruchinha cidade de Ikast, era um tanto gente boa. Conhecendo a mãe e a irmã na estacão, descubro rapidamente que esta última foi intercâmbista também, justamente no, quem diria, Brasil! E não demora muito mais conversa para me revelarem que a família, já experientes receptores de intercâmbistas, iniciou suas experiências interculturais com, ora pois, um brasileiro! E depois de mais meia conversa, quem diria, se revela que todos tinham passado uma semana de férias no Brasil!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em suma: estava aqui com uma família com quem não me faltaria assunto. E de fato, não faltou. Durante todo o caminho estacão-casa, e uma vez em casa com toda a família, durante todo o resto de noite, só se falou de Brasil e Dinamarca, Dinamarca e Brasil, dinamarqueses brasileiros e brasileiros dinamarqueses, mencionando-se brevemente outros intercâmbios com países sortidos para dar uma leve temperada a mais na conversa. Pois sim, uma longa longa convesa, regada por nada mais nada menos que Guaraná Antartica, sim, o original do Brasil, que habitava constantemente a casa, pois o irmão se apaixonou pela bebida durante suas férias no Brasil, e não vivia mais sem o negócio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Parte 2: Os passeios&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Bem, como eu disse, eu não fui em nenhum momento para a escola nessa minha semana de Jutlândia. Ao invés disso, tomando ao peito a idéia de ter o mundo como seu professor, o AFS preparou para nós vários passeios turísticos pela Jutlândia, e assim, tivemos a oportunidade de ver museus e locais diversos, que em geral não criavam um interesse enorme nos intercâmbistas, mas que por falta de coisa melhor davam pro gasto. Facamos então uma lista simpática de locais visitados com curtississimos comentários acerca de cada um, para poupar tempo e espaco, mesmo porque eu já não aguento escrever mais. Alguns (vários) locais tem nomes inventados, porque eu não lembro o nome certo.&lt;/p&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Vest Havet: Tal qual uma praia brasileira qualquer, com apenas uma pequena diferenca no clima (tava frio pra cacimbolas).&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Lystårne: Um simples farol que estava fechado, mas que devia estar aberto.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Fugles Hus: Uma casa no meio do nada com várias imagens de pássaros sortidos, e alguns textos explicativos.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Sømands Museum: Um museu de segunda classe sobre pescadores. Tinha uns aquários interessantes e umas estátuas e animais empalhados engracados.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Enia*: Uma escultura beeeem gradona e totalmente despropositada, o que me agradou, pois não há nada mais legal que coisas grandes sem propósito. &lt;/li&gt;&lt;li&gt;Herning Skulptur Museum: Um museu com uma grande selecão de esculturas pós-modernistas, tanto do lado de fora quanto de dentro.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Herning Center: Um dos menores shoppings que eu já vi. Tão grande quanto o fabuloso Península Shopping.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Herning Fotomuseum: Tava fechado.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Igrejinha Aleatória: Ela era um tanto antiga. &lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;Consideremos que sempre que não estavamos em um tour, ou nos deparavamos com um lugar fechado, substituiamos o programa por assistir um ou outro filme ruim na casa de alguém.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;*&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/8099/3430/1600/813882/DSCN1152.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/8099/3430/320/599069/DSCN1152.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;E também teve neve! Bastante neve!&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/8099/3430/1600/580171/DSCN1192.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/8099/3430/320/562827/DSCN1192.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Parte 3: Perdido em Jutlândia&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Okei, depois de quase uma semana de muita "acão" jutlândica, logo mais estaria voltando para minha casa em Odense, tal qual os outros intercâmbistas. E naturalmente, isso significa que teríamos mais uma grande refeicão AFS'istica pré-viagem. A maioria dos intercâmbistas, de fato, teve sua grande refeicão AFS. Eu não. Acontece que, como de costume, esse jantar AFS aconteceu numa casa que, invariavelmente, estava nos cantos mais escuros e obscuros da Dinamarca, numa pequena estrada que ficava entre nada e porcaria nenhuma. O que significa que não era exatamente fácil achar o dito local. Aliás, muito pelo contrário, ele era especialmente difícil de achar, tanto que esta tarefa se provou impossível tanto para mim quanto para minha "mãe" jutlândica. Assim, como resultado, ao invés de ir para mais um alegre evento intercambial, eu tive a oportunidade de rodar por duas horas todas as míseras e minúsculas ruelas que poderiam possívelmente nos levar para a mais mísera e minúscula de todas (tenho certeza que a rua que estávamos procurando era especialmente pequena), sem, contudo, obter o menor sucesso.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Assim, já cansados de tanto roda roda inútil, voltamos para casa e comemos o jantar "brasileiro" que fizemos sozinhos, conversando sobre a imbecilidade do tal lugar que era impossível de achar e outras coisas assim.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No dia seguinte, já bem cedinho da manhã, me despeco da família e, com minha pequena mala nas costas, me dirijo para a estacão de Herning, onde eu encontraria os outros intercambas, e onde depois de mais algumas despedidas bastante bonitas, daquele tipo que faz toda uma platéia de programa de auditório dizer "Aawww...", nos colocamos no trem, onde iríamos viajar e conversar extensamente sobre nossa pequena semana e sobre dinamarqueses pelas próximas duas horas. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Capítulo XXVIII: Uma "Rápida" Nota Sobre Beberronagem Excessiva De Minha Parte.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Bem, esse capítulo na verdade é o único recente nessa postagem toda. Todos os outros me levaram alguns dias para escrever, e portanto ficaram desatualizados, o que não importa muito de verdade, na maioria das vezes. Para este capítulo, contudo, é importante tomar nota que ele aconteceu tão somente ontem porque assim eu posso dizer que estou não só com memória fresca dele, mas também ainda carregando a estranha consciência que ele me provém. Naturalmente, isso deve estar soando meio esquisito, mas em breve vai fazer sentido. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;O que se passa é que ontem um dos intercambistas rotarianos da minha escola combinou um grande "passeio turístico" para os novos intercâmbistas, ou seja, os rotarianos da Austrália, que haviam chegado mal três dias antes na Dinamarca, e ainda eram pequenos brotinhos que mal sabiam o que fazer de suas vidas aqui. Notem que "passeio turístico" está entre aspas porque, bem, não era um passeio turístico porra nenhuma, como vocês podem imaginar. Muito pelo contrário, era uma reunião para a bebedeira tresloucada, ilimitada e desenfreada. Comecamos devagar, num bar onde, além de nos entupirmos com uma quantidade bestial de batatas fritas e nuggets e molho de pimenta (que possuia um preco muito maior do que a quantidade de comida provida), tivemos a oportunidade de comprar uma cerveja que, tendo o preco que tinha, havia de ser ouro derretido para valer a pena, que eu comprei antes de perceber que o preco dela equivalia ao preco de meus rins no mercado negro. Aí comecou meu sentimento esquisito de culpa exagerada. Me sentia mal por ter gastado tanto dinheiro numa cerveja tão absurdamente cara, o que era totalmente infundado, já que qualquer coisa que eu comprasse lá seguia a mesma regra.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Bem, depois do restaurante, passamos num supermercado para comprar muita bebida a precos mais decentes. Comprei um pouquinho mais de cerveja pra mim, mas ainda estava me sentindo absurdamente culpado por estar gastando dinheiro de novo depois de tanto desperdicio despropositado. Mas mesmo assim, comprei, e logo mais estavamos a caminho da casa do tal rotariano, de ônibus, o que significa que eu tive que deixar minha bicicleta lá nas tantas do centro sozinha e trancada. Só para todos conseguirem uma imagem melhor da situacão, éramos bem uns 20 intercâmbistas, quase todos de um país de língua inglesa, virtualmente todos rotarianos (com a minha excecão, é claro), e todos falantes de inglês fluente (mesmo os que como eu vinham da américa latina). Além disso, havia um dinamarquês que tinha sido intercâmbista no ano anterior. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Bem, seguindo com a história, naturalmente, nas tantas da casa do rotariano, colocamos toda aquela caralhada de bebida que todos compramos para funcionar. Minhas duas modestas cervejinhas foram embora rapidamente e sem fazer efeito demais, mas em presenca de tanta bebida em excesso, infelizmente não faltou gente precisando de uma mãozinha com suas bebidas, o que significou que eu fui muito muito além da pouca bebida que eu comprei. O que significa que logo mais eu estava o mais bêbado que já tive o "privilégio" de ficar, e isso não era tão pouco. Ainda longe de vomitar em baldes, mas já bem além do ponto onde eu comecava a falar merda em excesso. Agora, o problema com isso é que eu percebi que eu estava muito bêbado, e eu comecei a me sentir, junto com todas as minhas culpas prévias, ainda mais culpado por estar bêbado. Minha ira com minha própria beberronagem só me rendeu mais conversa de bêbado, o que me deixava ainda mais puto comigo mesmo, e me fazia ter uns ataques, que eu só posso imaginar e torcer que fossem cômicos, onde eu procurava desesperadamente e freneticamente achar minha sobriedade novamente. O meu invariável fracasso nessa tarefa só me deixava mais frustrado, mais culpado, e mais desesperado. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Notem que isso tudo foi relativamente cedo da noite, tendo que eu estava com meus ataques de desespero e culpa se encontravam já às 11 e meia da noite, o que pelo menos para mim parecia ser demasiadamente cedo, e ainda parece. E ainda sendo tão cedo da noite, com nossa bebida na casa acabando, os outros decidiram ir para uma boate e festar o resto da noite. Eu, contudo, nos meus ataques de culpa, não aguentava a idéia de ir pra uma boate: eu iria gastar mais dinheiro, talvez ficar mais bêbado e fazer todas as outras coisas que me fariam ficar cheio de culpa. O que não ajudou foi eu ter minha bicicleta largada nas tantas do centro: a casa do rotariano era perto o suficiente da minha para eu voltar andando, mas isso significaria que minha bicicleta ficaria largada no centro toda a noite, e isso na minha lógica bêbada significava que ela definitivamente seria roubada. Mesmo assim, meu medo de acabar indo para mais bebedeira e gasto de dinheiro, além de minha falta de vontade de pagar o ônibus (eu não estou brincando quando digo que estava me sentindo culpado em gastar dinheiro) me fizeram voltar de casa a pé, mesmo quando eu nem mesmo sabia o caminho até lá (bom, eu acabei achando, então deu certo. Meu censo de direcão como bebum até que é bastante confiável). &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Como ainda era bastante cedo, chegando em casa eu descubro tanto o Frederick quanto o Ole acordados vendo tv. Batalhando duramente para esconder o fato de que eu estava bastante bêbado, possivelmente mas não garantidamente com sucesso (ainda vou descobrir se eles notaram), eu comprimento-os. Como não podia deixar de ser, o Ole comeca a me perguntar o que eu tinha feito, e evitando as partes onde eu bebia demais, eu contei a ele sobre minha bicicleta esquecida no centro, e sugeri meu plano de ir buscar ela, a pé, na mesma noite, que só pode ter soado meio bêbado pra ele, apesar de ser perfeitamente realizável. Em contrapartida a esse plano, ele sugere que nós fossemos ao centro com o carro e buscassemos a bicicleta assim. Reconhecendo o plano dele como melhor, o realizamos, conversando bastante na ida e na volta, o que me deixa incerto quanto a se ele sabia ou não que eu estava bêbado, pois foi uma conversa um tanto não-bêbada. Mas enfim, com tudo certo e ajeitado, vou-me finalmente pra cama, ainda absurdamente corroido por culpa e mais culpa.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;E no dia seguinte, quem diria! Me sinto meio culpado de não ter ido festar! Uma das ironias mais imbecis e absurdas com qual já me deparei, além de completamente desprovida de sentido. E foi por isso que eu resolvi contar me saga de culpa bêbada no blog, mesmo não sendo o lugar mais esperto para fazê-lo, já que talvez faca mais sentido esconder de seus pais suas aventuras de beberronagem que contar tudo para eles com um nível de detalhamento bastante considerável. Espero que, ao ser um pouco sacaneado e ridicularizado pela história toda, possa superar minha culpa inexplicada. Além do que, sei que tem pelo menos um leitor que sempre reclamou que era o único que não tinha o privilégio de me ver bêbado, então imaginei que pelo menos um extenso conto do caso ele merecia, pra poder se satisfazer um pouco imaginando toda a situacão.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Bem, finalmente acabei. Mais postagens em breve. Possivelmente drasticamente mais curtas, porque eu ando escrevendo demais nessa porcaria de blog. Muito amor para todos! &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31594117-116957889065988615?l=danilopegadorpravaler.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danilopegadorpravaler.blogspot.com/feeds/116957889065988615/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31594117&amp;postID=116957889065988615&amp;isPopup=true' title='12 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31594117/posts/default/116957889065988615'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31594117/posts/default/116957889065988615'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danilopegadorpravaler.blogspot.com/2007/01/arre-de-volta-em-od-que-mais-ou-menos.html' title=''/><author><name>Danilo e o Fiel Hubert</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10883288226025422135</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>12</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31594117.post-116860320840669378</id><published>2007-01-12T11:47:00.000+01:00</published><updated>2007-01-12T13:00:08.436+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>[Imaginem que eu escrevi qualquer coisa sobre qualquer coisa antes de comecar com os capítulos aqui.]&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Capítulo XXV: Ano Novo!&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;31 de Dezembro! A cidade inteira impregnada com todos os sentimentos mágicos de frescor, de limpeza, de vida nova, de recomeco e de "já-que-vamos-ficar-acordados-até-meia-noite,-vamos-nos-embebedar-pra-caralho", aquela expectativa especial pelo ano que viria (ou pelo menos a primeira madrugada dela)! Eu, naturalmente, me achava no melhor dos ânimos gracas a todos esses sentimentos, e portanto, pronto para curtir bastante a virada do ano em alto estilo. Assim, entrei de cara na primeira missão do dia: fazer caipirinha. O Ole, já cansado de esperar pela sua chance de tomar (quero dizer, provar) cachaca, sugeriu que servissemos o drink como boas-vindas aos convidados, servindo-o junto com castanhas de caju, amendoins, e outras dessas coisas que são salgadinhas e gostosas. Então, apenas uma hora antes dos convidados chegarem, comecamos a cortar, esmagar, sacudir, misturar e basicamente fazer qualquer tipo de lambanca que pode levar, no final das contas, à um drink. Infelizmente, erramos um pouquinho nas proporcões. Não, o erro não foi colocar cachaca demais: isso pelo menos poderia render um pouco de diversão extra pro negócio. Nossos dois pequenos erros juntos, infelizmente, criaram um combo que multiplicou a tenebrosa consequência. Nosses dois pequenos erros foram limão demais, e acucar de menos. Suponho que todos sejam capazes de deduzir a tenebrosa consequência de que estou falando, mas em caso que alguém não tenha entendido, vou dizer o que aconteceu, e de maneira um tanto vulgar, mas que certamente vai levar ao entendimento geral: &lt;em&gt;ficou uma porra amarga pra caralho.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo assim, não ficou ruim o suficiente para superar os bons modos dos convidados, que beberam seus respectivos copos, o que é até um bom sinal. E eu mesmo não me importo com um pouquinho de amargo de vez em quando e até curti a minha dose. Mas falando nos convidados, estes eram tão somente uns amigos de Ole e Lone, junto com o filho deles, que apesar de ser da mesma idade que Simon, não é especialmente amigo dele, apesar de ser boa gente. Mas naturalmente, isto foi apenas no comeco: depois de ver a rainha desejar feliz natal e ano novo pra, basicamente, todo mundo que tenha o menor tipo de relacão com a Dinamarca (Gente!! Gente!! A Rainha me desejou feliz ano novo pela TV!! Que EMOCÃO!!!), por umas meia hora, e comer muita comida muito boa por mais meia hora, soltar um monte de fogos de artifício às 8 da noite (porque disseram nas notícias do tempo que provavelmente iria chover meia-noite [e de fato choveu]), nos aparecem Mie e o mesmo Daniel de dois dias antes, que só se chama Daniel se a memória não falha, pois o único aspecto dele que não me saiu da memória foi a não-sobriedade dele já tão cedo da noite, considerando que ainda haviamos de nos embebedar muito pela frente. Não que ele estivesse trôpego e doidão por completo, ele até mesmo foi capaz de passar discretamente por Ole e Lone sem chamar atencão, mas isto não vem ao ponto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que vem ao ponto é que, com a chegada deles, depois de uma pequena jogagem de Bob no quarto do Simon, logo mais estavamos saindo da casa. Mas não para ir para a bombacão generalizada, nada disso. Estavamos indo para a casa da Mie, que é aparentemente também do Daniel, o que significa que eles são irmãos. Ou isso ou ele só tava tão bebado que não conseguiu reconhecer sua casa e introduziu a casa da Mie como sendo sua, ainda não tenho certeza. Enfim, o motivo pelo qual iamos para a casa da Mie é que, apesar de já termos comido uma penca de comida, poderíamos ganhar sobremesa extra lá, já que os pais da Mie tinham seus próprios convidados e, assim sendo, tinham sua própria sobremesa, da qual nós pouco discretamente surrupiamos uma porcão. Okei, na verdade eles simplesmente nos ofereceram um pouco, mas que seja, ainda assim surrupiamos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, depois de um pouco mais de relaxamento no porão da Mie, com cervejinha e pessoas levemente embriagadas tocando guitarra, eu e Simon voltamos para casa, onde passamos um pouco mais de tempo com nossos convidados, até a contagem regressiva quando, depois de pular do sofá na virada do ano, que aparentemente simboliza uma dramática e vitoriosa entrada no ano ou qualquer coisa assim, e beber um pouco de champanhe, voltamos novamente para a casa da Mie, caminhando pela cidade rodeados por montes de luzes e estouros e chuva, desejando feliz ano novo para tudo e todos que cruzavam nosso caminho ("Olha, um cara aleatório! Feliz ano novo! Olha, um grupo de loirinhas! Feliz ano novo babies! Olha, um cachorro! FELIZ ANO NOVO CACHORRO!!").&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando enfim chegamos até a Mie, foi apenas uma questão de esperar dois minutinhos pelo táxi que tinhamos pedido para ir até a festa (já que ninguém, por um motivo ou outro, queria pedalar 6 km na chuva, vai entender), e partir para a bombacão! Dessa vez, a séria, e quando eu digo séria, é sério! Ou melhor, não é sério, porque não foi uma bombacão séria, muito pelo contrário, ela foi incrivelmente descontraída, alegre, dancante e cheia de álcool. Tudo isso gracas a Sebastian, um dos amigos muito gente boa do Simon que eu conhecia de antes, e que ofereceu sua casa nos cantos mais distantes da cidadezinha que fica nos cantos mais distantes de Odense, e portanto permitiu que um monte de gente bonita e transada se reunisse para muita azaracão e pegacão, e gente bêbada vomitando em baldes, que enquanto não tão interessantes quanto a gente bonita e transada, também é uma parte importante da festa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de muita muita danca, muita muita alopragem, muita muita azaracão, estava eu exausto e pronto para dormir até não poder mais ou o dia do juízo final, o que viesse antes. Descobrindo o plano de Mie e Frederick de pegar um táxi de volta para casa, e dada a proximidade de todas nossas casas, entrei no esquema, e depois de umas ou outras ligacões frustradas com companhias de táxi que já estavam demasiadamente ocupadas, arranjamos um táxi e nos mandamos. A essa altura Simon já estava no quadragésimo nono sono (aquele causado por ingestão indevidamente excessiva de álcool), então deixamos ele jogado lá mesmo, e fomos. Assim, às 6 e lá vai pedrada da manhã, numa escuridão notável, chego em casa e me deito em minha cama, de onde ninguém seria capaz de me tirar pelas próximas tantas horas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Capítulo XXVI: Este Aqui É o Título.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vou escrever qualquer coisa aqui depois, agora, não quero mais. Mas eu estou devendo prêmios imaginários para o Gustavo, o Recifão e o bom e velho Primo Régisnaldo, e para mim mesmo também, porque todas essas pessoas escreveram quanto era metade de meia terca parte de um quarto de aula (ou seja: 1/48). Vejamos: o Gustavo ganha uma poké-bola, com a qual se defender quando ele for pro Japão de novo. O Recife ganha um set especial de Dominó, que na verdade é a chave para o templo místico de Xthak' Gnaoup onde a Espada das Mil Verdades está escondida. O Régis... ele ganha um par de calcas decentes, porque não? Melhor ainda: um par de calcas decentes, de minha marca imaginária de calcas, que por meridade do acaso se chama Decente. E eu, eu ganho um par de óculos no estilo Grouxo Marx que brilham no escuro. Ta-dá!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes de terminar, só gostaria de fazer uma pergunta, que para mim tem uma relevância enorme, o portanto usarei até mesmo cores para fazê-la, então quero respostas:&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;span style="color:#33ff33;"&gt;&lt;em&gt;como assim aqui não usam roupa branca na virada do ano?!?!&lt;/em&gt;  &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31594117-116860320840669378?l=danilopegadorpravaler.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danilopegadorpravaler.blogspot.com/feeds/116860320840669378/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31594117&amp;postID=116860320840669378&amp;isPopup=true' title='11 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31594117/posts/default/116860320840669378'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31594117/posts/default/116860320840669378'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danilopegadorpravaler.blogspot.com/2007/01/imaginem-que-eu-escrevi-qualquer-coisa.html' title=''/><author><name>Danilo e o Fiel Hubert</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10883288226025422135</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>11</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31594117.post-116774285391722701</id><published>2007-01-02T13:31:00.000+01:00</published><updated>2007-01-12T13:04:21.073+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>First and foremost: Feliz 2007 galerinha de do mal (e de do bem também)! E Feliz Natal atrasado!&lt;br /&gt;Muitos eventos bacanas e tradicionais acontecendo por aqui, com bastante diversão pra todo lado, então vamos aos relatos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Capítulo XXII: Bom comeco.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Ainda não me decidi se a carga horária das escolas na Dinamarca são mais ou menos pesadas do que no Brasil. É uma coisa difícil de dizer, já que afinal, por mais que as férias de fim de ano daqui sejam apenas duas semanas, o que é muito menos que o um ou dois meses que os brasileiros normalmente ganham, aqui eles tem férias de outono e de primavera, cada qual com ao redor de uma semana e meia de duracão. Já passei uma quantidade considerável de tempo ponderando acerca do assunto, tentando generalizar o costume brasileiro para poder comparar com o que eu consegui notar do costume dinamarquês para fazer um paralelo minimamente verídico. Ainda não cheguei à uma conclusão satisfatória, e não fiz isto, pela maior parte, porque estou de fato de férias, e portanto a árdua tarefa de fazer paralelos entre países se tornou muito exigente para o minha mente em repouso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo o que pretendo com toda essa conversa sobre férias é lembrar o clima que se instala em uma escola durante a semana anterior as férias: antecipacão e inquietude geral, com várias mencões ao fato de que já não era sem tempo que as férias chegavam, e que ninguém aguentava mais o período de aulas, e assim em diante. Imagino que, para aqueles que tem acompanhado todas as aventuras anteriores, não seja tão surpreendente ouvir que muitas pessoas esperavam com ansiedade não só o dia seguinte ao último dia de aulas, mas o penúltimo dia de aulas também. Claro, que de acordo com o costume brasileiro, o penúltimo dia de aulas é um dos piores do ano inteiro: afinal de contas, ele é tão chato quanto todos os outros, exceto que ele parece (melhor dizendo, de fato &lt;em&gt;é&lt;/em&gt;)&lt;em&gt; &lt;/em&gt;três vezes maior que os outros por causa da ansiedade geral. Bem, não no bom e velho sistema escolar dinamarquês! Mais uma vez podemos contar com ele para transformar algo normalmente chato em... sim! Vocês adivinharam! Beberronagem de cervas e bombacão!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Okei, estou sendo um pouco injusto com as escolas dinamarquesas. Não isto não foi no penúltimo DIA de aulas, mas sim na penúltima NOITE, o que significa que durante o dia a escola funcionou em sua normalidade e sacalidade. Ainda sim, a promessa de festanca à noite altera por completo o clima do comeco das férias. Em especial porque, com a eminência da festa a noite, o pessoal já combina muita a coisa durante o dia, em especial os tradicionais forfests! No meu caso em específico, o dia seria um tanto corrido, já que minha boa e velha (na verdade jovem, mas enfim) conselheira do AFS combinou um encontro no centro, simplesmente pra conversar um pouco sobre qualquer coisa mesmo. Pra tornar a alegria toda, chamamos também a brasileira que mora perto de mim, seguindo o velho ditado &lt;em&gt;"the more, the merrier". &lt;/em&gt;Nos encontramos lá nas tantas da "rodô" de Odense (vocês não iam acreditar quão semelhantes Brasília e Odense são), e depois descemos para comer umas pizzas (no melhor estilo "barato-e-bom-pra-cacimbas") e falar sobre natal, férias e janelas que não existem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes de tarde, eu e a Katrine (a "conselheira") estamos fazendo o caminho de volta para casa, e sem tempo de respirar, me despido dela, vou pra casa e me arrumo às pressas, pois já está em cima da hora de ir para o que eu vou dar o nome de "Mini-Forfest: Herre-Version". Compreendamos que esse forfest tem um nome especial por que não seguiu a fórmula dos forfests anteriores. Para comecar, nada de ser no porão oficial de forfests da minha sala. Dessa vez, vamos para o quarto do companheiro do metal que, para mim, tem um dos nomes mais legais que existem: Troels. Continuando, nada de ser um forfest para a turma inteira, este era um tanto mais exclusivo. Os convidados para este forfest eram apenas e tão somente, todos os poucos homens de nossa classe. O que significou que, invariavelmente, metade das pessoas que iriam para o forfest chegaram incrivelmente atrasadas: um terco delas chegou apenas 5 minutos antes de sairmos para a festa (uma boa citacão traduzida: "Ah! Bem-vindos! Agora que vocês chegaram, vocês tem 5 minutos para beber suas 8 garrafas de cerva. Tin-tin!"). Mas enfim, tivemos nosso breve, divertido e incrívelmente aconchegante (não existe nada mais aconchegante que assistir um dvd de lareira!) forfest, e fomos à bombanca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A festa foi só o clássico do Sct. Knuds: cantina como pista de danca, cerveja e drinks rolando soltos a precos razoáveis, mesas ao lado da pista de danca para quem já tinha dancado demais, e a simples diversão que provém de juntar estes elementos. O que foi notável foi o que aconteceu depois da festa. Na batida da 1 da manhã, a festa comecou a fechar, já que tudo precisava estar minimamente limpo de novo para o dia seguinte, o último dia de aulas. Mas, naturalmente ainda nos sentindo em alto espírito de festa, o pessoal de nossa sala saiu da festa em grupo e rumou, ao invés de cada um para sua casa, para o centro, no interesse de arranjar um ou outro lugar onde poderíamos relaxar juntos. A primeira escolha foi o McDonalds, mas para minha sorte ao menos, este já estava fechado, então fomos para, de novo, a pizzaria do estilo "barato-e-bom-pra-cacimba", e nos empanturramos enquanto conversavamos e curtíamos o que já considerávamos ser as férias. Ainda não satisfeitos, rodamos a cidade um pouco mais na esperanca de achar mais um lugar para relaxar, e depois de uma breve passagem num bar que estava prestes a fechar, uma das colegas veio com um plano deveras bom: a de irmos todos para um hotel, alugarmos um quarto para todos nós, e dormirmos todos juntos. Sem dúvida todos se lembram da alegre proporcão mocas/caras que minha sala tem, então naturalmente eu apoiei a idéia ao máximo, e recebendo a aprovacão de todos, fomos atrás de fazer o plano funcionar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Infelizmente, não achamos sequer um hotel que estivesse aberto ou com vagas. Portanto, só vagamos um pouco mais inútilmente na cidade e finalmente desistimos e nos retiramos para nossas casas, um pouco desapontados com a falha deste último plano, mas definitivamente não desapontados com a noite como um todo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom, seguindo o que nós aprendemos da lógica escandináva (se é que ela existe), podemos dizer que, se é assim que os dinamarqueses gostam de passar a penúltima noite de aulas, o último dia deve ser o ápice absoluto e indiscutível da festanca irreverente e ininterrupta, certo? Não exatamente. É verdade que o último dia de aulas não é dia de aulas porcaria nenhuma, já que ninguém viu nem metade de meia terceira parte de um quarto de aula (prêmio imaginário pra escrever quanto é essa fracão). Mas ainda sim, está longe de ser o ápice de qualquer tipo de festanca, fora talvez aquele de donas-de-casas inglesas acima da meia-idade. É, estamos falando de um passatempo um tanto mais ameno, que de tão ameno quase não se qualifica como passatempo: nosso último dia de aula foi Bingo! Não que os prêmios fossem ruins: o maior prêmio era 2.000 kroners, mais do que o suficiente para manter uma pessoa alimentada por semanas (ou apenas o necessário para comprar uma bota da moda em desconto, como queiram). O único problema com Bingo é que, bem... vamos colocar desse jeito: para um jogo cujo o próprio nome soa como uma onomatopéia pelo menos digna de uma pequenina dose de acão (ainda mais em dinamarquês, onde o jogo de chama "Bango"), você recebe muito menos emocão do que você gostaria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Capítulo XXIII: Um Pouco Mais de Natal&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Aqui temos mais um capítulo passível de se dividir em duas partes. Não tanto pelas proporcões dele, já que não se trata de nenhum monstro textual da literatura bloguística, mas tão somente pela dupla natureza dos eventos que tratam do natal. Comecando do comeco, temos a&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Parte 1: Pré-Natal&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Mais de uma vez, aqui na Dinamarca, me senti um tanto mais próximo do sentimento expresso em filmes americanos que tratam da vida em subúrbios, já que se trata de um estilo de vida que, apesar de já conhecido por mim no Brasil, é um tanto mais tangível aqui. Quando experimentando o natal, então, essa proximidade com o esteriótipo da vida suburbana se tornou tão grande que eu me senti como um enorme clichê. O que estou tentando explicar com toda essa conversa de subúrbios e tudo mais, meus amigos, é que eu fiz biscoitinhos com a vovó.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim, a minha família daqui tem a tradicão de juntar todos os netinhos (sejam eles biológicos ou não) na casa "vovó" para passar a noite fazendo biscoitos, sendo paparicados com quantidades perigosas de comida e doces e basicamente curtindo o espírito natalino que se encontrava. Levando em conta a idade dos netos mais novos, e a energia indomável pertencente a todas as criancas entre os 3 e os 10 anos, todos podemos concluir que, de maneira alguma, se tratou de uma noite calma e serena. Não ouve sequer um momento que a casa esteve em verdadeiro silêncio, fosse por causa das risadas e gritagens das criancas, fosse por causa das broncas dos adultos. No meio de toda essa confusão natalina, só me restou tomar um pouco dos dois lados, tanto dando uma ou outra bronca singela e leve nas criancas, ou dando um pouco de gás ao fogo brincando com elas, tentando aproveitar a simples diversão que deriva de uma noite sem preocupacões maiores que manter seu saco de doces fora do alcance de pequenos ladrõezinhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Parte 2: Natal Própriamente Dito&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O primeiro costume tradicional do dia era, vejam só, ir para a igreja! E, como tradicão é tradicão, eu fui ver meu sermão protestante de natal, na lotada igrejinha local de Dalum (fiquei imaginando se a Igrejona de Sct. Knuds não tinha um servico todo enorme e bacana. Infelizmente Ole não soube me responder), já que se tratava do único dia do ano em que o típico dinamarquês resolve ir para igreja. Como já imaginava, um sermão protestante é tão chato e entendiante para mim quanto qualquer outro católico, já que eles são basicamente a mesma coisa, a única diferenca talvez sendo que na igreja protestante, se canta um pouco mais que na católica. Para minha sorte, já que a mulher sentada do meu lado cantava bem pra caralho, e pelo menos alguma coisa boa eu pude ouvir lá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim. Assim como é tradicão largar os pequenos aos cuidados da vovó alguns dias antes do natal, é também tradicão faze-lo de novo, mas também se largar de maneira similar na véspera de natal. Desta vez carregando uma quantidade estúpida de presentes na bagagem, fomos todos novamente para a casa da vovó. Ou melhor, todos, a princípio, menos Lone, que tinha que trabalhar até as 18:30 nesse dia, o que significou que por um bom tempo, só sentamos em prosa, em meio ao caos das criancas, esperando pela Lone para podermos comecar nossa um tanto rica e saborosa ceia de natal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claro, era um rica e saborosa ceia de natal dinamarquesa, então ela vinha acompanhada de uma penca de comidas tradicionais, incluindo um ris a l'almande (não sei se escrevi direito dessa vez, mas tá melhor do que antes: é um "arroz à amendoas" mesmo) roubado, já que todas as criancas ganhavam pratos especiais onde havia com certeza uma amendoa inteira para ganhar presentinho. Eu estava incluido entre as criancas, mas consegui falhar completamente na simples tarefa de não engolir a amendoa inteira que estava no meio. Mas como o negócio era roubado mesmo, ganhei presente do mesmo jeito: um fantástico casal de porquinhos feito de "marzipan" (alguém sabe o nome disso em português?) que eu simplesmente não tenho coragem de comer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de toda a comilanca, se levantando com um pouco de dificuldade da mesa por causa de toda a bagagem adicional em nossas barrigas, fizemos uma rodinha ao redor da árvore de natal e mandamos ver em mais uma tradicão: a de cantar e "dancar" ao redor da árvore, muito alegremente e desafinadamente, por um ou outro motivo que eu não descobri qual é. Quando finalmente ficamos com frio demais pra continuar a danca (apesar de ser do lado de dentro, a árvore de natal estava na parte mais fria da casa), voltamos para dentro para abrir a montanha de presentes que se empilhou ao lado da árvore. E de maneira um tanto "organizada" também: primeiro as criancinhas distribuiam os presentes, correndo de um lado pro outro e trombando mais de uma vez uma na outra, e mais de uma vez esquecendo de quem era o presente que elas estavam carregando. Quando finalmente todos tinham sua pequena pilha de presentes, todos os abriam em turnos, indo dos mais novos para os mais velhos, repentindo várias vezes o processo pois só se podia abrir um presente por vez, também por um ou outro motivo que eu desconheco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de muito papel rasgado, muitos elogios suspirados e muitos agradecimentos dados, todos tinham seus respectivos presentes e portanto, todas as tradicões estavam completas, o que dava espaco agora para todos nós relaxarmos e curtimos a noite como nos agradava, até os pequenos caírem em sono profundo depois de um dia inteiro de instalacão de caos, e todos nos retirarmos para nossas casas para dormir longamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Capítulo XXIV: Caracas, Já Tivemos Muitos Capítulos, Heim? (a.k.a. Eu Não Faco A Menor Idéia De Como Entitular Este Capítulo) &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apenas dois dias antes do ano novo, a boa e velha casa Lykke recebeu convidados para um último jantar a la espírito natalino, com a presenca marcante não só de Mie, assim como sua família, mas também de Frederick (um outro, além do meu irmão Frederick), sua família, e outro amigo dele também (Daniel, se a memória não falha), o que significou que juntamos toda a guarda jovem que estava na casa no quarto do Simon para relaxar e jogar "Bob" (não, não jogamos nenhum Bob para fora da janela nem nada assim, o jogo se chama Bob mesmo, e ele infelizmente não envolve defenestrar nenhum Bob [naturalmente, só estou adivinhando como se escreve o nome do Bob]).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pouco depois da vitória minha e do Frederick sobre o Simon e a Mie, gracas aos dedos inquietos dos dinamarqueses que não param por um segundo sequer de se mandar mensagem pelo celular, um pequeno batalhão de jovens adentra o quarto de el Simon também, e apesar de nem sequer conhecer a maioria deles, ficamos lá todos de boa por um pouco mais de tempo. Isto é, o tempo de mais uma partida de Bob e um pouco de enrolacão, pois a tropa um pouco mais a tropa toda estava a caminho da casa do Frederick. Como qualquer outro bom desocupado que já pegou tudo o que precisava de sua própria casa (entenda-se o jantar), eu fui junto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lá, em princípio, só iamos ficar de boua, beber um tiquinho (sério mesmo, vou pesquisar pra ver se tem alguma lei que diz que você não pode sair de casa sem beber. Deve ter.), e ver um pedaco do clássico de Woody Alen "All you wanted to know about sex - *but were afraid to ask". Isto tudo é claro só em princípio, por que depois de um breve tempo dessas coisas, entramos num pequeno e "amistoso" jogo de poker.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu digo "amistoso" porque não estavamos apostando dinheiro de verdade, mas em presenca de jogadores tão ambiciosos, o clima estava tenso. No comeco do jogo, estava jogando de maneira um tanto discreta, sem ir atrás das apostas mais altas, e saindo do jogo com frequência antes mesmo de todas as cinco cartas da mesa serem dispostas. Naturalmente, se tratava tão somente de minha estratégia para observar meus oponentes, e preparar-me para meu incrível come-back. Estava jogando contra o mestre do jogo Frederick, Mie, o time atroz de Simon e uma tal Donica (eu adoro os nomes do pessoal aqui), e uma outra menina cujo nome não me vem no momento. Apesar de um time poderoso com uma cara de blefe excepcional, o time Simon-Donica sai do jogo rapidamente, sem mais recursos para apostar em nada. Vendo que o jogo estava realmente comecando a esquentar, comeco a mandar ver em apostas mais graúdas e, apesar de não estar liderando o jogo, estava com uma boa pilha de fichas comigo. É aí que nos aparecem mais convidados na casa, incluindo uma moca que iria alterar completamente o rumo do jogo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante nosso jogo, pude observar que Mie, enquanto tinha um bom blefe, era um tanto previsivel e descuidada com seu blefe, apostando muito em mãos apenas razoáveis. Isto tudo mudou uma vez que a moca em questão, Marie, juntou forcas com Mie, num famoso e já comprovadamente time, que carregava o nome de "Tøsse Hold". Agora com sua companheira de blefe e de apostas, e com a combinacão malévola de dois intelectos tão avancados, eu me achava agora em presenca de uma oposicão digna. E portanto, parei de me segurar e mandei ver tudo nas cartas. A outra menina que eu me esqueci o nome logo saiu do jogo. Frederick tentou aguentar o quanto pode, mas logo mais tinha perdido quase todos os seus fundos para o Tøsse Hold. Sabendo que não poderia continuar no jogo por muito tempo, e incapaz de aceitar uma outra vitória das já convencidas mocas, eis que ele resolve me financiar, dando o pouco que restava de seu dinheiro para que eu pudesse limpar as mocas de todas as suas fichas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não posso dizer que foi fácil. Repetidas vezes elas arrajavam mãos excelentes, e o blefe combinado delas definitivamente não era fácil de ler. Mas no final das contas, minha habilidade no poker ia prevalecendo, eu de mão em mão eu ia ganhando tudo o que elas tinham. Quando elas já estavam perigosamente perto de não consiguirem mais pagar as apostas iniciais, resolvemos não fazermos mais nenhuma aposta pequena, e ir direto pro tudo ou nada. Depois de Frederick descer as primeiras três cartas da mesa, elas pareciam um tanto confiantes, e não hesitaram em apostar tudo o que elas ainda tinham. Assim sendo, só nos restou ver as outras duas. Mas infelizmente para elas, a quarta carta me trouxe tudo o que eu precisava. Elas mostraram o respeitável double pair que elas tinham, com um par de valetes como maiores cartas. Mas não me restou mais nada a dizer fora "Undskyld, piger", assim que mostrei o meu fabuloso Straight, que rendeu aplausos dos que acompanhavam o jogo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OKEI ESTE POST ACABOU POR AQUI E POR ISSO EU ESTOU DIZENDO QUE ELE ACABOU PRA TODO MUNDO NOTAR COM O CAPS LOCK LIGADO E SEM USAR NENHUM TIPO DE PONTUACÃO PORQUE EU QUERO E EU SOU O REI DESSE BLOG ENTÃO SE CURVEM DIANTE DE MIM OU NÃO OKEI CHEGA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Buh-bye, ladies n' gents!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31594117-116774285391722701?l=danilopegadorpravaler.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danilopegadorpravaler.blogspot.com/feeds/116774285391722701/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31594117&amp;postID=116774285391722701&amp;isPopup=true' title='7 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31594117/posts/default/116774285391722701'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31594117/posts/default/116774285391722701'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danilopegadorpravaler.blogspot.com/2007/01/first-and-foremost-feliz-2007.html' title=''/><author><name>Danilo e o Fiel Hubert</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10883288226025422135</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31594117.post-116577876025299334</id><published>2006-12-10T20:03:00.000+01:00</published><updated>2006-12-12T19:16:57.273+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Uba, uba, Dezembro rolando aqui à toda! Vamos ouvir mais!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Capítulo XX: Beer and Fangs&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Eu sei que isso não interessa tanto à maioria das pessoas que passam por aqui para ler o que diabos eu estou fazendo na dinamarca, mas eu preciso comentar que as aulas de inglês na escola são de primeiro nível, pelo menos para os alunos que escolheram salas focadas no estudo de línguas e sociedades, como a minha. E sendo uma aula de alto nivel, podemos nos dar o direito de, ao invés de estudar exclusivamente gramática, já que isso a maioria dos alunos já manja bastante bem, fazer um parâmetro geral da literatura britânica no curso da história.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Blá blá blá, Danilo!" certamente pensarão alguns leitores "Não queremos saber dessa baboseira de escola. Sabemos bem que tem cerveja nesse capítulo! Vamos à ela, pois onde há cerveja, há uma melhor chance de haver loirinhas!". Peco que tenham paciência, pois apesar de parecer improvável, é a literatura britânica que vai nos levar à cerveja. Acompanhem novamente a maravilhosa maneira com que o sistema escolar dinamarquês nos leva à beber cerva (de novo [mas não foi culpa direta da escola dessa vez]).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois bem, acontece que rola um camarada chamado George Orwell que escreveu um livro, que na minha opinião pessoal é bem bacana, que por sua vez se chama "Animal Farm". O livro não é considerado bem bacana só na minha opinião pessoal: muito pelo contrário, tem um monte de gente que usa palavras bem pomposas para descrevê-lo. Alguns até chegam a chamá-lo de "clássico", pensem vocês! Enfim, esse livrinho é considerado tão importante que mais de uma companhia de teatro resolveu adaptá-lo para uma peca, e uma dessas trilhou seu caminho até Odense, fazendo sua apresentacão, quem diria, ao mesmo tempo que eu e meus colegas comecamos a estudar seu autor na escola. Como dita a regra, quando esse fenômeno fantástico acontece, ficou marcado que nossa sala (fuck u noob danilo!!!!!!!)* se encontraria para ver a tal peca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A peca foi bastante bacana, apesar de suas proporcões um tanto modestas: toda ela foi representada por apenas quatro atores, que tinham que atuar vários animais diferentes (e várias vezes atuar mais de um animal em uma só cena), sem poder usar muitos acessórios para nos fazer entender o que eles eram, além de fazer todos os efeitos sonoros, cantar, dancar e tocar vários instrumentos, tudo ao mesmo tempo e embolado no pequeno palco, que de cenário só tinha quatro paredinhas de 20 cm de altura e uma cadeira como uma casa, e um muro, que também tinha que sofrer suas próprias alteracões aqui e ali e ali de novo, e isso eles também tinham que fazer. Ou seja, muito trabalho para apenas quatro pessoas, mas tudo muito bem ensaiado e realizado, de maneira que fluia bastante bem. E a peca também estava cheia de piadinhas e besteiras, o que deixa tudo mais alegre. E óbvio, a peca era em inglês, então, pra variar um pouco, eu pude entender mais de alguma coisa que meus colegas dinamarqueses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vamos somar aqui alguns fatores, que tal? Vamos somar o fato de que a peca estava sendo apresentada no centro da cidade, com o fato de que ela comecava às 6 horas da noite, com o fato de que tem um monte de bares no centro que ficam abertos até tarde da noite. Temos que subtrair um pouco o fato de que era quinta, é verdade, mas mesmo com essa subtracão, a soma dos fatores nos leva à apenas uma conclusão: sim, meus caros, depois de ver a tal peca, como já estávamos todos lá, juntos e desocupados, resolvemos ir prum bar e "hygge os", coisa que mais que frequentemente significa nos embebedarmos, nem que seja só de levinho. Tenho que admitir que, pra um dia de semana, eu bebi um pouco além da conta. Não vomitei, nem fiquei falando merda, nem me esqueci de nada, mas... bem, digamos que voltando pra casa, tava meio difícil manter a bicicleta indo em uma linha reta o tempo todo, o que significa que eu tive muitas oportunidades de quase causar um acidente de trânsito. Para que ninguém se preocupe, gostaria de lembrá-los que minha perícia com uma bicicleta é tremenda, e que portanto em nenhum momento estava em verdadeiro perigo (não tentem isso em casa, criancas). Fora esse pequeno detalhe, foi bastante divertido, apesar de que é muito muito difícil acompanhar uma conversa, ou um jogo de cartas, em dinamarquês num bar barulhento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso não tem nada a ver com o capítulo, mas uha!, depois de ver Casino Royale, o novo filme do 007, os animos de poker e jogos de carta estão altos por aqui. O próprio Ole vive falando que devíamos fazer uma "Poker Night" um dia desses, algo que ia ser bem bacana, acho eu, e ia merecer umas caipirinhas pra acompanhar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*Sábias palavras do Frederick para todos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Capítulo XXI: Julefrokost&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque não comecar de cara esse capítulo com explicacões fenômenais do 'Fessor Danilo? Vamos ver a fundo esse título espetacular e bem elaborado que temos aqui: Julefrokost. Para os leitores assíduos, que não perdem nenhum capítulo, frokost deve soar no mínimo familiar. Para aqueles que não se lembrarem do significado ou aqueles que não viram os capítulos passados, frokost é "almoco", ou "jantar", ou simplesmente "refeicão", como queiram. Então já estamos falando de comida, coisa que é sempre boa... uhm... melhor dizendo, quase sempre boa. Vamos em frente então para jule. Se alguém adivinhou que é Julho, devo dizer: "Que bonitinho... MAS ESTÁ ERRADO!". Jule é nada mais nada menos que natal! Juntando as duas coisas, temos, portanto, uma refeicão de natal!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Ah sim," pensarão alguns "um grande prazer da vida, sem dúvida, é reunir sua família para se entupir de comida e relaxar, aproveitando a proximidade das férias." E eu concordo plenamente com essa frase, mas me sentiria altamente compelido a adicionar algo à ela. Fosse eu repeti-la para o mundo, diria eu: "Ah sim, um grande prazer da vida, sem dúvida, é reunir sua família e/ou colegas intercâmbistas e/ou colegas de sala para se entupir de comida e relaxar, aproveitando a proximidade das férias." Agora sim, me parece correto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois afinal de contas, não é isso que fiz? Sim, de fato eu fui à um julefrokost (tava mais pra juledessert) com a família, um julefrokost com o pessoal do AFS e sobretudo, um julefrokost com o pessoal da minha sala. Como eu acredito na idéia de guardar o melhor pro final, vou tacar um foda-se para a "ordem cronológica" (me deu vontade de por aspas aqui, ok?) e organizar tudo com esse fim. Vamos nós:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Parte 1: Com a família&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse foi na verdade no dia seguinte ao julefrokost da classe, então eu estava realmente cansado aqui. Nem sei direito se foi um julefrokost de verdade, mesmo porque não foi nem ao menos uma refeicão de verdade que comemos lá. Ao que me parece foi mais um "juntar-algumas-pessoas-da-família-para-comer-uns-doces-e-uns-"pãezinhos"-danados-de-bons-que-só-se-comem-no-natal" (alguém reparou nas minhas fábulosas aspas dentro das aspas?), o que enquanto nem perto de tão elaborado quanto um julefrokost, é bem legal também. Não rolou nada demais mesmo, tanto que o Frederick e o Simon nem foram junto, e tudo que eu fiz foi comer e ficar naquele estado entre dormir e estar acordado enquanto assistia "Esqueceram de Mim 2". E eventualmente sendo trucidado pela alegria mortal de criancinhas felizes (tamanha é minha redundância).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Parte 2: Com os intercambas&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/8099/3430/1600/107132/Billede%20017.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/8099/3430/320/683423/Billede%20017.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um bem simples e básico programa de AFS: juntar os intercambas na casa de uma das famílias hospedeiras pra comer e ficar de boua. Fiquei encarregado de levar o tradicional "Ris a la mande", uma espécie esquisita de arroz doce feito com uma espécie de amendoa engracada que por aqui chamam de "mande". Não faco a menor idéia de qual é o nome disso em português ou inglês, porque esse diabo dessa palavra nem está em dinamarquês. Enfim, o tal arroz é tradicional de natal porque existe toda uma brincadeira que acompanha essa sobremesa. Reza a lenda que aquele que achar, entre todas as várias mande's picadas que fazem parte da receita, a única inteira que é colocada dentro da mistura, ganha um presentinho! Olha só que alegria! Ainda não tive a sorte de ganhar nenhum mandegave (o presente) mas quem sabe um dia desses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, o almoco do AFS só de boua mesmo, conversando com as minas que falavam português pra não perder o costume e tal, aproveitando pra falar mal dos dinamarqueses, e depois dos tailandeses, passando enfim pelos chineses, em direcão aos franceses (onde passamos um bom tempo), mandando um pouco de bala nos italianos e nos espanhóis, para só enfim, para não dizerem que não temos vergonha ou humildade, falar mal dos brasileiros e portugueses. Mas isso foi só o almoco! Teve muito mais tempo de ficar falando mal das pessoas depois quando a galera do português resolveu dar um passeiozinho até o centro, na esperanca de nos machucarmos bastante tentando patinar no gelo, o que não deu muito certo porque o lugar pra alugar os patins tava inexplicavelmente fechado. Ainda sim, andamos por aí, dividimos uma garrafa de vinho porque aparentemente é proibido sair de casa sem beber um mínimo de álcool, e ficamos de boua.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Parte 3: Com a classe (com classe)&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/8099/3430/1600/946952/Billede%20020.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/8099/3430/320/952133/Billede%20020.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Epa, essa sim bombou! Eu já tava sentindo que esse ia ser um jantar bombante desde o comeco do dia, então acordei super cedo, às 9 horas, pra me preparar pra tamanha bombacão. As preparacões foram deveras extensas, mesmo porque eu deixei tudo pra última hora. Então eu tinha que achar dois presentinhos de no máximo 10 kroners pra brincar de "pakkeleg" ('Fessor Danilo explica lá na frente), checar se estava faltando algum ingrediente pro meu brigadeiro, fazer o brigadeiro e descobrir como se chegava na casa onde íamos festar. Uau!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Achar os presentes foi realmente um desafio. Mesmo não importando muito o que seria o presente, demorou uma caraiada de tempo pra achar alguma coisa dentro da faixa de preco: 10 kroners não é nada! Andei pra cima e pra baixo no centro tentando achar alguma loja que sequer parecesse ter produtos que custavam menos que 50 kroners. Incluindo restaurantes! Mas eventualmente, achei um guaxinim de pelúcia em super-hiper-promocão, e peguei uns negócios que se parecem muito com brigadeiros, mas são muito piores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, voltando pra casa, estava tudo jóinha pra fazer brigadeiro, então depois de um almocinho rápido, mando ver na panela! Infelizmente, apesar de toda minha boa vontade e esforco, falhei novamente em dar o diabo do ponto certo na panela, então de novo eu tinha um brigadeiro que simplesmente não podia ser emboladinho (eu não tinha tempo o suficiente de esfria-lo até um ponto bom para isso). Aliás, depois quero ter uma conversa com os e as cozinheiras de plantão que aparecem por aqui, porque o negócio simplesmente não tá dando certo e eu me recuso a sair daqui até fazer o negócio direito. Bom, enfim, depois de uma solucão um tanto não convencional do Ole sobre como levar todo o brigadeiro para lá (acompanhada de protestos do Lukas que muito preferia que o brigadeiro ficasse em casa), só me faltava descobrir como chegar lá. E ora bolas, isso foi tão fácil de descobrir que eu só pude rir. A casa fica tão perto do zoológico, que é tão perto da floresta, que é tão perto do lago, que é tão perto do supermercado que é tão perto da minha casa que não tinha como errar!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, então lá fui eu ao jantar. Mesmo antes de chegar na casa, encontro umas colegas minhas à caminho do lugar, e já bem envolvidas em fofocagens, o que eu pessoalmente tomei como um bom sinal, e me juntando às loirinhas, logo mais estávamos lá. Naturalmente, cada pessoa da sala ficou encarregada de uma parte da refeicão, além dos presentes, então chegando lá a primeira coisa é deixar e talvez fazer algo na cozinha e deixar os presentes em um canto. E como todo mundo chega mais ou menos ao mesmo tempo em uma festa dinamarquesa (esse costume esquisito de NÃO se atrasar), temos bastante trabalho na cozinha e um pequeno caos no canto, mas tanto um trabalho quanto um caos bem alegres, cheios de saudacões e conversacão animada, para a alegria geral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando todos já contemplamos por tempo o suficiente toda aquela comida apetitosa e cheirosa que trouxemos para ficarmos com uma fominha bem danada, nos vêm uma notícia das não tão boas: a loirinha que iria trazer o rugbrød (que, para uma refeicão tradicionalmente dinamarquesa como a que estavamos prestes a fazer, é mais importante que arroz num almoco brasileiro) iria chegar um tanto atrasada. Sendo brasileiro, naturalmente eu compreendo perfeitamente que atrasos são uma parte da vida e, mesmo faminto, aceito a espera numa boa. Já meus colegas dinamarqueses, alguns mais que outros, estão naturalmente ofendidissimos com essa horrível demonstracão de falta de modos e desrespeito ao ideal de "estar lá na hora". Naturalmente, procurei defender um pouco os interesses da loirinha atrasada, não apenas por ser uma loirinha, mas por ser uma compatriota no que se deve a atrasos indevidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bueno, cedo ou tarde um dos nossos colegas fica com tanta fome que vai buscar o rugbrød, trazendo a menina junto tão somente por um questão de praticidade. Resolvido o problema, sentamos todos e vamos à comida! Mas esperem, não, ainda não podemos ir à comida: uma das loirinhas gostaria de falar algo antes. Eis que descobrimos que ela concebeu uma pequena brincadeira para a noite, uma um tanto engenhosa, eu diria. Debaixo de cada um dos nossos pratos estava um pedaco de papel que nos dava uma certa "tarefa" a ser feita ao decorrer das próximas duas horas, o tanto quanto possível, enquanto jantavamos, sem é claro, contar pra ninguém nossa tarefa. Quando as duas horas acabassem, tentariamos então adivinhar qual era a tarefa de cada pessoa, e aqueles que tivessem realizado suas tarefas com louvor, ganhariam um prêmio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sei quanto à vocês, mas pra mim pelo menos isso soou um tanto esquisito sem saber direito que tipo de tarefas eram. Então abro quão logo quanto possível meu papelzinho e... ... ... putes grila! Não consigo traduzir direito meu papelzinho! Mas que vergonha, eu não devia ter um diabo dum "dinamarquês super avancado"? Enfim, foi na verdade uma sorte eu não ter entendido esse papel, já que a tarefa contida nele era um tanto... infeliz. O meu primeiro papelzinho tinha como tarefa "limpar a boca da pessoa a seu lado". Sabem, naquele estilo bem "tia-gorda-e-irritante"? Enfiando seu guardanapo e seu dedo impiedosamente na cara dos outros e tudo mais? Felizmente pude trocar meu papelzinho, e meu segundo era um tanto melhor. Esse dizia que eu deveria "comentar o cheiro da comida".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pode parecer um tanto simples comentar o cheiro da comida freneticamente durante duas horas, mas não é. Acontece que apesar de ser importante realizar sua tarefa para ganhar presentinho, ainda são duas horas em que você está jantando, e bebendo, e conversando, e fazendo todas as coisas que você faria se não tivesse recebido uma tarefa. Então escolher os momentos certos de elogiar a comida era vital. Além do que, uma pessoa gostaria também de ficar de olho aberto pra achar a tarefa dos outros. Coisa que se tornava gradualmente mais difícil à medida que o jantar progredia, pois quanto mais jantar, mais bebida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aliás, falando em bebida, eu tenho que dizer, os dinamarqueses levam certas tradicões longe demais. É uma coisa você acender uma vela que faz uma contagem regressiva dos dias até o natal. É outra completamente diferente você engoelar repetidas vezes uma porcaria duma espécie de cachaca com um gosto absolutamente horrível chamada "Snaps" durante um julefrokost. Acender velas é uma tradicão perfeitamente respeitável, enquanto tragar uma bebida que tem o gosto mais desagradável e grotesco que já foi concebido, não. E notem que todos nós éramos unânimes em dizer que a bebida tinha gosto ruim, então não é nenhuma questão de pontos de vista diferentes. Mas enfim, como tradicão é tradicão, snaps away! Falando um pouco mais em bebida, descobri que uma das minhas colegas de classe é uma bartender das boas, nunca vi uma mocoila tão perita em fazer drinks gostosos. Só pra comentar mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, depois de um monte de comida, snaps, conversacão e jogo de handbol (no qual a dinamarca estava chutando a bunda de um outro país aí), chega a contente hora de descobrir qual era a tarefa de quem, coisa que se prova um tanto divertida, com certas tarefas memoráveis como a de elogiar a pessoa à sua frente, que gerou protestos exaltados da pessoa elogiada que se sentiu um pouco traída, a de gritar em excesso, que foi uma das mais rápidas a serem adivinhadas, a de ser amável e amigável com todos, que acabou tomando conotacões inesperadas (ou esperadas talvez, sei lá), e a de roubar comida do prato dos outros, que durante o jantar rendeu reacões um tanto engracadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eis que nos chega a hora da sobremesa, e trazemos em frente, é claro, o nosso simpático ris a la mande, com todos na expectativa de tentar ganhar o presente e tudo mais. Como já falei antes, não tive a sorte de ganhar o presente, e mesmo assim dei um presente aos meus colegas, trazendo logo mais o brigadeiro para todos provarem. Apesar de ser um brigadeiro meio lascado e mal servido, caiu nos gostos do pessoal, e logo mais estava recebendo vários elogios e agradecimentos por todo o meu "longo e árduo" trabalho na cozinha de várias loirinhas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de muita alegria achocolatada, é hora do pakkeleg!! Bem bem bem, temos 'Fessor Danilo pra não termos problema: pakke não deve ser tão difícil de imaginar, já que é meramente um "pack", ou seja, um pacote. Leg, acreditem vocês, não é perna, e sim brincadeira, bem de crianca mesmo. Pakkeleg portanto, é a brincadeira dos pacotes. E dentro de pacotes, todos sabemos que tem presentes, e onde tem presentes tem diversão de montão, e onde tem brincadeiras tem diversão de montão, então essa brincadeira é muito esperta, porque vem diversão de todo lado! Enfim, as regras são simples: primeiro juntamos todos os presentes numa grande pilha de presentes no meio da mesa. Segundo, comecamos a primeira rodada do jogo, onde temos três dados (3d6 pra galera do rpg representando!) circulando a mesa, sendo lancados por todo mundo várias vezes. Toda vez que você consegue um 1 ou um 6, você pega um presente da pilha de presentes. Assim que a pilha de presentes acabar, comeca a segunda rodada do jogo, onde de novo os dados circulam a mesa, mas dessa vez, só quem conseguir um 6 pode roubar o presente de outra pessoa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acho que não preciso dizer que, sendo que temos três pessoas jogando o dado ao mesmo tempo em todos os momentos e muita roubalheira de presentes rolando, o negócio é bem bem bem caótico, o que só serve mais para ser divertido, especialmente quando certas ladroagens são interpretadas como pessoais (uma boa imagem mental de referência é uma menina jogando impiedosamente um pacote um tanto grande e pesado direto na cara do rapaz que tinha acabado de roubá-lo). E quando o jogo acaba, ainda mais alegria, porque todo mundo abre os presentes ao mesmo tempo (todo mundo tinha ao menos um) e contempla a maravilha ou a porcaria que ganhou (eu pessoalmente não fiquei tão emocionado com meus presentes), naturalmente já usando* ou comendo os presentes favoritos. O que é a maior alegria, porque todos podemos ver o pessoal se entupindo de doces e usando todo tipo de tranqueira esquisita de uma só vez, e podemos roubas alguns dos doces e partilhar algumas das tranqueiras, fazendo com que o clima geral seja de fraternidade, companheirismo e caos absoluto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/8099/3430/1600/979338/Billede%20025.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/8099/3430/320/797563/Billede%20025.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de tudo isso, nada como se sentar, relaxar e ficar bebericando uma cervejinha, comendo quanta junk-food seu estômago ainda abrigar e conversando com o pessoal até às 4 da manhã, quando finalmente, com bastante sono e bastante cheio, você volta para casa para dormir até quando seu irmãozinho entrar subitamente em seu quarto pra falar qualquer coisa com qualquer coisa que você não vai lembrar porque estava com muito sono.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eita, já ia me esquecendo de um detalhe importante. Teve só uma coisa que foi extremamente negativa nessa noite. Essa foi a noite em que a selecão musical já naturalmente pobre dos dinamarqueses atingiu seu ponto mais baixo, e portanto ouvimos várias vezes durante a noite, entre os outros tecnococôs (agradecimentos ao Soba por conceber essa expressão maravilhosa) que acompanhavam, a versão do Basshunter (esse fidamain) de Jingle Bells. Suponho que vocês consigam imaginar o horror que foi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem criancas, foi "só" isso por hoje. Como sempre, mal posso esperar pelos comentários, mesmo os curtinhos, de todo mundo que tem a paciência de ler o livro que estou escrevendo aqui. Mas hoje pelo menos o livro ganhou ilustracões, então chequem os capítulos anteriores para achar mais gravuras! Algumas gravuras só ficam de cabeca pra cima depois, tá?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31594117-116577876025299334?l=danilopegadorpravaler.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danilopegadorpravaler.blogspot.com/feeds/116577876025299334/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31594117&amp;postID=116577876025299334&amp;isPopup=true' title='30 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31594117/posts/default/116577876025299334'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31594117/posts/default/116577876025299334'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danilopegadorpravaler.blogspot.com/2006/12/uba-uba-dezembro-rolando-aqui-toda.html' title=''/><author><name>Danilo e o Fiel Hubert</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10883288226025422135</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>30</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31594117.post-116496389714000387</id><published>2006-12-01T09:56:00.000+01:00</published><updated>2006-12-10T14:11:53.276+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Acho que é apenas correto que comecemos Dezembro em grande estilo com uma postagem devida. Não sei se vou arranjar o suficiente pra contar, mas escadana-se, qualquer coisa eu comeco a escrever qualquer coisa sobre algo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Capítulo Tédio: Syghus (Hospital)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Me parece, de verdade, meio idiota continuar falando sobre a idiota da doenca ainda, especialmente considerando que eu já estou a 114,9% de novo. Mas eu suponho que seja de fato curioso eu ter ido parar num hospital, assim de repente, então em frente com a história. Pouco depois do incidente do futebol (ou seja, antes, na verdade, da peca da escola), o que era uma gripezinha normal já tinha durado quase uma semana e estava realmente tirando todas as forcas do meu corpo, lascando com o meu apetite, e fazendo de mim uma massa nojenta de catarro e germes embrulhada em carne e pele. Logo pareceu apropriado ir até o médico e ver quão lascado eu estava. Entre os longos períodos de espera a que fui submetido, os rápidos exames de sangue e de "ouvir minhas costas" que ele fez revelaram que, de fato, eu não estava tão bem, e logo ele me receita uma penincilina. Lá vamos nós na drogaria arranjar a dita cuja, o que também envolve esperar muito tempo numa sala que, de tão pequena, fazia um elevador parecer um palácio, mas nós pegamos e remédio e vamos para casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de quatro dias de penincilina sem efeitos, resolvemos voltar para o médico e descobrir o que ele tem para dizer. Ele repete as doses de nos fazer esperar e de fazer rápidos exames de sangue e audicão. E conclui que eu não melhorei nem um tiquinho depois dessa penincilina toda. O que nos leva à sugestão e ir tirar um raio x do meu pulmão no hospital. Okei, maravilha, no dia seguinte, vamos nós para o hospital, onde novamente, eles testam nossa forca de vontade com mais longos períodos de espera, tanto para tirar o raio x, quanto para pegar as fotos do raio x. Quando vamos pegar as fotos do raio x, para minha grande surpresa, também nos pedem para ir para o segundo andar para que eles pudessem me internar... "Ops! Calma lá cowboy, eu não vim aqui ser internado não! Só queria uma fotinha do meu pulmão!" eu pensei comigo, mas como estava excessivamente doente para fazer uma fuga ousada, tive que me deixar levar para o segundo andar e ser efetivamente internado. Ai ai ai...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Okei, não sei quantos dos meus leitores já foram internados, e sob que condicões, mas minha experiência com ser internado é ficar extremamente sem graca. Quero dizer, de repente eu só estou usando uma espécie de camisa longa de botão de pano e minha cuequinha de bolinhas, no meio de um lugar excessivamente público... Pou, simplesmente não tinha como eu achar isso legal. E logo mais eu estou lá, deitado na cama, sem fazer nada. O Ole, que me acompanhou para a foto de raio x, me fez compania o quanto ele pode, mas logo logo ele teve que ir para casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E eu fiquei lá, ouvindo a tv do "cara-na-cama-em-frente-à-minha-que-só-falava-inglês" e no geral não fazendo nada mais que oferecer meu braco de vez em quando para que uma enfermeira pudesse me furar para um ou outro propósito. Toda a idéia de eu ficar internado no hospital é apenas para que eles pudessem injetar uma penincilina mais pesadinha direto na veia, então em pouco tempo eu tenho um tubo preso na minha mão direita, e por algum motivo, o médico acha que é uma boa idéia eu receber oxigênio para poder respirar mais fácil, então também fico com dois altamente incômodos tubos plásticos em minhas narinas, que na verdade faziam respirar ser um trabalho um tanto mais árduo que antes. Fiquei um tempo ponderando o quanto ter essas duas coisas, no meu caso ao menos, faz você se sentir muito mais fraco, doente e anêmico do que você de fato está.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, mais tarde da noite, o Ole, a Lone, o Lukas e o Simon passam para dar uma visita, e eles trazem com eles três grandes companheiros que eu teria durante meu período de doente: uns quandrinhos do Anders And (Pato Donald), um pocket book chamado Cold Fire (que é interessante até, mas tem um final mais brega que um orangotango de vestido) e uma compilacão de inúmeros jogos de Sudoku num livrão gigantesco. Depois que eles se vão, passei bem umas três horas entre essas três coisas, mais uma hora fazendo o equivalente de contar rachaduras do teto num lugar em que o teto não tem rachaduras, e aí de algum modo dormi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No dia seguinte, mais tira sangue, mais do meu trio anti-tédio, mais penincilina. Até que, em fim, já bem de noitinha, o médico me conta que essa penincilina também não está fazendo efeito algum, e que portanto eu vou ser liberado, já que meu próximo remédio eu podia tomar em casa. Demorou! Finalmente eu tenho permissão de usar roupas de novo, e depois de uma breve espera pelo meu táxi, estou a caminho de casa. Notem que eu peguei o táxi porque a família toda estava na festa do avô, e a Lone achou melhor eu não ir me juntar a eles porque tinha uma penca de fumantes lá, o que não era nada bom para alguém com infeccão pulmonar. Então chego na casa vazia, leio mais um pouco e me vou para a cama.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltando um pouco a fita, tenho que dizer: eu reclamei muito do hospital, mas haviam coisas boas. A comida, apesar de só servida muito de vez em quando, era até bastante boa, até mesmo o rugbrød que eles usavam era de primeira qualidade. Além disso, as enfermeiras eram super-duper-prestativas, e não paravam de me oferecer coisas. De todo o tempo que eu passei lá, só houveram alguns poucos minutos em que eu não tinha uma bebida saudável e gostosinha na minha mesa. Aliás, se eles parassem com essa frescuragem de "hospital" e abrissem um restaurante ao invés disso, eles tavam feitos. Ouh bem, acho que eles gostam do privilégio que eles tem de fazer todo mundo tirar as calcas quando vai lá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para terminar, só gostaria de notar que, dois dias atrás, eu fui de novo para o hospital para tirar novas fotos do meu pulmão, pra garantir que ele tá bonitinho de novo. O que eu achei curioso foi que, dessa vez, que eu estava perfeitamente saudável e portanto, muito melhor preparado para esperar um tempão, eu não tive que esperar quase nada, em contrapartida a muita espera que eu fiz quando fui lá dá primeira vez, quando estava cansado e sem disposicão. Meio irônico, eu acho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Capítulo XIX: Frikadeller (Brigadeiro)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu disse outro dia que eu ia fazer brigadeiro pra família, usando uma das fantásticas latas de leite condensado que minha mãe me mandou pelo correio. E foi isso que eu fiz, como prometido. Acho que foi uma sexta (minha nocão dos dias foi pro espaco quando fiquei doente), finalmente toda a família confirmou presenca no jantar, o que me deu sinal verde para fazer quitutes brasileiros. Belezura, belezura, isso ia ser moleza! Eu tinha meu leite condensado, eu tinha panelas e utensílios de cozinha de todo tipo a minha disposicão... Isso ia ser moleza. Só me faltava a manteiga e... o chocolate em pó. Ai ai ai... o chocolate em pó. Eu sinceramente não pensei que ia ser tão difícil achar chocolate em pó. No bom e velho Netto, o supermercado que tem aqui pertinho, eu tive que procurar por meia hora para achar o que eu imaginei ser o chocolate em pó, ou o mais próximo disso que eu poderia arranjar. Eu tinha duas possibilidades: a primeira, era um esquema do tipo Toddy, chamado Oboy, que tinha lá no supermercado. Notem todos que, achocolatados não são uma parte da cultura dinamarquesa (o tal Oboy, de fato, era importado, e coberto de sueco e norueguês). Minha outra possibilidade era Kakao, que definitivamente vinha em pó mas... bem... se fosse realmente cacao, e não chocolate, acho que não ia dar muito certo. O Ole resolve o caso comprando ambas as coisas, para que eu pudesse provar em casa e me decidir qual seria o melhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de um jantar bem bacana, foi minha vez de arregacar as mangas e mandar ver na penela. E fazer brigadeiro, que é uma das coisas mais fáceis de se fazer do mundo inteiro, usando o Kakao, que se provou enormemente parecido com chocolate em pó como nós o conhecemos. Então eu não tenho muito como fazer isso soar como algo lá muito épico. Especialmente quando eu ainda tive a habilidade de fazer merda, tentando fazer bolinhas (eu só ia fazer umas para mostrar como é que é) com um brigadeiro que ainda estava muito, muito, muuuuito liquído para isso, e portanto, me lambuzando todo com a massa semi-pronta de brigadeiro. Mas enfim, depois de um pouquinho de tempo na geladeira, o brigadeiro está good to go, e ele é colocado a prova contra o brigadeiro pronto de latinha que minha mãe também mandou (apesar dos avisos de meu irmão de que ele era uma porcaria). E, com a unanimidade dos votos, meu brigadeiro caseiro foi declarado o melhor! Hurra! Apesar de toda minha falta de capacidade como cozinheiro, eu prevaleci, e já estou planejando a próxima oportunidade de fazer mais brigadeiro para outras pessoas (afinal, para o bem da ciência, eu preciso saber qual é a resposta das loirinhas à doces brasileiros, certo?).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Capítulo XX: Beer and Fangs&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Esse fica pra outro dia. Talvez eu só edite esse post e adicione ele depois, já que ele não é lá grandes coisas, mas vale mencão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até a vista, bebê!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31594117-116496389714000387?l=danilopegadorpravaler.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danilopegadorpravaler.blogspot.com/feeds/116496389714000387/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31594117&amp;postID=116496389714000387&amp;isPopup=true' title='13 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31594117/posts/default/116496389714000387'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31594117/posts/default/116496389714000387'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danilopegadorpravaler.blogspot.com/2006/12/acho-que-apenas-correto-que-comecemos.html' title=''/><author><name>Danilo e o Fiel Hubert</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10883288226025422135</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>13</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31594117.post-116402002210627830</id><published>2006-11-20T11:03:00.000+01:00</published><updated>2006-12-12T19:13:40.496+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Bem, vamos lá, estive em um jogo de futebol, estive em pecas de teatro do colégio, estive em hospitais (em parte por estar no jogo de futebol) tomei muita penincilina e outros remédios. Então acho que está em boa ordem contar minha saga de doente, apesar de ela ainda não ter terminado e eu ainda estar perdendo aulas para repousar e ver se eu melhoro de vez dessa porcaria de pneumonia idiota. Enfim, em frente:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Capítulo XVII: Futebol de Merda.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Não sei se mencionei antes, mas o Lukas é um jovem do futebol. Ele joga futebol num clube e faz parte do time de jovens jogadores, ele vê jogos de futebol na tv quando pode e está no geral contente em ver e participar de qualquer coisa que tenha a ver com futebol. Isso rendeu a ele, e aos companheiros de time dele, a oportunidade de serem "garotinhos-que-entram-no-estádio-segurando-a-mão-dos-jogadores-pra-garantir-que-eles-não-vão-se-perder-ou-sei-lá". E naturalmente, toda a família que estava desocupada no domingo, ou seja, todo mundo menos o Simon que estava praticando para a peca ou sei lá, tinha que ir lá e ver esse evento fenômenal (ironia). Então pegamos nossas bicicletas, saímos na desgraca do frio infeliz que estava fazendo lá fora, e fomos para o estádio, que não era nada mais que uma pedaladinha de meia hora. Notem que eu já estava doente à essa altura, mesmo porque isso foi depois do Herrefrokost, então vocês podem imaginar como foi "divertido" pedalar meia hora no frio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas tudo bem, tudo bem, chegamos lá eventualmente. Não tinhamos mais que pedalar, mas ainda estávamos naturalmente no frio. E logo mais descobrimos que não tinhamos todos nós lugares onde o Lukas ia se sentar depois do jogo. Lone encarregada de tomar o único lugar garantido que tinhamos, e logo mais eu, Ole e Frederick estávamos correndo atrás de ingressos. E putaqueopariu, que bagunca que isso foi. A princípio, só pegamos lugares quaisquer. Mas aí aprendemos que podiamos pegar lugares para o lugar onde o Lukas e a Lone ficariam. Mas aí já tinhamos ingressos e portanto, precisavamos trocá-los. E pra trocar ingresso, vá-te a merda, é enrolacão que não acaba mais. Depois de muito vai e volta, volta e vai, gira um pouco, vai um tanto volta dois tantos, de algum jeito arranjamos a porcaria dos lugares perto do Lukas e da Lone. Então tá, beleza, sentamos, ainda no frio é claro, e ficamos esperando o jogo comecar. Não sei quanto tempo de fato demorou pra o negócio comecar, mas pra minha percepcão de tempo no momento, demorou uma eternidade e um pouco mais. Mas comecou algum dia, e tadááá!! lá estava o Lukas guiando um jogador para o campo! Viva! Que momento mágico! Que experiência especial! Que frio do caralho, porra!! Viva!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tá, tá. Frio do caralho a parte, pelo menos talvez a gente fosse ver um jogo de futebol legal. Afinal, era um jogo profissional no estádio e tudo mais, certo? Os times deviam ser bons, certo? ERRADO!! Uma penca de pernas-de-pau, é isso o que eram, o que garantiu um jogo mais devagar que uma lesma velha e senil andando contra o vento forte sem a menor pressa. Tudo o que eu queria! (ironia ironia) Então em suma, eu estava sentado num frio do caralho, vendo um monte de perna-de-pau chutando a bola daqui pra lá, de lá praqui, sem chegarem nem perto do gol, enquanto estava doente e cansado. Dá pra ficar melhor que isso? Sim! Adicione chuva e vento à mistura e voilá!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Felizmente, algum dia o idiota do primeiro tempo acabou, e assim que eu aprendo que a Lone está indo para casa, não titubeio nem por um pequeno momento e vou com ela. Mais vinte minutinhos de pedalada no frio (estávamos ansiosos para chegar em casa), voltamos para casa e prontamente acendemos a lareira e fizemos um cházinho, que eu não sei se vocês lembram eu ter mencionado nos comentários do post passado, mas era um cházinho, digamos, turbinado, para esquentar mais rápido.E ficamos bebericando chá e conversando e ficando no geral felizes que desistimos do jogo por um bom tempo, até o resto da casa voltar do que restou do jogo, durante o que eles tiveram a oportunidade de presenciar um gol... do time adversário. É, ficamos melhor em casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Capitulo XVIII: Klokkeren fra Notre Dame&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Pois é, finalmente a semana da apresentacão veio. Depois de tanto trabalho, dava pra sentir a agitacão e o nervosismo do Simon na quarta, enquanto ele perambulava a casa empersonando (isso tá certo? sei lá) o destemido Capitão Phoebus, ou como nós preferimos chamá-lo, Phoebøsse, o que agora eu percebo ser uma interna dinamarquesa, mas ainda faz sentido quando o 'Fessor Danilo explica que Bøsse é, digamos, frutinha em dinamarquês. Não garanto que eu escrevi isso direito, é só assim que eu imagino que se escreve.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De qualquer jeito, bobagens a parte, quinta-feira a família toda foi ver qual foi o resultado de tanto trabalho e ensaio. Eu deixei bem claro que não pretendia perder isso, então fui também. Felizmente a Lone concluiu que estava frio demais para eu ir de bicicleta, e assim me poupou uma curta mas mesmo assim desagradável pedalada no frio, e fomos de carro, apesar de que a volta que tinhamos que dar era ridícula. Mas tudo para não pedalar no frio doente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, enfim, chegamos na escola, com bastante antecedência, para poder pegar bons lugares, perto do palco. E assim o fizemos. Isso não impediu dois caras altos e extremamente cabecudos* de se sentarem exatamente na minha frente, como não podia deixar de ser. Mas tudo bem, isso é algo que qualquer bom frequentador de shows, pecas, filmes e afins já está acostumado, e já desenvolveu técnicas para conseguir ver, de algum modo místico e mágico e misterioso, através das cabecas enormes que se colocam em nossos caminhos. O que foi muito útil, pois logo mais a peca estava comecando e eu tinha que ver o que rolava. Já de cara uma colega de classe minha entra cantando** depois de uma curta introducão do "cigano-de-cabelo-espetado-punk", e carambolas, eu não sabia que ela cantava tão bem. Ela ainda está looooooonge de ser profissional, é claro, e até eu consegui sentir umas desafinadas aqui e ali, mas mesmo assim, caraio fí, não esperava nada tão bom dela, me surpreendeu e me agradou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/8099/3430/1600/600198/Billede%20001.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/8099/3430/320/595255/Billede%20001.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;**&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/8099/3430/1600/356801/Billede%20010.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/8099/3430/320/703542/Billede%20010.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pouco depois nos aparece o bom e velho Quasimodo, cujo ator eu conheci um dia que ele veio aqui em casa ensaiar com El Simon. O que significou que pouquissmo depois, mais dois colegas meus, como dois dos gárgulas de pedra*** amigos de Quasimodo, dão as caras. E eu tenho que dizer, os papéis serviram como luvas para eles. A melhor parte é que um dos meus colegas que estava representando era o... ahm... colegialmente famoso Dmitri, o russo com uma risada muito muito muito estranha e engracada, e ele teve a oportunidade de rir no palco depois, o que foi muito muito engracado. E depois entra em cena o bom e velho Simon, com uma fantástica barba e bigode pintados (tinha um monte de gente com isso, incluindo algumas meninas que estavam representando homens, mas pra mim a do Simon estava um tanto mais... prominente), esbanjando toda a confianca e sapiência do incrível capitão Phoebus. Sim, um tanto engracado de se ver, o meu irmão atuando por aí e tal, mas acho que foi sorte grande ele não ter cantado em nenhum momento. Seria engracado, mas só até o tímpano de alguém explodir, eu acho. Falando em sorte, eu não tive nenhum ataque de tosses nojentas no meio da peca, então isso foi muito positivo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;***&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/8099/3430/1600/640963/Billede%20010.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/8099/3430/320/140569/Billede%20010.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, resumindo, a peca não foi nem metade de tão profissional quanto Svinedrenge, ou quanto o Blues Brothers, mas foi de boa qualidade do mesmo jeito. Nenhuma atuacão espetacular, mas envolvente o suficiente do mesmo jeito. E com certeza, ver rostos conhecidos entre os atores sempre dá um gostinho a mais pro negócio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como por exemplo, ver o rosto conhecido do bom e velho Marcos cantando Robocop Gay deve ter sido realmente especial. Ainda não acredito que perdi essa, hehehe, me lembrei na hora disso quando voltei pra casa. Ah! Ah! Vale lembrar que eu conversei um tantinho com duas loirinhas da minha sala no breve intervalo que teve pra gente beber refrigerante, o que é importante para mim já que, desde minha doenca, eu não tenho conversado tanto com as loirinhas. Minha casa, minha prisão!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É... não estou com paciência de escrever sobre o hospital agora, então fica pra depois ou pra nunca, dependendo do meu humor. Sem falar que eu recebi presentes do pessoal da minha classe agorinha mesmo com cartãozinhos de melhore logo e tudo mais, então quero ver de qual disso. Então fico hoje por aqui, muito grato pela atencão, espero que todos tenham uma boa semana e que ninguém pegue pneumonia porque não é divertido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PS: Eu avisei que as fotos tavam uma merda. Depois eu arrumo no mínimo pra ficarem de cabeca pra cima.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31594117-116402002210627830?l=danilopegadorpravaler.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danilopegadorpravaler.blogspot.com/feeds/116402002210627830/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31594117&amp;postID=116402002210627830&amp;isPopup=true' title='34 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31594117/posts/default/116402002210627830'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31594117/posts/default/116402002210627830'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danilopegadorpravaler.blogspot.com/2006/11/bem-vamos-l-estive-em-um-jogo-de.html' title=''/><author><name>Danilo e o Fiel Hubert</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10883288226025422135</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>34</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31594117.post-116325384473243575</id><published>2006-11-11T14:03:00.000+01:00</published><updated>2006-11-11T15:04:16.556+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;em&gt;Um breve ensaio na medicina caseira nórdica:&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;de Danilo Furtado&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Um ano de intercâmbio é a princípio, um ano de aprendizado e crescimento, e de fato, se aprendem muitas coisas, até mesmo quando se está doente. Aliás, ficar doente em si é, por que não, um próprio propulsor de novas descobertas. Estive, de fato, e ainda estou um pouco, desagradavelmente doente desde terca, a maldita terca, onde todo meu sofrimento e desconforto comecou, e estar desagradavelmente doente significa que de fato, você não está numa posicão de doenca agradável: afinal, eu só me apercebi de minha enfermidade quando já estava na escola, então não tive a oportunidade de matar aula, e nos dias seguintes, estava tão debilitado que nem sequer pude aproveitar o minímo de minhas manhãs sozinho em casa, nem mesmo para dormir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, a família, naturalmente, tomou nota desse fato, e logo mais queriam me ajudar com remédios caseiros para me fazer sentir melhor ou me curar. A primeira coisa que se apresentou foi de fato, um belo chá de camomila, o que de fato cai muito bem, e ajuda bastante a combater o frio desgracado que ajuda a doenca a me abater. Este foi o remédio curadouro de Ole, que enquanto desprovido de experiência médica é provido de experiência... uhm... bem, ele é um cara legal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já a Lone, que já trabalha no hospital como enfermeira há anos, e definitivamente estudou exaustivamente para conhecer enfermidades e como combatê-las, bem, o remédio dela é foi um tanto menos convencional. E talvez um pouco menos sano. Acho que minha mãe (a biológica) vai perder um pouco de sua enorme confianca nela depois dessa. O remédio da Lone era nada mais nada menos que que virar uma pequena dose de uma bebida alemã com não mais que 80% de teor alcoólico. Puxa vida, agora isso sim foi uma alegria! Acho que não há nada mais que eu queria no mundo que beber alcóol quase puro de virada! Realmente especial! Notem que estou falando isto com grande ironia, porque isso é ruim pra cacete. Mesmo assim, parece-me, ajudou um pouco a me sentir melhor depois.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Capítulo XVI: Herrefrokost&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Apesar de minha já mencionada doenca e do frio absurdo que fazia, eu estava de fato andando de bicicleta por aí afora. Não sem objetivo, é claro, eu não sou nenhum suicida ou idiota. Estava rumando para o exclusivissimo jantar de 18 anos de meu colega de classe Troels, que prometera haver muita música boa, comida as favas, bebidas e diversão. Antes que eu pudesse chegar na casa de meu colega, contudo, eu estava naturalmente fadado a me perder. Eu já tinha ido lá antes e chequei o caminho no mapa, mas nada disso consege impedir a minha incapacidade mental induzida de me levar a lugares errados, me levar levar a lugares quase certos para me virar ao redor e me levar a um outro lugar errado, e assim em diante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de uns 45 min. de pedalar cansado e com um frio do caralho, finalmente consigo achar o lugar, e logo mais estou já mais aquecido lá dentro, cumprimentando os outros seletos convidados e tudo mais. Note-se, que, entre os seletos convidados, não se incluem loirinhas. Isto aqui se tratava de um Herrefrokost! Aliás, está numa boa hora do 'Fessor Danilo explicar: Herre significa senhor, ou seja, não uma senhora. Já Frokost é jantar. Ou almoco. Ou... algo assim. Uma refeicão. Logo, era uma refeicão para senhores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Naturalmente, apesar de sermos todos jovens intelectuais e sofisticados, ainda eramos mais jovens e comemos com voracidade e vontade. Ou melhor, eles comeram com voracidade e vontade, já que meu estômago de enfermo não me permitia todo o prazer da comida, que aliás, era digna de nota, pois era o mais clássico da comida dinamarquesa. Sim, era de fato, rugbrød, ou pão-preto que realmente não é tão bom (pra não dizer que até você se acostumar, é muito ruim). Mas não é o rugbrød que importa, são os frikadella (ainda descubro como se escreve o nome desse diabo), os peixes temperados, as cebolas e beterrabas, e todas as maneiras esquisitas mas estranhamente boas de se combinar essas coisas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, depois de comemos, ainda passamos um booooom tempo curtindo músicas bacanas, jogando um torneio de totó, e simplesmente nos divertindo por lá. Eu só fiquei com pena que era impossível eu falar mais de duas sentencas sem comecar a tossir tresloucadamente, já que tinha muita gente fina lá e eu queria ter conversado mais com eles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, eventualmente, a galera comecou a ir embora, e mais tarde que cedo, eu fui também. A volta para minha casa foi tão estúpida e desagradável quanto a ida. Aliás, um pouco mais. Em adicão do simples me perder, ainda tive as manhas de acertar um desses muros-vivos-de-plantas, o que apesar de não ter sido nada sério no momento, está me rendendo uma dorzinha no ombro direito que me irrita um tanto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de todas as coisas que foram errado, ainda sim valeu toda a pena e foi uma ótima noite com bastante diversão e música boa. Ah sim, e vale mencionar, agora sim eu entendo de onde os dinamarqueses tiram fama de beberrões: os cara beberam MUITO! Quantidades realmente absurdas de cerveja, digno de respeito, de fato. Se não ficou óbvio, eu não bebi porque ainda estava doente e com um estômago não amigável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, é isso. Hasta!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31594117-116325384473243575?l=danilopegadorpravaler.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danilopegadorpravaler.blogspot.com/feeds/116325384473243575/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31594117&amp;postID=116325384473243575&amp;isPopup=true' title='15 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31594117/posts/default/116325384473243575'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31594117/posts/default/116325384473243575'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danilopegadorpravaler.blogspot.com/2006/11/um-breve-ensaio-na-medicina-caseira.html' title=''/><author><name>Danilo e o Fiel Hubert</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10883288226025422135</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>15</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31594117.post-116238927843048989</id><published>2006-11-01T14:50:00.000+01:00</published><updated>2006-11-01T14:54:38.430+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;em&gt;BABOLAGEM DESENFREADA DE CRIANCA FELIZ ALEGRIA GERAL  LOL ROFL LMAO OMFG STFU NOOBZ!!!!!!&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nevou hoje!! Nevou hoje!!! Whooooo!! Me senti uma crancinha feliz saindo no meio da aula de história para ir ver neve, por mais que fosse só uma porcaria duma neve lambuzenta misturada com chuva, porque forda-se mil vezes, essa parada de neve é campenguissema!! Claro, eu repeti a dose quantas vezes eu pude nas outras aulas, para a minha alegria geral!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Err... é só isso mesmo... acabou. Té a próxima!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31594117-116238927843048989?l=danilopegadorpravaler.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danilopegadorpravaler.blogspot.com/feeds/116238927843048989/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31594117&amp;postID=116238927843048989&amp;isPopup=true' title='24 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31594117/posts/default/116238927843048989'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31594117/posts/default/116238927843048989'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danilopegadorpravaler.blogspot.com/2006/11/babolagem-desenfreada-de-crianca-feliz.html' title=''/><author><name>Danilo e o Fiel Hubert</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10883288226025422135</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>24</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31594117.post-116152508412643267</id><published>2006-10-22T14:42:00.000+02:00</published><updated>2006-10-22T16:17:21.673+02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Nada de espetacular nas postagens de hoje, mesmo porque nem estou com muita inspiracão para escrever, só para manter o hábito mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Capítulo XV: Férias de Outono&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois sim, pois sim, estive de férias essa última semana! Nada de acordar 7 da manhã (e pensar que 7 da manhã é quando as aulas comecam no Brasil, hehehehe) para ir para escola, nem nada assim! Já estava mesmo na hora, porque pessoalmente, já estava um tanto cansado de aulas, e todas as várias horas de relaxamento que tive me valeram muito a pena. Claro que, obviamente, relaxamento não é a única coisa que deve se ter em boas em boas férias: diversão naturalmente também faz parte do negócio, e talvez eu esteja levemente desapontado pela quantidade que eu julgo insuficiente de diversão que tive nessas férias. Mas isso não significa que não fiz nada divertido essa semana, então vamos tomar nota do que rolou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeiramente, uma atividade que é sempre traz prazer para pessoas com um ouvido bem afinado e sofisticado: passar um dia inteiro ouvindo muito metal. Não, infelizmente, em um show bombástico, mesmo porque aí não seria um dia, mas uma noite, mas na casa de um colega de sala, que está mais para bróder do metal. O rapaz, como qualquer metaleiro que se preze, conhece uma infinidade de bandas e coisas bacanas, como Symphony X, Blind Guardian, Dio, Tenacious D, e assim em diante. O que passou foi que nosso caro amigo russo (eu tenho outro amigo russo aqui, Carlos, não preciso mais de você!) queria comprar o novo cd do Rhapsody, ou melhor dizendo, do Rhapsody "of Fire" (ai ai... como é bom ter coisas bregas). Mas ele não sabia chegar na espetacular loja de metal de Odense sozinho, já que ele aparentemene não tem um senso de direcão muito bom, então nosso colega metaleiro-proficiente iria levar ele lá. Como eu já estou tendo problemas com a falta de metal e o excesso de tecno-merda que o ambiente dinamarquês me propicia, perguntei se podia ir junto, e fui. Então fomos para a casa do metaleiro-profi, ouvimos metal e bebemos cerveja, fomos pra loja de metal, onde tocavam mais metal e podiamos ver vários cd's de metal, e andamos pela cidade de boua, conversando um pouvo mais sobre metal e outras coisas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem o que meus ouvidos precisavam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra coisa bacana foi ir para a festa de uma colega de classe minha. A mocoila estava completando os 18 anos, então ela convidou a classe inteira para dancar e beber um pouco num lugar que eu até agora não me decidi o que era, mas que podia muito bem ser o lugar de uma festa. Claro que não fomos para esse lugar antes de ir para a casa de nossa outra colega para ter um forfest de novo. Aliás, a mesma casa que nosso último forfest. Parece que é algum tipo de tradicão se embebedar um pouco lá antes de ir para o verdadeiro local de embebedamento, quando isso envolve nossa sala inteira. De qualquer jeito, bebemos, proseamos e fomos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando chegamos lá, ficamos um pouquinho desapontados: não era um lugar muito grande e, bem, tinha várias pessoas "um pouco mais velhas", digamos assim, lá, então não estava com as caras de que ia ser uma festa muito divertida. Mas acabou sendo, já que o junkbox que estava instalado lá tinha muitas músicas boas (e outras de qualidade duvidosa mas que mesmo assim são consideradas boas por algumas pessoas), e os "velhotes" não passaram muito tempo lá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então logo logo estava apenas minha sala e alguns outros jovens lá, bebendo bastante cerveja (5 krs por latinha? Com precos assim, tem que se aproveitar!!) jogando jogos de carta do estilo "perdeu, bebeu", dancando e, meio deprê mas tudo bem, vendo meus colegas meus colegas jogarem "verdade-ou-consequência", ou "mande-uma-pessoa-beijar-outra" como eu gosto de chama-lo (porque assim tem mais hífens entre as aspas). Eu não participei porque ninguém pensou em me chamar, e eu não estava bêbado o suficiente para descer ao ponto de pedir para entrar, mesmo depois de perder bastante nas cartas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Festa básica e bacana, bem jóinhas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por último, teve a outra festa, que eu só passei por beeem pouco tempo nela, e saí para ir jogar jogos de computador a noite e o dia seguinte inteiros. Sei muito bem que fazer algo assim vai contra todas os conselhos (ou ordens, sei lá) que meus caros amigos me deram, mas compreendam que a festa não estava lá com as caras de que ia ser muito legal. Afinal, eu não tinha um grupo ou um amigo com quem andar por aí, e apesar de conhecer algumas das pessoas que estavam na festa, eu estava deslocado do mesmo jeito. Claro, isso aí tudo bem, dá pra dar conta disso e eu podia muito bem forcar a barra pra entrar num grupo qualquer ou qualquer coisa assim. O problema de verdade foi quando a outra brasileira que mora em Odense deu as caras lá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela é gente boa até, apesar de que é meio cansativo conversar com ela por muito tempo, então andar com ela não seria um problema se não fosse um pequeno detalhe: ela estava muito, muito bêbada, e a primeira coisa que ela me disse quando me viu foi "Danilo, que bom que você tá aqui, você é o único brasileiro por perto, você vai cuidar de mim!". Vocês podem imaginar que meio que perdi meu ritmo de festa depois dessa. Então, depois de uma hora meio que tomando conta da mulher, tomei a primeira chance e perguntei ao meu caro irmão Simon se não dava para eu me juntar a jogagem de videogame que iria rolar na casa do amigo dele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então fomos nós para a jogagem de videogame, não sem antes passar numa casa nos fundilhos de Odense onde encontramos um monte de pessoas bêbadas numa sala. Dissemos um oi aqui e ali e fomos de novo. Mas aí recebemos uma mensagem das pessoas bêbadas perguntando se elas podiam ir junto para a tal casa e usar a piscina, e como a maioria das pessoas bêbadas eram loiras, voltamos, colocamos todo mundo no carro apesar de não caber, e quase fomos, mas aí o pessoal mudou de idéia, e voltamos para o plano original de jogar muito videogame e ficou por isso mesmo. Então, perdi a chance de participar de duas festas bombantes numa noite. Mas acho que não tinha muita escolha, então dane-se.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, essa foi minha incrível semana de férias. Realmente não tão grandes coisas, mas fazer o quê? O jeito é esperar pelas próximas oportunidades de festanca e ir nessa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até mais, meninos e meninas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31594117-116152508412643267?l=danilopegadorpravaler.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danilopegadorpravaler.blogspot.com/feeds/116152508412643267/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31594117&amp;postID=116152508412643267&amp;isPopup=true' title='21 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31594117/posts/default/116152508412643267'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31594117/posts/default/116152508412643267'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danilopegadorpravaler.blogspot.com/2006/10/nada-de-espetacular-nas-postagens-de.html' title=''/><author><name>Danilo e o Fiel Hubert</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10883288226025422135</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>21</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31594117.post-116040922870734527</id><published>2006-10-09T15:57:00.000+02:00</published><updated>2006-10-09T17:53:48.963+02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Eis que vamos lá, ao capitulinho XIII e o capítulo de dimensões "comuns" XIV.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Capítulo (inho) XIII: Fodbold Uge, Fredags Café.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Apesar de eu ter falado antes que não estava acontecendo nada de interessante para colocar no blog, um fenômeno um tanto incomum se repetiu, talvez de maneira um tanto besta, na semana ante-passada. O fenômeno em questão: Eu jogando futebol. E claro, eu não fui nenhum Ronaldo Fenômeno, apesar de ter todo o sangue brasileiro e tudo mais (talvez me faltem as banhas brasileiras que o nosso jogador atualmente ostenta).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que passou é que a escola estava realizando um contente e relativamente despropositado torneio de Five-a-Side, que como o nome sugere, é simplesmente futebol jogado com 5 pessoas em cada time. Os times só podiam ser compostos de membros de uma só sala, e devido a falta jogadores proficientes na nossa sala, eu tive que entrar em acão, o que funcionou muito bem para mim porque foi uma ótima chance de cabular umas aulas que simplesmente me fariam ficar um tanto entediado (se analisar pedras já é normalmente chato, imaginem com um professor do estilo "voz-sonífero" em dinamarquês).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então lá fui, mandar ver no futebol. Não posso dizer que sou um jogador excepcional, mas desde que eu não finja que eu posso ajudar no ataque, sou até um zagueiro razoável. Claro, não razoável o suficiente, então todos os jogos que eu joguei, nós perdemos com um certo louvor, se é que se pode dizer isso. Mas tudo bem, já que ganhamos um ou dois jogos contra times que nunca deram as caras e, mais ainda, porque a gente não ganhava nada se ganhasse o torneio, então tanto faz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para fechar essa belíssima semana de futebol quase profissional (com perna-de-pau), uma sala do terceiro ano resolveu jogar uma pseudo-festinha na sexta, coisa que se apelidou de Fredags Café. Como sempre, o 'Fessor Danilo explica: Fredag significa Sexta-feira, e Café... bem, durh, Café significa café. Mas os dinamarqueses certamente não querem dizer café com café. Não, não, quando se diz "café" neste contexto, quer se dizer "cerjeva", "cerva", "geladinha" (apesar de que algumas tavam meio mornas... bleargh) e "qualquer nome que você queira para esta bebida". Sim, para variar um pouco, os dinamarqueses resolveram que era uma boa idéia trocar o último horário da semana por uma oportunidade para beber cerveja na escola de novo e, como ninguém gosta de beber cerveja no silêncio, ouvir rap- e tecno-merda. E como quando não se está em boa hora para dancar, ninguém gosta de ouvir música-merda sem ter algo para ver, colocou-se um projetor e uma telona passando clipes. E como ninguém gosta de olhar para uma telona sem ver sexo explícito (os clipes são pornográficos, mas não são explícitos o suficiente), colocou-se pornô no meio dos clipes. Ou seja: ficamos tomando cerveja e vendo pornô na escola.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso sim é educacão!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Capítulo XIV: International Bombation; Maior, Mejor, Mærkeligere.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mochila nas costas, saco de dormir numa mão, mini-colchão desconfortável na outra, estava eu esperando com o Ole na estacão de trem para ir para mais um acampamento do AFS. Desta vez sem a compania do Simon, que não estava convidado, fiquei esperando e esperando e esperando e esperando pelo trem, conversando com o Ole, e esperando. E o trem não vinha. E eu esperava. E ele não vinha. E eu esperava. E finalmente ele veio, com UM MINUTO INTEIRINHO de atraso, o que certamente vai fazer alguém ser despedido pela notável falta de zelo pelos horários. Adentrei o trem, silenciosamente concordando com os suspiros incrédulos das senhoras que entravam ao lado, e se perguntavam, compreensivelmente, onde um país onde trens se atrasam um minuto para a estacão vai parar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, mesmo com esse atraso imperdoável, estava a caminho da estacão Stenstrup Syd um pouco adiantado, então apenas me sentei e tentei relaxar até ouvir o nome da estacão ser chamado pela vozinha gravada muito simpática que nos informava a próxima estacão em que iríamos parar. Depois de algumas paradas, me vem a seguinte surpresa pelas caixas de som do trem:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Næste station: Stentrup"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Stenstrup? Só? Sem Syd? Naturalmente fiquei a imaginar se, talvez, Stenstrup e Stenstrup Syd não seriam a mesma estacão, que apenas mudou de nome recentemente ou qualquer coisa assim. Ora, na dúvida, fiz o que qualquer pessoa sensata faria: usei meu dinamarquês super-avancado para perguntar para um cara se, por meridade do acaso, Stenstrup e Stenstrup Syd não seriam a mesma estacão. Não, não eram, ele disse. Ora, então tudo bem. Só precisava esperar um pouco mais e estaria em Stenstrup Syd. Deveria ser, até mesmo, a próxima estacão, certo? Então sentei de novo, e esperei. E esperei. E esperei um pouquinho mais, já estranhando o fato de termos passado por outras estacões e ainda nada de Stenstrup Syd. Eis que o trem pára numa tal estacão chamada Svenborg, e a vozinha simpática diz algo que faz com que todos os passageiros saiam do trem. Eu não sabia o que ela tinha dito, mas de uma coisa eu sabia: eu não queria continuar num trem sem ninguém, que ia sabe-lá-quem pra onde. Então me dirijo para a fabulosa estacão de Svenborg, ou se vocês quiserem uma palavra melhor que fabulosa, a minúscula estacão de Svenborg. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Ora, acho que essa estacão é um excelentissimo lugar para eu parar e analisar minha situacão", pensei comigo. "Vejamos, estou sozinho em uma cidade desconhecida, tentando chegar em uma estacão que eu não sei onde é, que fica numa outra cidade desconhecida. Bem, pelo menos eu tenho um saco de dormir, se eu precisar dormir na rua." E com esse pensamento otimista, fui atrás de achar como chegar no diabo do acampamento. Bem, observando bastante o movimento dos outros passageiros, me convenci que este era decididamente caótico e não me ajudava em porra nenhuma. Observando a tabela de horários dos trens, descobri que estava na última parada do maldito trem que eu peguei, e que isso não me ajudava em nada. Observando a notável falta de pessoas ao meu redor, decidi que era uma boa idéia ir para algum outro lugar. Não sei bem o que me deu na cabeca, mas vi uma placa que dizia "Spor 2" com uma seta e resolvi que era uma boa idéia segui-la. Sem dúvida, acabei chegando no outro pavilhão, cujo trem seguia na estacão oposta da que eu ia, e entrei no trem sem pestanejar, mesmo sendo o último, pensando que, bem, na pior das hipóteses ele volta pra Odense, certo? Certo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Certo, o trem de fato estava fazendo o caminho de volta, então talvez ele pare em Stenstrup Syd. Resolvi perguntar para uma. Ela disse que não, só parava em Stenstrup. Eu agradeci, disse putaqueopariu para mim mesmo, e voltei a analisar minha situacão. Bem, meus conhecimentos sobre a cidade de Stenstrup eram, e ainda são, perigosamente próximos de zero, mas achei que podemos inferir que não se trata de nenhuma cidade gigantesca. Sendo assim, as duas estacões que ficam lá não poderiam ser assim, tão absurdamente distantes uma da outra, certo? Então eis que formulei meu novissimo plano de acão: descer em Stenstrup, e achar meu caminho pela cidade, só na base de perguntar e ver plaquinhas, até a estacão de Stenstrup Syd, e esperar que o pessoal do AFS ainda esteja lá quando eu chegar. Me pareceu uma maravilha de plano, e com o melhor espírito de aventura, me preparo para coloca-lo em acão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas eis que, quando desco na estacão de Stenstrup, vejo sair do outro trem, nada mais nada menos que uma belissima penca de intercambistas. Ora pois, foi mais fácil do que imaginava! Acontece que o Ole, apesar de toda sua boa vontade, acabou me comprando um bilhete para Stenstrup Syd quando eu tinha que ir para Stenstrup o tempo todo, e eu dei toda alegre volta em Fyn por motivo nenhum. Bem, apesar de talvez um pouco desapontado de não ter a chance de usar o meu plano tão maravilhoso, fui indo junto dos outros intercambistas, conversando com a brasileira levemente irritante que mora perto de mim, até a escola onde iamos morar pelos próximos três dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chegando lá, a alegria de sempre: dar saudacões calorosas, talvez um pouco mais que o normal por termos pessoas que não viamos a dois meses, já que este acampamento tinha pessoas tanto de Fyn quanto do sul da Jutlândia. Assim que todos os intercâmbistas chegaram, fomos todos para a cozinha, onde comemos nossos jantarzinhos pré-preparados pelas nossas próprias mães dinamarquesas, e ouvimos todas as regras do acampamento, que apesar de não tantas e todas simples, incluiam algumas um tanto desnecessárias, como por exemplo, a de não podermos sequer falar com um eventual bêbado de uma festa que haveria ali perto que tivesse perambulado até a escola, querendo ver os intercâmbistas, uma das coisas mais emocionantes que já aconteceram em Stenstrup. E assim, limpamos e cozinha e fomos dormir, já que essa noite tinhamos uma "curfew hour".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O segundo dia do acampamento lembrou muito o primeiro acampamento que tivemos, antes de irmos para nossas famílias: sessão com nosso grupo, pequena pausa, trabalho na cozinha, pequena pausa, sessão de grupo, pausa maiorzinha, refeicão, trabalho na cozinha, sessão de grupo, pequena pausa, e assim em diante o dia todo. Só teríamos a chance de nos divertirmos mesmo depois de terminarmos de jantar, ou no caso de nós homens, terminar de limpar toda a bagunca da cozinha, a penalidade que recebemos por termos muita conversa à noite no nosso quarto. E nos divertimos a noite inteira, primeiro vendo o jogo de futebol entre Dinamarca e Irlanda do Norte e falando muita merda, já que o jogo foi chato que só, sem nenhum gol, depois jogando totó e ping-pong, e conversando mais ainda abaixo de uma lua cheia e cercados de um frio extremo do lado de fora, depois jogando jogos bestas de mesa, como assassino, depois passando por tocagens de violão, jogagem de cartas e finalmente, ir dormir. Uma boa noite, com várias boas companias, como os tailandeses e chineses excêntricos, as brasileiras não-irritantes, a portuguinha baixinha muito comédia, a neo-zelandesa simpática e contente, a turquesa gatinha e gente-boa, os bons e velhos italianos animados, o espanhol tocador de guitarra e por aí em diante nessa lista meio que interminável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No dia seguinte, a velha ladainha, o pessoal ainda se divertindo, mas meio descontente de ter que se despedir por muito tempo de novo, e ainda mais descontente de ter que voltar para a sacalidade que é a escola. As famílias foram chegando, o pessoal foi indo, e finalmente foi minha vez, eu já cansado e meio cego de tanto flash na minha cara, um dos últimos a partir.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31594117-116040922870734527?l=danilopegadorpravaler.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danilopegadorpravaler.blogspot.com/feeds/116040922870734527/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31594117&amp;postID=116040922870734527&amp;isPopup=true' title='19 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31594117/posts/default/116040922870734527'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31594117/posts/default/116040922870734527'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danilopegadorpravaler.blogspot.com/2006/10/eis-que-vamos-l-ao-capitulinho-xiii-e.html' title=''/><author><name>Danilo e o Fiel Hubert</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10883288226025422135</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>19</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31594117.post-115981943534142125</id><published>2006-10-02T21:48:00.000+02:00</published><updated>2006-10-02T22:03:55.353+02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Okei pessoal, eu não tenho lá muito tempo, então só vou escrever o máximo de baboseiras, besteiras, curiosidades ou sei lá o que vai me vir a mente, só para dizer que eu fiz um post. É que ultimamente eu realmente não tenho tido muito tempo para usar o computador, quanto mais para ficar fazendo perfis psicológicos de homens de vestido ou qualquer coisa assim. Mas também, tá rolando uma falta radical de eventos para descrever, então vocês não estão perdendo nenhuma parte suculenta, sério mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, okei. Vou falar um pouco sobre... a escola. Parece um bom assunto. Não sei se ninguém notou, lá nos primeiros posts na dinamarca que eu fiz, que quando eu comentei que estava numa sala de 25 pessoas com 5 rapazes, que minha sala tem 25 pessoas, o que é bem menos que as 30-40 pessoas que normalmente povoam uma sala brasileira. E devo dizer, é uma experiência um tanto diferente estar numa sala com só 25 pessoas. Apesar de as salas terem, pelo menos na minha não tão confiavel perspectiva de espaco, o mesmo tamanho, você não consegue sentir que o professor está a anos-luz de distância de você, mesmo se você sentar nos cantos mais profundos (e consequentemente imundos) da sala. Afinal, são apenas 24 pessoas de distância entre você e o professor, e isso não é nada. Não são cabecas o suficiente te escondendo, por exemplo, para você tirar uma soneca malandra sem ninguém notar. Claro, esse é só o lado negativo. O lado positivo é que você se sente um tanto mais, digamos, confortável. Ninguém está perto demais de você, e ninguém está longe demais de você. Estão todos relativamente em conjunto, e você tem mais a sensacão de estar numa classe, e não só no mesmo ambiente físico que mais uma penca de outros alunos(?).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aliás, falando sobre espaco, imagine só, que na maioria das salas, não se tem mesas próprias! A maioria das salas tem longas mesas para dois alunos dispostas juntas, de tal modo que você pode ter quase toda a sala, se não toda ela, dividindo o que pode ser efetivamente chamado de "uma-mesa-de-várias-mesas". Ou uma "mesona" para aqueles que não gostam de usar tantos hifens entre aspas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Okei, I'm outta time. Té mais, pimpolhos. Próxima atualizacão vai ser séria, eu juro.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31594117-115981943534142125?l=danilopegadorpravaler.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danilopegadorpravaler.blogspot.com/feeds/115981943534142125/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31594117&amp;postID=115981943534142125&amp;isPopup=true' title='13 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31594117/posts/default/115981943534142125'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31594117/posts/default/115981943534142125'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danilopegadorpravaler.blogspot.com/2006/10/okei-pessoal-eu-no-tenho-l-muito-tempo.html' title=''/><author><name>Danilo e o Fiel Hubert</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10883288226025422135</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>13</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31594117.post-115833719020677488</id><published>2006-09-15T17:09:00.000+02:00</published><updated>2006-09-19T10:18:06.580+02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;em&gt;Update: &lt;/em&gt;Adicionei um perfil da Lone. Outros talvez venham depois.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A postagem de hoje não vai ter capítulos, já que não trata tanto de eventos em sua maioria. Mas vai tratar de eventos, que provavelmente serão o foco dos comentários, mas que eu pessoalmente não considero tão importantes então não vão receber capítulo. Dito isso, vamos lá:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Denmarks New Flashy News Flash!!!&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Boa noite! Interrompemos a transmissão cotidiana de "Na Terra das Loiras Selvagens" para lhes trazer esta importante notícia: Danilo, também conhecido como "Danilão Garanhão", voltou ao seu estado natural de ser. E com isso, queremos dizer que ele não tem mais uma namorada. É uma mudanca brusca e, talvez para alguns, mas definitivamente não para outros, inesperada, mas é a pura verdade, amigos. Nosso repórter informa que a italiana em questão muda de idéia quanto a se um cara é apropriado como namorado ou apenas como amigo com uma velocidade respeitável. Quando entrevistado acerca do assunto, Danilão Garanhão fez apenas o seguinte comentário:&lt;br /&gt;"Pois é. Pois é."&lt;br /&gt;Várias revistas de paparazi criaram teorias de que este foi um movimento estratégico da parte de Danilão Garanhão para, agora sim, ir em frente as loiras, mas a veracidade de tais afirmacões é duvidosa. Por enquanto, só o que podemos fazer é rir da cara do Danilão Garanhão.&lt;br /&gt;E com isso encerramos nossa interrupcão. Boa noite!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Lousy Fillers: &lt;/strong&gt;&lt;em&gt;Para quem não tem o que escrever, mas precisa digitar alguma coisa de qualquer jeito.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Okei, acho que arranjei a maneira ideal de encher lingüica aqui sem, contudo, desperdicar o tempo de meus caros amigos-leitores. Apesar de eu não ter nenhuma notícia de verdade, naturalmente continuo com o minímo de atividade social aqui, e assim conheci e estou conhecendo mais e mais profundamente os "comédias escandinavos" (e alguns não escandinavos). Por isso, decidi que seria uma boa dar pequenos perfis das personalidades que, até agora, tem sido mais importantes para mim aqui na Dinamarca. Vou comecar, obviamente, com a família, mas se tiver tempo escrevo sobre quem mais vier a mente. E se eu tiver tempo e saco algum dia, tento achar fotos de todo mundo pra incluir no perfil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Personalidade n.1:&lt;/strong&gt; Ole Lykke.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez a pessoa mais bem-humorada que eu conheci até agora na Dinamarca, o Ole é um cara que está uma boa parte do seu tempo sorridente e alegre, fazendo comentários ou perguntas sobre qualquer que seja o assunto, coisa que parece nunca faltar ao redor dele. Com a simpatia equivalente a de três patinhos de borracha (notem que, pelo menos para mim, patinhos de borracha são bastante simpáticos), e a disposicão de... uhm... alguma coisa bem disposta, ele também é o principal planejador de eventos. Afinal, estamos falando do cara que me convenceu a viajar 30 kms para ver um "barco gigante passar num estreito fedido" (ver comentário de belphegor, o marquês do inferno, acerca do capítulo VIII), então o cara com certeza tem que ter um certo carisma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sua disposicão também tem um papel importante em outra de suas faces. Tanto como programador de softwares quanto como carpinteiro de horas vagas, nosso caro Ole é fissurado em construir coisas, sejam elas abstratas, como um software que simula radares ultra-sofisticados de navios de guerra, ou concretas, como o Leitemóvel (ver capítulo X). Seu desejo forte de ver uma coisa nova surgir de pequenos pulsos elétricos ou de uma penca de caixas de leite dá a ele a disposicão necessária para longos períodos de trabalho exaustivo ou repetitivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Personalidade n.2: &lt;/strong&gt;Simon Lykke&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parte nerde de computador, parte ator, parte esportista radical e parte juventude transviada, Simon é um cara que se encaixa nos lugares tão bem quanto a peca T no Tetris (eu não sei quanto a vocês, mas essa sempre foi minha peca favorita). Apesar do seu estilo mais irreverente e levemente ridicularizador de ser, também se trata de um cara de carisma. Naturalmente, não de uma maneira tão explosiva quanto Ole, mas mais como o 'bacana' que sabe esperar para soltar o comentário certo na hora certa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sua ambicão também é digna de nota, afinal foi ele que pensou no pouco comum projeto das caixas de leite, e apesar de ele ter demorado para engrenar em sua producão, ele trabalhou com rapidez e precisão para ver seu projeto virar realidade. Aliás, não só no projeto das caixas de leite: ele também participou do incrível musical de rock do ano passado, "The Blues Brothers", e já se inscreveu para o musical deste ano, que eu só posso esperar para ver. E não estou nem mencionando seus vídeos caseiros que, se de qualidade é duvidosa, são um tanto ambiciosos para a maneira com que são realizados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Personalidade n.3&lt;/strong&gt;: Frederick Lykke&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Frederick é um caso um tanto particular. A sua maneira paradoxal de existir é um tanto intrigante, e definitivamente terei que estudar ele muito mais afundo para dar-lhes uma descricão minimamente verossímel dele. Mas vamos ao que já captei da superfície dupla deste rapaz dos 14-15 ou sei lá quantos anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por um lado, Frederick é um cara meio pop. Calca os sapatos da moda, veste roupas de design arrojado, tem um cabelo espetado de porco espinho, e tem só aquele tantinho extra a mais de gordura para poder parecer um pouco mais simpático. Sai várias vezes para fazer sei-lá-o-que com seus amigos, e quando ao redor deles é uma peca vital para o funcionamento do grupo. Mas por outro lado... bem, por outro lado ele joga World of Warcraft. Para os leigos, o que eu quero dizer com "ele joga World of Warcraft" é "ele é nerdes". Aliás, ele é, assim como todos os outros irmãos, um jogatineiro nato. E quando cercado apenas da família ou dos amigos mais próximos, que compartilham sua dualidade nerd-pop, seus comentários e sua maneira de ser se tornam um leve toque mais nerd, apesar de que nem um pouco mais tímidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É importante que não se confunda a dualidade de Frederick com personagens conhecidos como "nerdes populares". Nerdes populares são nerdes que de tão extremos, se tornam lendas vivas em seu meio, gracas a seu conhecimento infindável de coisas absurdamente inúteis ou irrelevantes. Estou falando aqui de uma pessoa que vive uma vida dupla. É como se ele fosse um pop de dia e um nerdes de noite. Exceto que ele leva essa vida dupla em perfeita harmonia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Personalidade n.4: &lt;/strong&gt;Lukas Lykke&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A primeira descricão que recebi de Lukas, no formulário de família que recebio quando ainda estava no Brasil, dizia que Lukas era o "families' cutie-pie". Eu mesmo estou em dúvida se consigo pensar numa descricão melhor. Na tenra idade dos nove anos, ele se alterna entre jovemzinho animado super-ativo a jovemzinho jogatineiro de plantão, passando por jovemzinho rockstar e por jovemzinho jogador de futebol meio-que-profissional. Ah, e não podemos nos esquecer de jovemzinho frustrado por seus irmãos mais velhos malvados. Ou seja, o que temos que ter em mente quando pensamos em Lukas é que ele é jovem, e portanto é ainda tal qual um enorme bloco de mármore que apenas comecou a ser esculpido: retângular e enorme. Errh... Espera... Vou ter que checar essa minha comparacão depois.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Personalidade n.5: &lt;/strong&gt;Lone Lykke&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lone me parece um pouco a "odd man out" da família, talvez justamente porque ela não é a "odd man out", mas sim a "odd woman out". Um tanto como minha própria mãe biológica, e até mais que ela, Lone sofre de ser a única mulher na casa, portanto tendo que viver com o fato de que ela não compreende tudo que se passa pela casa, como por exemplo as noitadas de videogame, que podem ser um tanto frequentes. Mas ela leva isso numa boa, e quando acha necessário dar uma bronca nos costumes bizarros dos homens, não o faz de uma maneira estressada, mas sim um tanto divertida, mostrando sua surpresa com sua expressão facial característica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ser a única mulher da casa também garantiu que Lone desenvolvesse um senso de prestatividade singular, que deve ajudar ela bastante em seu servico de enfermeira. Várias vezes ela está um passo adiante das necessidades e das memórias dos homens da casa, garantindo que tudo corra com tranquilidade e suavidade. Claro, que ela só pode ajudar até certo ponto, e naturalmente o descuidado natural do resto de nós garante que nem tudo corra com suavidade toda vez, o que é ótimo por que falta de suavidade pode ser bem divertido de vez em quando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ouh bem, acho que vou acabando por aqui. Até mais, jovens e jovans. Ou sei lá.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31594117-115833719020677488?l=danilopegadorpravaler.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danilopegadorpravaler.blogspot.com/feeds/115833719020677488/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31594117&amp;postID=115833719020677488&amp;isPopup=true' title='18 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31594117/posts/default/115833719020677488'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31594117/posts/default/115833719020677488'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danilopegadorpravaler.blogspot.com/2006/09/update-adicionei-um-perfil-da-lone.html' title=''/><author><name>Danilo e o Fiel Hubert</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10883288226025422135</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>18</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31594117.post-115756221790794160</id><published>2006-09-06T17:39:00.000+02:00</published><updated>2006-09-09T18:21:35.736+02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;em&gt;Update: &lt;/em&gt;Opa, agora sim uma foto dela! Alegria geral para todos, sem dúvida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ora, o que posso falar sobre a atualizacão de hoje? Digamos apenas que existe um bom motivo para eu não ter deixado a última postagem um pouco mais de tempo no espaco nobre do blog.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Capítulo XI: International Bombation&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Ora, qual é a melhor coisa a se fazer no dia seguinte a uma festanca de esportes? Suponho que alguns diriam "dormir até tarde e jogar videogueime", ou então, "dormir até tarde e combater a ressaca", ou até mesmo, e eu suponho que essa é a opcão que todos esperam de mim, "acordar para ir para mais festanca". Bem, a verdade é que eu não sei a resposta para a pergunta que eu fiz. Só o que eu sei é que acordar para ir ver mais navios (o que aparentemente é uma importante atividade familiar na Dinamarca) definitivamente não é a resposta para minha pergunta inicial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo assim, o fiz. Sábadasso de manhã tava eu, Lone, Ole e Lukas numa exposicão de barcos, comendo cenouras e sendo contentes. Claro que eu só estava sendo tão contente quanto um cara que acordou de manhã (11 horas é de manhã, okei?! E é cedo, okei?!) num dia pós-festa podia estar. Foi um tanto chatinho, apesar de eu ter visto coisas como helicópteros e tanques dentro de um barcão enorme com o poder de atirar vários mísseis para todos os lados, e apesar da animacão do Ole ao ver essas coisas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, se eu perguntar para vocês, qual é a melhor coisa a se fazer na noite seguinte à uma festa, aí sim eu sei a resposta. E sim, dessa vez é certo dizer "ir para a festa de novo"! Exceto que, para pessoas como eu, festa tem um significado um tanto amplo. Festa, para mim, pode muito bem significar "ir para um acampamento de intercâmbistas contentes", e foi essa a definicão de festa que eu escolhi para minha segunda "festanca". Claro que isso não é uma festa de verdade e até eu sei disso, mas vamos todos relevar esse fato e ir em frente, okei?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, fato é que, pouco após uma curta caroninha da Lone, estávamos eu e Simon, também convidado a se juntar à "bombacão" internacional, de mochila nas costas e saco de dormir na mão, cumprimentando os comédias tailandeses no ponto de ônibus, vendo uma portuguesa e uma brasileira chegando de maneira muito pouco sutil (citacão de exemplo: "AÊÊÊ BRAZUCA!!!"). Após um tantinho mais, adicionamos o pessoal de Hong Kong e os italianos ao grupo, parte em que resolvemos ir ver o circo/parque temático que estava montado ali perto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Circo/parque temático = Desinteressante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltamos, então, e assim que nos aparece a minha conselheira, Katrine (que é uma mocoila super gente boa, aliás), aparece também o ônibus e vamos todos felizes e contentes. No ônibus, então, estavamos tão somente continuando uma prosinha de boua, misturando várias línguas ao mesmo tempo e basicamente curtindo. Pouco mais de uma horinha de ônibus depois, já numa cidade totalmente desconhecida e no meio do nada, somos informados que essa é nossa parada. Ora, mas que bueno! Não há nada melhor que sair de um ônibus numa parada que, de um lado tem uma plantacão, do outro tem uma casinha, e do lado da casinha tem outra plantacão! Mas tudo bem, já que a Benthe, líder geral do AFS na minha região, estava ali com seu carrinho para pegar nossas malas e nos dizer o caminho que deveríamos tomar para chegar na escola onde iriamos dormir, naturalmente de maneira bem vaga, no melhor estilo "segue reto toda vida depois quebra a direita".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas oras, se uma caminhada de 3 kms numa cidade desconhecida e, pelo menos até onde vi, desabitada, não parece algo tão bom, a mesma caminhada é até divertida quando se tem pessoas de todo o mundo tentando conversar e, é claro, se entender (e naturalmente falhando algumas vezes). Mas bem, achando a escola sem problemas (o que me impressionou bastante), logo conhecemos mais alguns jovens que iriam acampar por lá também e comemos bem contentes para satisfazer nossas barrigas que, a esta altura, já estavam se fazendo bem sonoras. Bem, não teve dúvida, depois do jantar todos saíram para o nosso jardinzinho e, apesar de estar frio, molhado e nublado lá fora, comecamos a brincar animadamente. Por um breve tempo, os grupinhos separados, mas logo mais, todos juntos num belo jogo de... errhh... "acerte a bola nas pessoas e faca elas ficarem agaichadas no chão até alguém acertar a bola em você ou elas pegarem a bola enquanto". Durante este contente e talvez um pouco sádico jogo, descobrimos todos que o russo meio caladão, que podemos chamar de Phillip, era na verdade Phillip "The Killer", o mais malévolo e destemido atirador de bolas do circulo polar!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Finalmente, quando se tornou muito escuro para jogar bolas em pessoas (citacão de exemplo: "I'm blind!! I cannot see!! Why god, WHY?!?!"), voltamos todos para dentro para comer doces que a Benthe espalhou pelas mesas, conversar mais e jogar cartas. Coisa linda de se ver, a galera toda falando animada, tirando fotos e fazendo V'zinhos com os dedos, ensinando expressões e palavras de baixo calão numa infinitude de línguas... Realmente uma maravilha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vale apontar que, durante este jogar cartas, eu comecei o que eu gosto de chamar de "enrolacões com a italiana gatinha e simpática". Estas incluem, mas não estão limitadas a:&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Deitar minha cabeca no colo dela;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Receber um cafuné muito bem realizado;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Tentar realizar um cafuné a altura do recebido;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Trocar sorrisinhos bobos;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Brincar com a mão dela (Brincar aqui não é passível de receber conotacões sexuais. Talvez mais tarde).&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;Como eu disse antes, o jogo de cartas foi o comeco das tais enrolacões. Eu digo comeco porque elas duraram, literalmente, a noite inteira, já que uma outra italiana teve a brilhante idéia de dormimos todos juntos na sala principal, ao invés de nos quartos. Então a segunda etapa da noite, que foi basicamente conversar, junto com o Simon, por muito tempo com os italianos, enquanto estávamos deitados prontos para ir dormir, se seguiu com muita dessas enrolacões, mas sem, contudo, nada mais sério. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;No dia seguinte, mais brincadeiras ao ar livre, um pouco mais de enrolacão, e um almoco com as famílias hospedeiras, onde pude receber trocentos elogios do meu "dinamarquês super avancado". Depois disso, voltar para casa, conversando bastante sobre mitologia nórdica no caminho, que aliás, é um jeito bem bacana de acabar um fim de semana. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Capítulo XII: Ops, Península Errada!&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Acho que se tornou muito aparente para todos, devido as contantes mencões disso neste blog, que um dos objetivos das minhas aventuras na Dinamarca é, "talvez" por causa de uma certa pressão dos meus amigos, minha família e talvez até das minhas cadelinhas, o que nos chamamos "pegar loirinhas", ou seja, desbravar mocas da península escandináva (ou península jutlândica até, para aqueles que gostam de precisão). &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Bem, juntando o título do capítulo com o primeiro paragráfo, e para aqueles que tem a memória um pouco melhor que a de um peixinho dourado, com toda a história de enrolacões no capítulo anterior, não é difícil imaginar o que ocorreu. Sim, eu acabei desbravando a península itálica primeiro (península itálica? acho que isso não está certo, mas imaginem minha cara de quem vai atrás da informacão certa). Mas não ainda a região "sul" da península (digamos assim, para garantir que este blog continue sendo apropriado para menores de 18), tenham calma lá nessa história. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Só o que se passou é que, ontem mesmo, durante um reencontro dos intercâmbistas na escolinha especial de dinamarquês, eu meio que comecei a namorar a italiana alvo das enrolacões, que devido a nossa nova proximidade eu vou chamar de Jessy, mas que vocês podem chamar de Jessica. Sim, vocês leram direito. Acabei de mostrar um uso completamente novo de "Danilo" e "Namorar" numa mesma frase. Eu mesmo não sei direito se acredito piamente nisso mas tudo bem. Só o que posso dizer é que eu não acho que mandei nada mal: &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/8099/3430/1600/Billede%20141.5.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/8099/3430/320/Billede%20141.5.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Afinal, ela é ruiva, e ruivas também são permitidas, certo? Se não são, eu não quero saber. Bem, como nem tudo é perfeito, ela não mora propriamente em Odense, o que dificulta um pouco qualquer coisa que eu queira fazer com ela, mas como vamos nos encontrar pelo menos duas vezes por semana na escolinha de dinamarquês, tá tranquilo!&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ah, é verdade! Talvez não interesse tanto após notícias tão incríveis, mas a tal escolinha de dinamarquês é um lugar bem de boua. Só que, infelizmente, como eu previa, a aula é muito fácil para mim. Mas como eles tem muitos recursos por lá, talvez eu continue indo lá para estudar sozinho. E claro, para encontrar a italiana, por que não?&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Uhh, para os meus amigos que definitivamente estão um pouco desapontados por eu não poderem me pentelhar com todo o afinco que eles gostariam, não se preocupem, eu consigo imaginar perfeitamente todos vocês cantando coisas como "Tá namoraandoo!" e falando coisas como "AHHHHH GARANHÃO MULEQUE DOIDO DANILÃÃO!!", okei? Não me esqueci de suas verdadeiras naturezas pentelhescas. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ouh puxa... os comentários nesse aqui vão ser tanto embaracosos quanto pornográficos, eu imagino. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31594117-115756221790794160?l=danilopegadorpravaler.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danilopegadorpravaler.blogspot.com/feeds/115756221790794160/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31594117&amp;postID=115756221790794160&amp;isPopup=true' title='33 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31594117/posts/default/115756221790794160'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31594117/posts/default/115756221790794160'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danilopegadorpravaler.blogspot.com/2006/09/update-opa-agora-sim-uma-foto-dela.html' title=''/><author><name>Danilo e o Fiel Hubert</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10883288226025422135</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>33</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31594117.post-115738571358773264</id><published>2006-09-04T16:32:00.000+02:00</published><updated>2006-09-06T17:27:29.986+02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;em&gt;Update: &lt;/em&gt;Aha!! Agora sim, coloquei fotos desse e do último capítulo. Quanto às gravuras desse capítulo, vale ressalvar que elas foram escolhidas para agradar aos leitores. Minha turma não é totalmente composta de loirinhas desse naipe, ok? E claro, os caras nem sempre estão de vestido. E eu realmente não sei se essas gravuras agradam meus leitores. Ouh bem!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Capítulo XI: A Festanca dos Esportes&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Normalmente, a única boa perspectiva de se acordar para ir para escola na sexta feira é saber que no sábado você não vai ter que fazer isso de novo. Contudo, aprendi que dinamarqueses são um tanto espertos e sabem criar felicidades adicionais para si mesmos de vez em quando. Uma dessas é acordar para ir para escola na sexta feira sabendo que você não vai assistir nenhuma aula, não vai mostrar nenhum dever de casa, e não vai ter que olhar para nenhum quadro. Claro, isso só acontece quando você acorda numa sexa feira especial. Uma sexta feira de Idrætsdag!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O 'Fessor Danilo explica: Idræt significa esportes, e dag naturalmente é dia, então o Idrætsdag é o dia dos esportes. Obviamente, com "esportes" os dinamarqueses querem na verdade dizer "atividades bestas mas divertidas de grupo que envolvem de algum modo um exercício físico, mas cujas regras são um tanto vagas ou inexistentes, a serem realizadas por bandos de jovens vestidos de maneira engracada e temática". Esses escandinávos doidinhos! É claro, eu não iria perder a chance de participar num ritual local tão mágico, e logo passei a maior parte da manhã e uma relativa porcão da tarde correndo, pulando, torcendo tanto com quanto sem músicas bestas inventadas em segundos e repetidas por minutos, vaiando e andando de bicicleta com o resto de minha turma e nossos temíveis rivais do primeiro ano. Minha participacão ativa e constante até rendeu a turma alguns pontos por serem caras bacanas e incluirem o desavisado estudante de intercâmbio nas atividades! Uau! Só o que não fiz foi vestir roupas engracadas, porque realmente não estava afim de dar o privilégio de me ver de vestido tão cedo pra esses dinamarqueses. Falando em ver pessoas de vestido, eis algumas fotos de exemplo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/8099/3430/1600/Billede%20129.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/8099/3430/320/Billede%20129.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/8099/3430/1600/Billede%20133.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/8099/3430/320/Billede%20133.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/8099/3430/1600/Billede%20126.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/8099/3430/320/Billede%20126.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E finalmente minha foto favorita. Eu a chamo de &lt;em&gt;"O Nerds de Vestido":&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/8099/3430/1600/Billede%20132.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/8099/3430/320/Billede%20132.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claro, isso não salvou minha turma de perder por vários pontos, mas tudo bem. Alguns diriam que todo o esforco foi em vão, mas eu diria que valeu a pena para unir a turma, o que significa me unir mais à turma, o que significa me unir mais às loiras. Sim, valeu a pena. Mas não acabou por aí. Não, as brincadeiras infantis eram tão somente m leve aquecimento para as atividades não tão infantis que viriam pela frente. Depois do último jogo de badminton-de-um-só-time (badminton normalmente nem tem times, eu acho), o pessoal se separou, mas foi apenas por um curto período de tempo, apenas o suficiente para tomar banho, me arrumar e achar o caminho para a casa de uma colega de minha sala, pois logo mais estávamos todos juntos novamente para a beleza que é o Forfest!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O 'Fessor Danilo explica. For significa antes, pré, e qualquer macaco brasileiro sabe que fest só pode ser festa. Como não podia deixar de ser, o que os dinamarqueses querem na verdade é dizer forfestfest, ou simplesmente a festa-pré-festa, ou simplesmente o juntar um monte de gente na casa de uma pessoa para beber bagarai e se entupir de pizza antes de ir para a festa de verdade. A parte da festa de verdade eu explico depois. O que interessa saber agora é que eu fui para a casa dessa menina, onde já haviam mais meninos e meninas, e nós comecamos a tomar os onipresentes gummys, cerveja e etc., mas em nenhum momento ninguém estava realmente bêbado. Também interessa que estavamos todos com novas roupas engracadas, desta vez eu incluso, com um uniforme de cirurgião louco que colocou balas no corpo de uma crianca enquanto a operava (confio que Belphegor, o Marquês do Inferno, coloque um link para minha inspiracão nos comentários). Claro que, neste caso, eu não estava com minha máquina, pois senti que a responsabilidade de tomar conta dela ia me impedir de aproveitar outros aspectos da festanca. Desculpem o egoísmo de privar vocês de fotos dos meus colegas e eu mesmo fantasiados. Voltando ao forfest, também interessa que a música era uma merda. Eu acho que Boten Anna não é um sucesso por simples acaso. Obviamente, foi bastante premeditado de modo a se encaixar nos gostos por tecno ruim que todo jovem escandinávo parece ter, sem falar, é claro, nos estúpidos raps de trigésima nona categoria. Fora isso, foi supremo de boa, beberronagem de leve com o pessoal da sala, sentados comendo e conversando, e dancando de leve o tecno-merda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando eu expliquei Idrætsdag, eu deixei de mencionar que os dinamarqueses na verdade querem dizer Idrætsdag og -natten, ou seja, o dia E a noite dos esportes. A única diferenca entre a parte do dia e da noite é a definicão de esportes. "Esportes", à noite, significa "bombacão geral". Ou melhor ainda "bombacão geral na escola". Ou melhor ainda "bombacão geral na escola com cerveja provida pela mesma" (carai fí, isséqué escola!). Mas vamos por partes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu disse que nós estavamos vestidos engracados durante o forfest. O motivo disso é que, antes de realmente comecar a bombacão com a pista de danca e tudo mais, tinha a curta pseudo-bombacão com mesas decoradas de acordo com os temas das turmas (no caso de minha turma, éramos prisioneiros, e nossa mesa era uma prisão). E com curta, eu quero dizer curta mesmo. Era só o tempo de olhar as mesas decoradas, ver umas fantasias legais, que de repente as mesas foram tacadas pros lados e limpas, as fantasias foram guardadas para dar lugar às roupas da moda, assim removendo o "pseudo" em "pseudo-bombacão". A partir daí, nossa amável cantina se tornou de repente uma enorme pista de danca, e os alunos se tornaram farreeiros bêbados de cerveja na mão. Eu, muito muito naturalmente, incluso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto a bombacão, vamos já tirar as perguntas básicas do caminho. Não, eu não fiquei bebão, tanto que me lembro em detalhes tudo que ocorreu. Sim, eu bebi uma cervejinha. Sim, eu dancei um tanto, apesar da naturalmente pobre selecão musical (mesma coisa que o forfest só que com mais tecno). Sim, com garotas. Não, não peguei ninguém ainda, apesar de que sim, tentei!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, agora que tiramos essas coisas do caminho, posso dizer que foi uma festa um trontante feroz! Entre conversar com bêbados muito engracados e com meus colegas de sala não tão bêbados, dancar com o pessoal da sala, conversar com uma loirinha que aparentemente adora morder pessoas no pescoco (ainda não tive esse privilégio), ser apresentado a uma amiga dessa aprendiz de vampira, conversar um tanto com essa moca, dancar um tanto com essa moca, e finalmente ver que tava todo mundo indo embora e ir também, foi uma festa bem ocupada e com pouquissimos momentos de tédio, muito bem espacados entre si. Lucro total. Para aqueles que, com muita razão, estão ansiosos para saber todos os detalhes do 'eu ter tentado pegar alguém', só digamos que ficou entre e faz parte de várias dessas atividades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, essa foi minha primeira festa escandináva, com sorte a primeira de muitas. Suponho que meus caros amigos estejam muito desapontados que não desbravei de vez as loiras já na primeira festa, mas tenham paciência. Não se aprende a usar seu charme latino em uma semana, e eu ainda tenho muito o que aprender dos costumes dinamarqueses nesse aspecto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Capítulo XII: International Bombation&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de já ter se passado, acho que vou ter que deixar esse capítulo para a próxima. Já passei um bom tempo aqui, e o texto ficou uma merda de confuso, então espero que possa fazer um trabalho melhor e mais completo na próxima postagem. Só espero que eu não acabe acumulando muitas aventuras até a próxima vez...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes de terminar, vou lancar uma enquete:&lt;br /&gt;O nome do álbum de Basshunter, o autor de Boten Anna, é:&lt;br /&gt;a) Party Every Night, Chat Every Day&lt;br /&gt;b) Songs About Anna&lt;br /&gt;c) Lol v('^_^)&lt;br /&gt;d) Sailin' on mIRC Canal&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hasta la vista, galerita!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31594117-115738571358773264?l=danilopegadorpravaler.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danilopegadorpravaler.blogspot.com/feeds/115738571358773264/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31594117&amp;postID=115738571358773264&amp;isPopup=true' title='8 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31594117/posts/default/115738571358773264'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31594117/posts/default/115738571358773264'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danilopegadorpravaler.blogspot.com/2006/09/update-aha-agora-sim-coloquei-fotos.html' title=''/><author><name>Danilo e o Fiel Hubert</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10883288226025422135</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31594117.post-115703570931333426</id><published>2006-08-31T14:54:00.000+02:00</published><updated>2006-09-06T17:05:02.213+02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Olá bambinos! Em frente para o capítulo X, sim?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Capítulo X: O Capítulo do Mistério&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Sexta-feira. Meia noite. Que poderiam duas metades de famílias diferentes fazer, ao redor de um esquisito objeto, no quintal de uma casa, em tão inóspita hora? Ora bolas, a resposta é, no mínimo, óbvia. Sim, vocês adivinharam, nós estavamos construindo um barco. E claro, não era um barco qualquer, desses de madeira ou sei lá. Não, naturalmente, para envolver duas meia-famílias a meia-noite, tinha que ser um barco de caixas de leite! Sim, mais de duzentos decímetros cúbicos de espaco antes reservado para leite, unidos por silicone e pedacos de madeira, para garantir que um Simon e uma amiga desde infância, ou simplesmente Mie*, pudessem navegar riozinho abaixo no dia seguinte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/8099/3430/1600/Billede%20055.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/8099/3430/320/Billede%20055.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas não pensem que basta beber uma penca de leite e colar um monte de coisas juntas para fazer o barco da vitória. Requer inteligência, perseveranca, intuicão, um jantar meio improvisado**, experiência, e todas essas outras coisas necessárias para colar coisas. Mas reunimos tudo isso e construímos nosso barco. Agora, só faltava ir atrás do prêmio final: a incrível corrida do Å-Regatta!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;**&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/8099/3430/1600/Billede%20070.0.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/8099/3430/320/Billede%20070.0.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sábado de manhã. Bastou chegarmos à boa e velha floresta, que ainda se recuperava da ópera da semana pasada, para notarmos que a competicão seria acirrada. Vários outros barcos, dos mais esdruxúlos*** aos mais exóticos****, estavam concorrendo com a mesma garra que nós. Mas não iriamos desistir. Sentiamos nos nossos coracões o espírito campeão de nosso irmão, que desapareceu anos atrás num infeliz acidente de navegacão, mas que talv... Ahm... De qualquer jeito, não iriamos desistir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;***&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/8099/3430/1600/Billede%20094.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/8099/3430/320/Billede%20094.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;****&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/8099/3430/1600/Billede%20086.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/8099/3430/320/Billede%20086.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E foi dada a largada!! Nosso belo barco, que eu vou chamar de Leitemóvel*****, navegou com rapidez e precisão nas mãos de Simon e Mie, acompanhado pelo seus fiéis escudeiros: a Leitosa****** e o Espírito Natalino. Apesar da largada pouco vantajosa, no terceiro grupo a sair, logo Leitemóvel estava ultrapassando os navios do primeiro grupo a sair, e não apenas aqueles que afundaram! E, após uma hora e três minutos de navegacão (ou corrida acompanhando o barco, para nós que estávamos do lado de fora do rio), terminamos o percurso de 2,5 km, o terceiro barco a chegar, impressionando a vários discrentes de nosso projeto de leite, assim como atraindo várias piadinhas e comentários a respeito da quantidade de leite que bebemos para contruir o barco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*****&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/8099/3430/1600/Billede%20117.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/8099/3430/320/Billede%20117.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;******&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/8099/3430/1600/Billede%20081.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/8099/3430/320/Billede%20081.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como se não bastasse, o incrível Leitemóvel ganhou até mesmo um prêmio popular de "barco mais bacana", juntamente com um outro que ganhou o mesmo número de votos (e pensar que se tivessemos lembrado de votar em nós mesmos, teríamos ganhado de vez), superando até mesmo o "homen-barco"! Sim, éramos os donos do mundo naquele momento, e nem mesmo a chuva torrencial que seguiu poderia nos tirar do nosso humor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Naturalmente, eu e Simon nos reunimos na casa de um tal Frederik (neste caso, não é meu irmão), para comemorar a vitória. Ou mais especificamente, ver o DVD da apresentacão de teatro dos Blues Brothers que eles fizeram, tomar refrigerante, e prosear.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Capítulo XI: A Festanca dos Esportes&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Esse sim é um capítulo promissor, e será feito amanhã. Apesar de ainda não ter acontecido, tenho certeza de que vai envolver bastante álcool, roupas engracadas e música de qualidade duvidosa. Naturalmente, buscarei me recordar o suficiente do evento para escrever sobre ele, assim como arranjar imagens bonitinhas para todos aqueles que não gostam de livros (ahem, blogs) sem gravuras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;PS:&lt;/em&gt; Esse fascículo deveria conter "gravuras", mas o idiota do blogger tá demorando uma década pra aceitar as imagens então dane-se. Mas eu coloquei gravuras extras no último post.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31594117-115703570931333426?l=danilopegadorpravaler.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danilopegadorpravaler.blogspot.com/feeds/115703570931333426/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31594117&amp;postID=115703570931333426&amp;isPopup=true' title='11 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31594117/posts/default/115703570931333426'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31594117/posts/default/115703570931333426'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danilopegadorpravaler.blogspot.com/2006/08/ol-bambinos-em-frente-para-o-captulo-x.html' title=''/><author><name>Danilo e o Fiel Hubert</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10883288226025422135</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>11</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31594117.post-115634826425526821</id><published>2006-08-23T15:43:00.000+02:00</published><updated>2006-08-31T14:53:40.460+02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Hora de mais notícias escandinavas, desta vez ao lado do pequeno Lukas que está jogando Diablo 2 (meus irmãos são todos jogatineiros de plantão, até mesmo na mais tenra idade). Como prometido, o aniversário do Simon e a "qualquer outra novidade que surgir":&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Capítulo VI: Não se tem uma família só com Lykkes.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sábado. Toda a alegria de não precisar acordar cedo, arrancada impedosamente e substituída pela alegria de ir pentelhar seu irmão, junto com o resto da família, com bandeiras dinamarquesas e cancões de aniversário, antes mesmo dele acordar! Sim, o costume dinamarquês dita que não se cante essas marivilhosas e alegres musiquinhas quando o alvo delas está de pé e pronto para dar-lhe um murro pela cantoria, o que faz todo o sentido para mim. Já bem satisfeitos de pentelhacão, descemos todos e tomamos nosso café da manhã, que incluiu doces especiais de aniversário. Logo depois, comecamos a catar uma mesa desmontável no quarto de depósito que fica ao lado de meu quarto, assim como cadeiras, enquanto Lone comecava a preparar uma quantidade bestial de comida. Certamente, comida e cadeiras para algo como 25 pessoas, uma quantidade considerável para uma casa tão pequena. Fiquei imaginando quantos amigos o Simon tinha convidado em tão curto tempo na escola, para dar tanta gente assim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha dúvida não durou muito tempo, pois logo mais convidados e mais convidados comecaram a chegar. Havia algo, contudo, de curioso: a idade deles certamente não batia com a do próprio Simon, em maioria, o que logo se explicou com as devidas apresentacões que Ole e Lone fizeram. Tratavam-se de todas as outras família com um pedaco de Lykke nelas. Tios, primos, avós e avôs, toda a família mora na região, e não hesitou em fazer uma viagem tão curta para visitar o aniversariante e comer bastante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E assim fizemos. Comemos e conversamos (quer dizer, comemos e rimos das bobagens que os pirralhinhos faziam), pulamos na cama elástica, e juntamos a guarda jovem da família para ver tv no quarto do Frederick. (Aqui vale mencionar, que a guarda jovem da família inclui duas primas que eram pra lá de gatinhas, e a perspectiva de ir numas férias de ski com elas parece muito boa!) O que nós não fizemos foi comer bolo e cantar parabéns com a família toda reunida, o que me pareceu um tanto esquisito. Pentelhar com músicas é uma atividade exclusiva de familiares imediatos, talvez?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Capítulo VII: Sharpshooter Danilo&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eis que um certo dia estou a sair da escola, e encontro meu irmão Simon no caminho, o que é bastante natural. Ele comenta que alguns amigos dele nos convidaram para "ir atirar". Com o melhor espírito intercambista, eu respondo "Ahm... okei!", mesmo não fazendo a menor idéia do que eles queriam dizer com ir atirar. Felizmente, eu não estava sozinho nessa, já que o Simon também não fazia idéia do que eles queriam dizer com ir atirar, então ambos nos conformamos com lidar com o que quer que isso fosse significar. Assim, pouco após o almoco, pegamos nossas bicicletas e fomos encontrar os amigos do Simon. Bem, encontrando-os, eles pelo menos me pareceram de boa, e eles falaram francês (não me perguntem por quê, eu não sei), então me convenci de que estava seguro, já que ninguém que fala francês pode ser realmente nocivo, certo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, acontece que os caras realmente eram (e ainda são) de boa, e o tal ir atirar é de boa também. Nada mais que o inocente passatempo de atirar em pedacos de papel e ver quão bem você consegue acertá-los. Após uma rápida aulinha de tiro, dada por um dos próprios amigos do Simon (ambos atiradores experientes), coloquei a mão na massa e fui atirar. Para quem nunca atirou uma arma de verdade, ou nunca viu uma sendo usada antes, devo dizer: não é tão assustador quanto pode parecer. Claro, eu estava atirando um rifle com um calibre extremamente baixo, então não fazia quase nenhum barulho e o coice da arma era quase irrelevante, então talvez seja pior com uma "três oitão", mas o tanto que vi, pelo menos, não era muito assustador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, atirar em si, isso é algo até bastante divertido. É algo incrívelmente tenso, e requer bastante muita concentracão. O menor erro pode estragar seu tiro por completo, então você tem que ter paciência para conseguir um tiro perfeito. Me sinto no direito de falar isso porque eu descobri que sou, na verdade, até bom nisso. Consegui 135 pontos de 150, o que é bastante bom para a primeira vez e rendeu elogios de todos no clube de tiro. O Simon, que também atirava pela primeira vez, conseguiu 128, por exemplo. Como o próprio Simon comentou "Bom, se estourar uma guerra civil, você tá garantido" (texto traduzido, obviamente).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Capítulo VIII: O Gigante dos Mares&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/8099/3430/1600/2006-08-11_07.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/8099/3430/320/2006-08-11_07.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/8099/3430/1600/2006-08-11_14.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/8099/3430/320/2006-08-11_14.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Contemplem! O gigantesco Maersk Line, o maior navio cargueiro do mundo! O espírito conquistador dos vikings ainda continua vivo nos dinamarqueses, e apesar de o fazerem numa maneira pacífica, suas empresas dominam os oceanos com suas colossais maquinárias. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Sair para ver o recém-construído maior navio do mundo passar por uma estreita boca de uma pequena baía, carregado por barcos seguramente 10 vezes menores que ele, por ele ser grande demais para se manobrar sozinho para fora, é realmente algo que não se faz todo dia. E é também algo que garante muita diversão e forca você a fazer uma caminhada de 3 km além dos 30 km de carro (7 dos quais engarrafados de gente querendo ver o tal navio). &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Conversar com a família e comer petiscos enquanto contemplando um navio grandão numa praia fedida. Estou vivendo a vida de um rei, amigos!&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Interlúdio entre Capítulos: Família além dos Lykke parte 2&lt;/em&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outro dia desses a irmã da Lone completou seus quarenta anos, e claro, fomos todos até a casa dela comer uma cacetada também. Apesar de não ter primas gatinhas dessa vez (são do outro lado da família), foi bastante divertido, com pirralhos a beca também. Além disso, foi minha primeira oportunidade de ver os membros da família entorpecidos, apesar de que bem pouco dessa vez. Ainda estou pra ver de onde os dinamarqueses ganham a fama de beberrões. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Capítulo IX: Ópera na Floresta&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Eu estou ainda determinado a arranjar fotos do "Den Fynske Landsby" para mostrar para todos, tanto que considerei tirar um pedaco do meu mui ocupado fim-de-semana para ir lá tirar as ditas fotos. Eu teria feito isso se algo mais interessante não tivesse aparecido no caminho. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;O Ole já tinha me contado que haveria uma ópera no enorme gramado que fica na floresta, entre nossa casa e o "museu", mas eu não esperava trombar com a abertura da ópera na pontezinha, e certamente foi isso que fiz. A abertura da ópera era uma dessas "bandas marciais"*, completa com uniformes divertidos e uma mocoila indo guiando o pessoal jogando uma varetinha pra cima, e claro, vendo aquele pessoal todo passar em direcão ao palco grandinho que já estava armado, eu tasquei um foda-se pro Fynske Landsby e fui atrás da música. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Naturalmente, tinha minha câmera comigo e tirei várias fotos, mas infelizmente parece que o blogger não aceita mais fotos então não vou poder colocar nenhuma dessa vez (isso é uma desculpa esfarrapada, na verdade eu não quero pegar minha câmera lá embaixo e colocar as fotos no pc). OU SERÁ MESMO???!!!&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A apresentacão da banda foi bem bacana, mas nada de espetacular. O mesmo pode ser dito da ópera em si, apesar de que os cantores** definitivamente não eram medíocres e conseguiam alcancar aquelas notas fantásticas e fazer aquelas variacões supimpas de que tanto ouvimos falar. Foi bem divertido de se ver, contudo, e também interessante ver a quantidade inesperada de gente que foi lá. Como já haviamos combinado, o Ole apareceu por lá também, mas ele só estava interessado em dar uma olhada, já que ele não é nenhum fã de ópera. Conversamos um tanto por ali, e voltamos para casa assim que a gritaria das cantoras comecou a nos incomodar. &lt;/p&gt;*&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/8099/3430/1600/DSCN0986.jpg"&gt; &lt;p&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/8099/3430/320/DSCN0986.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;**&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/8099/3430/1600/DSCN0996.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/8099/3430/320/DSCN0996.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Capítulo X: O Capítulo do Mistério!&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Esse fica pra outra, mesmo porque nem mesmo eu sei o que poderia ser este capítulo X. Seria o capítulo X o capítulo XXX?? Será que o Batman conseguirá escapar da terrível armadilha Pinguin?? O macaco do Speed Racer vai aprender a parar de se enfiar no porta-malas dos outros?? &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Para ter todas respostas e novas emocões, sintonize novamente, na mesma bat-hora, no mesmo bat-canal!! &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31594117-115634826425526821?l=danilopegadorpravaler.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danilopegadorpravaler.blogspot.com/feeds/115634826425526821/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31594117&amp;postID=115634826425526821&amp;isPopup=true' title='14 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31594117/posts/default/115634826425526821'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31594117/posts/default/115634826425526821'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danilopegadorpravaler.blogspot.com/2006/08/hora-de-mais-notcias-escandinavas.html' title=''/><author><name>Danilo e o Fiel Hubert</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10883288226025422135</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>14</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31594117.post-115557172948897251</id><published>2006-08-14T16:39:00.000+02:00</published><updated>2006-08-14T18:08:49.556+02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Mais uma adicão às anotacões eletrônicas escandinávas! Provavelmente também será relativamente longo, então preparem seus óculos de leitura, sim? Vamos lá:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Capítulo III: Os Lykke&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muito nervosismo no trem. Todos ansiosos para encontrarem suas respectivas famílias, tentando relaxar um pouco com conversa fiada, o que era meio difícil considerando que não tinhamos lugares marcados no trem, e portanto passamos uma boa parte da viagem importunando os infelizes dos outros passageiros do trem movendo nossa extensa bagagem de um lado para o outro, sentando e levantando, e assim em diante, sem saber direito o que fazer e tentando falar línguas que não sabiamos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda mais preucupante era o fato de que os trens, para garantir que chegariam no horário exato (o que eles faziam com louvor), paravam por pouquíssimo tempo em cada estacão, então sair do trem era um verdadeiro sufoco para nós que tinhamos muita bagagem, e ainda mais para nós que tinhamos uma pequena, frágil e desesperada intercambista com uma mala quase de seu próprio tamanho, que certamente precisava de ajuda para descer do dito trem. Mas de algum jeito, descemos do trem, e depois de um curto momento de indecisão e preocupacão, aparecem nossas famílias e uma velhinha voluntária do AFS para nos receber!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E eis que me surgem os Lykke! Eu já havia visto fotos mas, puxa vida! Eles tem um jeito realmente muito muito simpático! Com excecão do pequeno Lukas, que estava jogando futebol no seu clubinho, todos vieram me receber na estacão, bastante sorridentes e prestativos (o que foi muito bom, depois de carregar as malditas malas de um lado para o outro). Depois de um rápido aperto de mão inicial, fomos indo até o carro, conversando (em inglês, infelizmente), sobre coisas que eu realmente não me lembro o que eram, mas que mesmo assim renderam boa conversa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo logo chegamos, com nosso bem velhinho Volkswagen (eu acho, agora não tenho mais certeza) destoando os novissimos Audis, BMWs e Mercedes que normalmente vemos nas ruas, em nossa casinha. E se eu disse que o carro era velhinho, a casa é uma anciã: tem quase 100 anos de idade. Mas eu nunca saberia disso, não fosse a conversacão relaxante do pai Ole, já que a tal casa está bem inteira, e boa parte dela já foi reformada mais de uma vez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Melhor aconchegados na casa, levamos nossa conversa para uma mesa com amendoins e chips, onde falamos por um bom tempo sobre Brasil e Dinamarca, Dinamarca e Brasil, e coisas assim, assim que a mãe Lone voltou com mais novo Lukas. Depois de conhecer meu simpático quarto no porão, cujo teto está a meros dois centímetros acima de minha cabeca, e lá assentar minhas malas e coisas, peguei os presentes que carreguei insistentemente na mala e finalmente os entreguei para os Lykke. Boas respostas! Eles passaram a melhor parte de uma noite olhando as várias fotos dos diferentes lugares no Brasil, assim como provando nossas balas de Hortelã, ouvindo nossa MPB e assim em diante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E assim fomos passando a noite até a hora em que, eu pessoalmente já exausto, nos retiramos para nossos quartos e assim fomos dormir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Capítulo IV: E Finalmente, o Príncipio das Loiras&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No dia seguinte, comecei então as loucas experimentacões que me esperam na Dinamarca. A primeira foi visitar o incrível "Den Fynske Landsby", uma espécie de museu ao ar livre, moldado de acordo e a respeito das cidades da Dinamarca do século, acredito eu, XVIII. Espetacularmente bem cuidado, o lugar está cheio de jardins e hortas com plantas de um belíssimo verde radiante, frutas, tubérculos e outros leguminosos de cores vivas e diversas, e várias casas de várias classes sociais, cada um com seus bonecos de madeira vestidos para as ocasiões em que fingiam estar. Realmente incrível! Ainda vou tirar muitas fotos do lugar e postar aqui, porque realmente vale a pena ver. Claro que não agora porque eu não tenho nenhuma foto ainda, e o tempo está horrível então não vou lá agora. Voltando ao assunto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de um rápido passeio pelo lugar, finalmente o motivo pelo qual estavamos lá se fez claro: entramos no grande teatro aberto do museu, onde se encenaria "Svinedrenge" ("Menino dos porcos" ou algo assim), obviamente de H.C. Andersen, dentro de alguns (vários) minutos. E alas! Finalmente, loiras! Eis que meu caro irmão Simon, o mais velho, encontra algumas de suas bastante formosas loi... quero dizer, amigas! Os avisos que me deram durante o acampamento eram verdadeiros: as Loiras Selvagens são de fato, tímidas. Tive que cumprimentá-las para garantir que elas conversassem comigo, e logo notei que elas, apesar de saberem inglês, tinham certo receio de usá-lo comigo. Assim, meu dinamarquês ainda incipiente se tornou uma barreira, então não pude me aproximar muito mais, mas posso ser paciente e dar tempo ao tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, enfim, a tal peca finalmente teve seu princípio e uou!! Ainda não consigo acreditar que aquilo era trabalho amador, que aquelas criancas e adoslescentes entre os 4 e os 18 anos conseguiam atuar, dancar e cantar tão bem, que eles prepararam aquele palco extraodinário para essa apresentacão amadora, que eles tinham um sistema de som tão profissional e funcional disponível... enfim! A apresentacão foi incrível, apesar de eu não conseguir entender porqueiras nenhumas. Realmente demais, realmente devia ter levado minha camera... Talvez eu vá assistir de novo só pra tirar algumas fotos. De primeira mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, depois disso, só provando algumas coisas na família, como a cama elástica que eles tem no quintal, as exóticas comidas semi-dinamarquesas que eles preparam, e assim em diante. Nada de espetacular até... o primeiro dia das aulas! Tchanaaams!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Capítulo V: O Primeiro Dia de Aulas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de eu ter até mesmo incluído um efeito sonoro estupendo para introduzir esse capítulo, devo dizer que vou ser rápido nele. Talvez não fique lá muito incrível, mas em frente!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A primeira coisa que eu devo comentar na minha escola é... que superprotecão! A escola não só reconhece a existência de estudantes de intercâmbio dentro dela (isso já é mais do que eu esperava), ela toma todos os possíveis cuidados para garantir que os mesmos não se percam, arranjem amigos e assim em diante. Pensem vocês que a escola selecionou dois de meus colegas de sala para serem "tutores", ou seja, para me ajudarem a achar minha sala, conversar comigo e etc, além de marcar um encontro de todos os intercambistas toda segunda no horário do almoco para garantir que não temos nenhum problema, e ainda me oferecer uma licensa para ir fazer um curso de dinamarquês a partir de setembro! Eu não esperava nem que eles soubessem que eles tinham estudantes estrangeiros... estou muito acostumado com o Brasil, parece-me.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De qualquer modo, no primeiro dia de aulas pude conhecer os meus "tutores", dois dos únicos 5 garotos na minha sala de 25 pessoas (opa! 5 caras numa sala de 25? soa bem, não?), que realmente são gente boa e já estão me acolhendo rapidamente no grupo. Além disso, já comecei a "acidentalmente" me sentar perto das várias mocoilas de minha sala e conversar com elas, por mais que elas realmente não sejam tão abertas quanto os caras. E assim passei a manhã, conhecendo melhor o lugar e as pessoas, bastante bem acolhido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A tarde do mesmo dia também vale mencão, pois fui eu andar de caiaque com meu caro irmão mais velho! Carambolas, imaginem vocês um Danilo tentando andar de caiaque, mas constantemente falhando em manter o negócio indo para frente e batendo assim contra as margens do riozinho da floresta. Deve ser uma visão e tanto, eu imagino. Bom, pelo menos foi uma experiência e tanto, especialmente pela minha incapacidade nela. Mas mais para o final, já estava pegando um pouco do jeito da coisa. Mesmo assim acabei virando meu caiaque na hora de sair dele, afinal, não havia final melhor para minha pequena aventura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ufff... Pronto! Para a próxima postagem, um pequeno conto acerca do aniversário de Simon e qualquer outra novidade que surgir até lá.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31594117-115557172948897251?l=danilopegadorpravaler.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danilopegadorpravaler.blogspot.com/feeds/115557172948897251/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31594117&amp;postID=115557172948897251&amp;isPopup=true' title='14 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31594117/posts/default/115557172948897251'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31594117/posts/default/115557172948897251'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danilopegadorpravaler.blogspot.com/2006/08/mais-uma-adico-s-anotaces-eletrnicas.html' title=''/><author><name>Danilo e o Fiel Hubert</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10883288226025422135</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>14</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31594117.post-115523751115889200</id><published>2006-08-10T19:59:00.000+02:00</published><updated>2006-08-10T21:18:31.450+02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Finalmente, notícias que vem de fato da Terra das Loiras Selvagens (com T, L e S maiúsculos, é claro, para todos darem a devida importância ao nome)! Estou sentado ao lado do meu irmão Simon, que está jogando Black &amp; White 2, com um belo sol das 20 horas aquecendo a pacífica cidade de Odense. Devo dizer que está tudo indos nos conformes. Mas vamos nos ater a tais detalhes mais tarde. Vamos primeiro ver como as coisas chegaram aqui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Capítulo I: No qual chegamos a fabulosa Terra das Loiras.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de uma despedida rápida, porém emocionante, dos meus pais e amigos no aeroporto, fui eu pegar meu pegar meu avião para o Rio de Janeiro. Depois de um pequeno erro de direcionamento da minha parte, achei meu portão e logo logo estava viajando por cima do Brasil, sozinho e basicamente entediado. A viagem passou vagarosamente, e o máximo que me entreteu foi um bebê chorando no assento atrás do meu (o termo "entreter" é usado com certa ironia).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, de qualquer modo, em algum momento a viagem acabou e lá estava eu no Rio de Janeiro. Naturalmente, não havia sinal do pessoal do AFS por perto. Aliás, não havia sinal do pessoal do AFS em lugar nenhum. Mas eles estavam lá, e eu sabia. Felizmente, meus sentidos incrivelmente agucados me permitiram localizar uma colega minha que iria para a Dinamarca comigo, e assim descobri que aquele casal um tanto inocente conversando em pé no meio do pátio era o assim chamado "pessoal do AFS".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem bem, ainda faltavam bem duas horas para o embarque e, já com o tiquete de viagem em mãos, arranjei um simpática intercambista do AFS para ir almocar comigo, e acabamos nos juntando a outra de nossas companheiras e assim passamos o tempo. Em pouco tempo, pegamos o avião, junto com o pessoal que iria para a Noruega. A viagem até Paris foi supremo de boua, só proseando, dormindo, jogando black jack com uma mocoila e um rapaz que iriam para Noruega e etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo mais, chegamos no tal do aeroporto de Paris. Lá, finalmente, eu consegui perceber a presenca do nosso voluntário-guia: o cara realmente não tinha muita iniciativa e estava tão perdido quanto o resto de nós. Passadas as checagens de visto e afins, decidi que era hora de decidir se iriamos ou não sair para Paris e fazer alguma coisa. Puxa vida, bastou eu sugerir isso pro cara, e comecamos uma discussão interminavel: por um lado, nosso grupo era muito grande e poderiamos nos perder, mas por outro, todos tinham camisas iguais e seria fácil nos localizarmos. Por um lado, ninguém se decidia o que poderiamos ir ver e como ir ver, mas por outro, eu já tinha tudo planejado e muito bem anotado na mochila (e eu achando que alguma outra pessoa teria tido essa mesma idéia de planejar com antecedência... até parece).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas finalmente, pesou mais o fato de que aparentemente, o pessoal da Noruega não tinha nenhum visto para a europa, e o visto deles era todo lascado e sei lá mais o que. Então, pois bem, não iriamos para Paris. Foi aí que o tédio bateu, e bateu com forca. Não sei se alguém já experimentou passar doze horas apenas dormindo, andando, aguentando piadas toscas de playbas brasileiros, sendo xingado por franceses estressados e etc, mas no final, você basicamente sente que realmente não fez nada o dia inteiro. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, as porcarias das doze horas se foram de algum modo, e depois de calorosas despedidas entre os que iam para Køobenhavn e os que iam para Oslo, saímos do desgracado aeroporto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Avião para København em três palavras: dormir, cagar, dormir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Capítulo II: Loiras Selvagens só aparecem mais tarde. Por enquanto, só Terra.&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;København! Aeroporto extremamente simpático, pessoas que de fato se desculpavam quando trombavam em você, o que era muito raro por que nenhum lugar era muito entupido de gente, e um comitê do AFS bem organizado e pronto para nos receber em português! Todos bastante animados com essa agradável mudanca, pegamos um ônibus para onde seria nossa casa nos próximos três dias: uma escola pública fechada por causa das férias. Fomos os últimos a chegar, e assim, só comemos uns fricasses ou seja lá como se chamam esses bolinhos de carne, e fomos dormir, um pouco descontentes por estarmos tão absurdamente sujos e não podermos tomar banho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De manhã, uma surpresa que definitivamente rendeu reclamacões durante toda a estadia: os banhos eram coletivos (meninos e meninas separados, obvia e infelizmente), e a maioria do pessoal, de todos os países, não estava acostumado com isso. Pessoalmente, estava pouco me fudendo, só queria tomar um bom banho e ficar limpo. Claro, o banho nos dias seguintes seguiu a mesma regra, e rendeu mais reclamacões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os dias no acampamento do AFS seguiram basicamente a mesma regra: tomar banho, tomar café da manhã, se reunir com seu grupo (normalmente as pessoas do seu país) e conversar sobre a Dinamarca, almocar, ir fazer algum workshop (que iam de aprender dinamarquês básico até lavar as loucas do almoco), ir jogar algum esporte do estilo "pré-escola", jantar, ver o entreterimento da noite (preparado pelos próprios intercambistas), se juntar de novo com o grupo e dormir. Uma rotina agitada e bacana, que dava tempo o suficiente para falar merda, conhecer um pouco o pessoal dos outros países e assim em diante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A apresentacão do Brasil no entreterimento da noite foi, naturalmente, samba e capoeira. Claro, eu fiquei apenas como apresentador, pois sou um péssimo brasileiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E rapidamente, chegou o dia de irmos para nossas famílias. Muito nervosismo, mais despedidas calorosas, e coisas assim. Eu devia pegar o trem para minha cidade, e fui eu e mais alguns intercambistas da minha mesma região da dinamarca para estacão, até eu notar que eu esqueci minha mochila, correr de volta até a escola, correr de volta até a estacão, e finalmente pegar o trem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O &lt;strong&gt;Capítulo III: Os Lykke&lt;/strong&gt; vai ficar pra próxima. Já passei tempo demais demais aqui, e preciso me preparar para amanhã, o meu primeiro dia na escola.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ufa, isso foi longo. Por favor tentem ler tudo e comentem!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31594117-115523751115889200?l=danilopegadorpravaler.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danilopegadorpravaler.blogspot.com/feeds/115523751115889200/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31594117&amp;postID=115523751115889200&amp;isPopup=true' title='19 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31594117/posts/default/115523751115889200'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31594117/posts/default/115523751115889200'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danilopegadorpravaler.blogspot.com/2006/08/finalmente-notcias-que-vem-de-fato-da.html' title=''/><author><name>Danilo e o Fiel Hubert</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10883288226025422135</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>19</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31594117.post-115393544696446481</id><published>2006-07-26T19:28:00.000+02:00</published><updated>2006-07-26T19:37:26.973+02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Oh, céus, aí está. Aí está. A penalidade máxima para se ir para a Dinamarca. Eu cortei o cabelo. Sim, cortei essa porra, que era meu cabelo. Está aí do meu lado num saquinho plástico. Carambolas e carâmbolas...  Fotos pra ser feliz:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Antes:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/8099/3430/1600/M%3F%3FgicaFudezMileCem%20001.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/8099/3430/320/M%3F%3FgicaFudezMileCem%20001.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Depois:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/8099/3430/1600/M%3F%3FgicaFudezMileCem%20002.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/8099/3430/320/M%3F%3FgicaFudezMileCem%20002.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E assim, vou-me. Bons ventos à todos. Mesmo que eles venham da direita.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31594117-115393544696446481?l=danilopegadorpravaler.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danilopegadorpravaler.blogspot.com/feeds/115393544696446481/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31594117&amp;postID=115393544696446481&amp;isPopup=true' title='8 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31594117/posts/default/115393544696446481'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31594117/posts/default/115393544696446481'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danilopegadorpravaler.blogspot.com/2006/07/oh-cus-est.html' title=''/><author><name>Danilo e o Fiel Hubert</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10883288226025422135</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-31594117.post-115377534683023524</id><published>2006-07-24T22:44:00.000+02:00</published><updated>2006-07-24T23:09:06.843+02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Só testando esses esqueminhas aqui, pra ver se dá tudo certo. Como temos que começar bem esse negócio aqui, vamos fazer uma lista aleatória. Vamos começar com...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Os top 5 criadores de super-heróis:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;ol&gt;&lt;li&gt;Radioatividade (inclui raios gama, beta, omega, e "cósmicos").&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Planetas distantes (inclui dimensões paralelas). Trivia: os planetas podem produzir vilões com seus próprios raios "cósmicos"&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Experiências governamentais (maléficas ou não)&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Traumas de infância.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Mutações genéticas.&lt;/li&gt;&lt;/ol&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.superdickery.com/images/other/1296_4_054.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px;" src="http://www.superdickery.com/images/other/1296_4_054.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;E aí um clássico do &lt;a href="http://www.superdickery.com"&gt;Super Dickery. &lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/31594117-115377534683023524?l=danilopegadorpravaler.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://danilopegadorpravaler.blogspot.com/feeds/115377534683023524/comments/default' title='Post Comments'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=31594117&amp;postID=115377534683023524&amp;isPopup=true' title='3 Comments'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31594117/posts/default/115377534683023524'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/31594117/posts/default/115377534683023524'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://danilopegadorpravaler.blogspot.com/2006/07/s-testando-esses-esqueminhas-aqui-pra.html' title=''/><author><name>Danilo e o Fiel Hubert</name><uri>http://www.blogger.com/profile/10883288226025422135</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry></feed>
